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sábado, 2 de março de 2013
TITIO MALVADO
Ao completar 18 anos, como a maioria dos jovens de minha cidade, fui mandada para a capital. Minha tia precisava trabalhar, mas tinha uma filhinha (minha prima) de 2 aninhos e eu vim completar meus estudos e ajudar a ela a tomar conta do neném.
Ela conseguiu uma vaga em telemarketing e trabalharia de meia-noite às 6 horas. Eu fui estudar à tarde. Assim minha tia chegava do trabalho e ia dormir. Eu ficava com minha priminha Bia, dava um jeito na casa e preparava o almoço. Ela acordava, eu ia para escola, ela almoçava, cuidava das roupas e da louça do almoço.
Eu chegava quase às 18 horas, ajudava a ela na janta. Meu tio chegava (19 horas), jantava, brincava com a filha, se recolhia com minha tia e eu ficava com Bia até ela dormir e depois ia dormir. Por vezes ainda estava acordada quando minha tia levantava e se preparava para o trabalho. Meu tio deixava ela no ônibus, voltava, víamos juntos o filme da noite e íamos dormir, eu no quarto com a Bia evitando que ele acordasse na madrugada. Tudo arrumadinho, numa rotina diária quebrada apenas nos fins de semana.
A rotina mudou quando arranjei um namoradinho. Terças e quintas meu tio, sem qualquer reclamação, ficava com a Bia enquanto eu namorava na varanda. Dia de semana não podia sair e se a Bia reclamasse eu ajudava ao tio.
A varanda era segura, assim eu pensava, e meu namorado era safadinho e aos poucos foi conquistando meu corpo. Quando ele me beijava a boca eu ficava faminta e acho que queria até mais que ele experimentar as carícias com as quais ia viciando. Começou acariciando meus peitinho sobre a blusa. Mas depois que senti o contato direto da mão dele passei a facilitar ao máximo o acesso.
Ele um dia me pediu para usar minissaia e eu, ansiosa com a novidade que estava por vir, coloquei a minha mais curta e quando cheguei na varanda ainda subi ela na cintura.
Era terça-feira e aquele dia eu fiquei tão louquinha que quando dei por mim experimentava a dedos na minha vagina desnuda e lábios em meus seios. Como gozei. Estava tão mole quando ele foi embora que nem notei que ele roubara minha calcinha, o safado!
Eu estava extasiada e não tive forças nem para me lavar. Me larguei na poltrona e tentei assistir dali o filme noturno.
Quando acordei meu tio estava dormindo e eu estava com uma das pernas sobre o braço da poltrona, escancaradamente nua. Por sorte meu tio dormia.
Na quinta-feira meu namorado nem precisou pedir. Também já fui sem calcinha senão ele podia querer roubar outra e eu não ia conseguir dizer que não. Ia acabar ficando sem calcinha bonitinha.
Desta vez fiquei realmente louca de tesão. Francamente, ele só não me possuiu inteira porque não tentou. Quando senti pela primeira vez uma pica encostada na minha vagina e brincando entre minhas coxas eu gozei muito. Ele pediu que eu retribuísse e pela primeira vez eu vi aquela coisa bem perto, na minha mão e fiz o que ele me pediu. Beijei e acabei chupando-a todinha. O canalha gozou sem me avisar e surpreendida tive que engolir tudo. Achei delicioso, viscoso, mas deliciosos. Chupar uma pica era demais para mim e eu estava precisando gozar novamente. Sentei na murada e deixei, sem resistência, com nojo a princípio, mas depois maravilhada, ele me lamber toda. Minha xaninha se espremia por dentro e eu estava quase explodindo de prazer quando minha tia acendeu a luz. Era o sinal e, com a luz acessa, só restava ao meu namoradinho me dar uns beijinhos rápidos e ir embora.
Mais uma vez eu estava toda mole. Só que desta vez eu estava com vontade de gozar muito e fiquei sentadinha na poltrona esperando meu tio ir levar minha tia. Eu ia esbaldar-me naquele banheiro até babar de tanto gozar com meus dedinhos cuidadosos entrando em tudo que é buraco. Eu precisava.
Estranhei. Meu tio já estava com short de dormir e minha tia arrumada sentada no sofá com ele. Uma buzina tocou e ela correu para o serviço. Naquele dia ela tinha uma carona.
Meu tio acompanhou ela até a varanda. Esperou ela partir. Entrou na sala e fez um carinho nos meus cabelos longos. Eu estava molinha, tesuda e distraída até que senti meu rosto encostar na pica do meu tio que se mantinha íntegro acariciando meus cabelos.
Não resisti. Aquela pica mole era maior do que a do meu namorado (dura), pude perceber. Minha vagina deu saltos e aplaudia alegre aquela sensação de uma pica enorme e mole próxima a minha boca. Girei a cabeça tentando parecer natural, mas a pica propositalmente se encaixou na minha boca e eu apertei os lábios com força. O desejo foi mais forte que eu.
- Ele não te satisfez hoje não? Terça-feira ele te deixou no bagaço, mas hoje deixou você ainda com tesão?
- Como assim?
- Adoro ver vocês namorando, mas esse seu namorado é muito bobo e desajeitado. Ele poderia fazer você ter gozos mais intensos, mais perfeitos, mais deliciosos!
Me endireitei na poltrona e meu tio levantando a perna do short deixou uma pica crescente e endurecendo escapar pertinho dos meus olhos.
- Como assim? – Me repeti e me calei já de boca entreaberta.
Um simples toque de sua mão em minha cabeça fez com que eu tomasse aquela maravilha em minhas mãos e atacasse ela com minha boca ávida.
- Terça-feira sua bucetinha (a palavra ficou tão linda na voz dele que ela contraiu-se toda) estava melada de lubrificação até nos pelos (pelos - lindo, nada de pentelho, pelos - eu já estava mais encharcada do que na terça-feira - que voz deliciosa).
E não era só a voz. Eu estava realizando-me. Tão inexperiente e estava conseguindo fazer aquela ferramenta enorme apontar para o teto quando fugia de meus lábios. Era enorme, lindo, rosado, grosso demais, forçava uma abertura enorme de minha boca, mal cabia dentro de mim. Eu queria mais, mas engasgava.
Que prática tinha aquele homem. Titio, sem que eu percebesse, louca de tesão, já conseguira tirar minha blusa e meus seios estavam intumescidos e expostos, livres, totalmente oferecidos a ele que os acariciava com dedos de veludo. Eu ofegava e gemia sentindo o gozo se anunciar inevitável.
Antes que eu explodisse meu tio me pegou no colo, me levou para cama dele, literalmente me jogou sobre ela e imediatamente me deixou sem a minissaia. Eu estava totalmente nua diante de um homem, diante do titio, do marido da minha tia, irmã do meu pai. Que loucura.
Comemorei com gemidos e gritinhos incontidos. Enquanto minha mente divagava ele deitou sobre mim, encostou a cabeçorra de sua pica na entrada da minha vagina forçando levemente e passou a sugar meus seios, meu pescoços, minhas orelhas e me fez gozar alucinadamente.
Veio uma quase calma mas ele agora descia a boca pelo meu corpo, fazia cócegas ao redor de meu umbigo e logo brincava com sua língua ao redor de minha vulva, só externamente apesar de meu esforço puxando sua cabeça e movimentando minha pélvis.
Gozei outra vez. Mas foi um gozo ansioso, meu desejo de sentir aquela língua me angustiava. Abracei o pescoço dele com minhas pernas. Minhas mãos se agarraram em seus cabelos e no auge do prazer ele abriu com seus dedos minha vulva e sua língua ao mesmo tempo acariciava meu anus me arrepiando, penetrava em minha vagina aumentando meu orgasmo e tentava arrancar meu grelo fazendo meu corpo, em ondas de choques elétricos, corcovear.
Quando o gozo acalmava ele perguntava se eu queria mais alguma coisa.
- Assim está delicioso, bom demais!
- Se quiser mais alguma coisa é só pedir. - E voltava a atacar com sua boca e dedos minha vulva, meu anus, meus seios, tudo a um só tempo sem me deixar gozar, fugindo para meu pescoço, orelhas e boca quando o gozo ia explodir. Quando o gozo começava a arrefecer ele voltava a carga me enlouquecendo de vontade de gozar aquele orgasmo que parecia que me faria explodir.
Quando ele me deixou na beira do abismo e voltou à minha boca com a pica roçando e pressionando levemente minha vulva meti minha mão no meio das pernas, agarrei aquela pica com uma, abri a vagina com a outra e movi minha pélvis tudo que pude em direção aquela pica.
Desta vez eu gritei: - Me come, me arromba, mas me deixa gozar!
Acabei de gritar e a pica estava mais da metade dentro de mim. Eu gozava alucinadamente. Aquele gozo não ia terminar nunca. Não doeu, não ardeu, minha vagina só pedia mais e eu, desajeitada, movia minha pélvis e conseguia fazer ele penetrar mais e mais.
Quando ele tomou o comando para si e tirou a pica de dentro de mim eu gritei:
- Não! Não tira!
Mas ele não estava tirando nada. Estava apenas iniciando uma série de estímulos abrasadores em forma de estocadas lentas que foram reiteradamente aumentando a velocidade até me fazer chegar ao paraíso. O primeiro gozo por penetração é impossível esquecer!
Fui arrebatada, senti meu corpo aumentar para em seguida explodir em sensações indescritíveis. Uma mistura simultânea de contrações, arrepios, relaxamentos, convulsões, trepidez, tremedeira, agonia, ansiedade, saudade (sim, senti algo parecido com a dor da saudade), palpitação, falta de ar, desespero, medo, coragem, ímpeto, êxtase e um prazer embriagante que dopou meus pensamentos, sentimentos e sensações.
Eu pensei, sinceramente, que tudo acabara ali. Meus olhos miravam apaixonados o semblante dedicado de meu tio. Mas não tinha voz, forças, não conseguia fazer nada além de me entregar "aquilo".
Meu tio percebeu que eu estava saciada, mas ainda tinha muito a me ensinar.
Saiu de mim. Que vazio! Deitou-se ao meu lado e pediu que eu viesse por cima e que comesse ele inteirinho. Ia ser fácil. Sentei em seus quadris, senti a resistência que a pica dele exercia em minha mão de tão rígida (e ao mesmo tempo de uma maciez impressionante) e levei minutos para conseguir posicionar aquela deliciosa ferramenta no caminho do prazer.
A cabeça venceu apesar de minha inexperiência e pude sentir aquela enormidade mais uma vez forçando passagem. Queria sentir ela me penetrar devagarinho. Tive que me controlar porque ao mesmo tempo desejava mais e mais toda ela, inteirinha, dentro de mim.
Ela parou de entrar, não sei porque, e tive que erguer meu corpo fazendo ela sair um pouco. Delícia! O esfregar daquela pica na mucosa de minha vagina foi entusiasmante e fui tirando até quase ela sair para em seguida sentar mais forte sobre ela. Errei na força e senti dor pela primeira vez. Aquilo entrou alargando-me e se arrastando dentro de mim. Mas que delícia de dor. Meu orgasmo se anunciou urgente e eu, louca que sou, tirei aquilo quase de tudo de mim e me joguei sobre ela. E meu corpo exigia mais e mais forte e mais veloz.
Desta vez quando me ergui senti as mãos de meu tio me impedindo de me abaixar e já ia protestar quando um frenético movimento de atrito fenomenal me arrastou para uma nova e mais intensa explosão de prazer. Foi mais curto que o anterior porém mais intenso e tão rápido acabou como rapidamente recomeçava.
Passei a sentir ondas de orgasmos rápidos e deliciosos e pensei que nada poderia ser melhor do que aquilo. Mas quando ele parou totalmente dentro de mim, me fazendo sentir seus pelos colados no meu corpo e explodiu ejaculando; meu orgasmo não mais estancava. Eu precisava de ar, eu precisava recuperar minha razão, eu precisava gritar ou gemer mas não tinha fôlego sequer para isso.
Eu me vi babando, chorando e rindo. Não conseguia focar nada, tudo eram manchas. Desabei sobre meu tio e não consigo lembrar o que aconteceu por longos minutos.
Mas meu tio é perfeito em matéria de satisfação feminina. Depois de refeita me vi sendo levada de colo para o banheiro e ele me deu um banho revigorante. Esfregou todo meu corpo. Me enxaguou alisando mais uma vez meu corpo. Me enxugou centímetro a centímetro. Eu estava totalmente excitada. Ele, pegando com seus dedos meu grelinho me chamou de gulosa e perguntou se eu queria mais um gozinho antes de dormir.
Eu sorri e fui mais uma vez arrebatada por seus braços, levada para cama dele, acariciada e beijada por todo corpo e ele me fez gozar mais uma vez com um polegar em meu cuzinho e outro na minha bucetinha enquanto castigava meu grelinho com sua boca e língua até minha explosão final.
Satisfeita dormi em conchinha com ele e recebendo carícias leves nos seios e por todo corpo. Nunca tive um sono tão maravilhoso. Até hoje não sei como acordei vestida em minha camisola, de calcinha e tudo, na minha cama ao lado de minha priminha que felizmente não acordou em nenhum momento naquela maravilhosa noite.
Foi meu tio que me acordou:
- Acorda minha putinha! - Ele sussurrou ao meu ouvido e já acordei sedenta por sexo, dolorida e arrepiada.
Aquilo era uma promessa de que eu sofreria seus deliciosos ataques noturnos e que eu ia mudar de nome. Quando minha tia não estava em casa e a neném dormia meu nome passava a ser "minha putinha" e era "obrigada" a ficar totalmente nua, gozar feito louca só podendo me vestir quando ia dormir. Como meu tio foi malvado para mim! Rsrsrsrsrs.
FUDENDO MINHA FILHA PELA PRIMEIRA VEZ
Olá, meu nome é Rodrigo, tenho 49 anos, sou moreno 1,90 de altura mais ou menos 100 quilos, olhos castanhos esverdeados, resolvi compartilhar com todos vocês este fato que me acontece. Sou divorciado e fiquei com meus filhos.
Há mais ou menos 04 anos tenho uma relação homem/mulher com minha filha, o nome dela é Esthefani hoje tem 25 anos, morena 1,74 de altura, mais ou menos 70 quilos de olhos verdes, cursava faculdade de nutrição.
Certo dia Esthefani necessitava de ir a uma reunião, seu vestido estava um pouco largo, pois na correria ela havia emagrecido, vendo que eu estava concertando uma roupa minha a maquina, pediu se eu poderia apertar um pouco o vestido dela, pois não dava tempo de comprar outro vestido para ir à reunião que era naquela noite, eu me prontifiquei a ajustar seu vestido.
Até então eu não havia notado o mulherão em que ela havia se transformado, ajustando o vestido em seu corpo notei que um dos seios dela era menor que o outro e brincando disse: “vou ajustar o seu vestido de modo que teus seios fiquem iguais”, ela gostou da ideia, comecei a ajustar o vestido em seu corpo para depois ajusta-lo na maquina, quanto mais eu ajustava percebia que ela havia se transformado em uma mulher muito bela, ao passar a mão em seu corpo para arrumar o vestido comecei a ficar excitado e toda hora pedia para ela colocar o vestido para eu ajusta-lo mais à mão. Deixei seu vestido tão apertado que não dava para usar com calcinha ela teve que sair para a reunião sem a calcinha por baixo do vestido, vendo-a daquele jeito com aquele vestido disfarçadamente fui ao banheiro me masturbar, não entendia direito o que estava acontecendo comigo, o porquê daquele tesão.
Ela retornou da reunião por volta das 22hs, falando do medo que estava sentindo que o vestido se rasgasse e estava aliviada por ter dado tudo certo. Eu a ajudei a tirar o vestido, visto que o zíper emperrou, naquele dia tudo era desculpa para poder tocá-la.
Desse dia em diante começamos a conversar coisas intimas que nunca havíamos conversado, vendo que ela também estava gostando da idéia, mas estava receosa demorou alguns dias para haver mais toques íntimos. Em uma noite ela deitou ao meu lado para assistirmos um filme “Advogado do Diabo”, notei que ela estava com uma camisola vermelha bem fininha e sem sutiã, com uma calcinha preta e ficou abraçada comigo, brincando de pegar em seu ossinho na costela acabei ficando excitado e passando a mão timidamente em teus seios ela fingiu que não estava percebendo o que estava acontecendo e continuamos a brincar.
Daí pra frente sempre ficávamos abraçados assistindo televisão e sempre eu brincava com seu ossinho na costela, não demorou muito começamos a brincar de dar selinhos ela dizia que estava com vergonha, mas acabava dando selinho, ficamos muito tempo dando selinho, até uma noite que eu pedi para dar um beijo de língua, ela disse que não, eu pedi novamente ela aceitou, beijando-a bem devagar eu estava muito excitado com aquele mulherão em meus braços, queria fazer mais, porém tinha medo que ela não topasse, beijando-a mais, ela notou que o meu pau estava duro ela passou a mão nele e disfarçou, a chamei para o quarto e pedi para ver os seus seios, ela não quis, disse que ia tomar banho, pedi para que deixasse eu vê-la tomar banho, vendo que ela estava excitada com o olhinho brilhando pedi de novo, ela não falou nada e foi para o banheiro, abriu a porta e começou a tomar banho com a porta aberta e disse: ”Vem Ver” e fui, ainda passei o sabonete nas suas costa e em seus seios, e ela pediu que eu saísse, passado mais alguns dias ela chegando da faculdade, conversando comigo, voltamos a nos beijar, consegui que ela ficasse totalmente nua na minha cama, falei: “deixa eu passar meu pau na sua buceta, não vou te penetrar, só vou brincar com você”, ela pensou mas deixou, comecei a passar meu pau bem duro na sua buceta e comecei falar que ela era muito gostosa, tinha uma buceta linda e estava totalmente molhadinha, na brincadeira forcei um pouco e coloquei todo meu pau na buceta molhadinha dela, ela ficou brava, pois não queria fazer amor com o pai dela, brinquei e pedi desculpas, em seguida paramos de brincar por alguns dias, mas os selinhos continuavam.
Certo dia recebemos uma visita de minha mãe, que nem fazia ideia do que estava acontecendo, de vez em quando a Esthefani me puxava escondida da avó e me dava um selinho, ela ficava até tarde assistindo televisão comigo na sala, até que a avó cansava e ia dormir, então ficava só nos dois e eu a beijava e passava a mão em seus seios e beijava seu pescoço, mas parávamos por aí, ela tinha medo que a avó acordasse.
Em uma tarde minha mãe fora tomar banho, pois estava cansada de passear na cidade, chamei Esthefani em seu quarto e comecei a beija-la pois o tesão era grande e não havíamos brincado desde aquela noite em que a penetrei pela primeira vez, ela disse: “vamos brincar rápido” com medo que sua avó saísse do banheiro e desconfiasse, tirei a minha roupa e tirei a roupa dela, beijando-a fiquei de barriga para cima para que ela ficasse à vontade, ela de vagarinho passando meu pau em tua buceta que estava molhadinha me surpreendeu sentando e penetrando completamente meu pau em sua buceta, mas logo escutamos barulho no banheiro e tivemos que parar, minha mãe estava saindo do banho. Naquela noite não consegui dormir estava muito feliz com o que havia acontecido e me masturbei varias vezes.
Essa foi a primeira vez, mesmo de forma rápida que fiz amor com Esthefani, somos amantes até hoje, as outras transas contarei futuramente e falarei com Esthefani para que ela conte a parte dela também. Até a próxima
quinta-feira, 31 de janeiro de 2013
MEU PATRAO COMEU MEU RABINHO DE EMPREGADINHA
Olá! Vou contar pra vcs o que aconteceu quando resolvi trabalhar como empregada doméstica. Eu morava só com meu irmão, um vagabundo que não queria trabalhar. Quando terminei o colégio, não conseguia arrumar emprego, até que resolvi procurar trabalho como empregada doméstica, pois via que muitas pessoas tinham muita dificuldade de achar uma boa empregada e teria muita oferta. Apesar de não levar o menor jeito pro trabalho doméstico, já estava desesperada, precisava de grana.
Bom, arrumei um trabalho na casa de uma família, era um casal com 3 filhos pequenos. Tanto o homem quanto a mulher eram muito bonitos. Ela uma loira gostosona, que não se importava de andar bem a vontade em casa, e ele, um moreno saradinho, de estatura baixa, mas um gato.
Até que um dia, já há um mes na casa, enquanto eu lavava a louça senti um calor por tras de mim, logo percebi que era o meu patrão. Me assustei, mas nem me virei, com vergonha. Ele nao saiu e pegou na minha mão dizendo que ia me ensinar como lavar uma louça, enquanto seu cacete encostava na minha bunda. Fiquei com tanta raiva, me afastei depressa.
- Sr. Luis! (fictício) Quei isso!? - indaguei indignada.
- Calma... vem aqui... - falou com toda calma do mundo e cara de pau
- Cadê a Dona Ana???
- Saiu, mas mesmo que estivesse aqui, não ia achar ruim, ela até acha vc gostosa.
Meu Deus! - pensei - to fudida!
- Mas não se preocupe, se não quer, vou deixar vc aqui trabalhando.
Ufa! Senti um alívio! Não sabia o que pensava, eu precisava muito do emprego. Minha cabeça ficou a mil, vários pensamentos ao mesmo tempo. Depois fui me acalmando e pensei: acho que não vai mais se repetir, acho que ele entendeu que eu não sou dessas.
Passados uns 5 dias, Dona Ana veio me pedir pra eu dormir no trabalho dois dias seguidos, pois ela teria que viajar e precisava de alguém que ficasse com os filhos em casa. Fiquei com muito medo, sem saber o que dizer, até que ela comentou que o Sr Luis iria pra casa da mae dele, pra me deixar mais a vontade. Acho que ela sacou que eu estava receosa com ele. Aí aceitei na boa, pois pra mim, ficar longe de casa e dos problemas com meu irmão, seria uma boa.
Chegado o dia de dormir lá, levei minhas coisas, roupa pra dormir, calcinhas reserva, sutiens e mais umas roupinhas pra passar os 2 dias. Quando cheguei no serviço, notei que Dona Ana já tinha saído e tinha deixado um bilhete com as recomendações, que mais parecia um testamento. Bom, o dia transcorreu bem, era só eu e as crianças. A noite coloquei eles pra dormir, assisti um pouco de tv e fui dormir no quarto de hospedes. Coloquei meu babydoll, sem calcinha nem sutien, como era de costume eu dormir. Deitei de ladinho e me encostei no travesseiro e dormi muito rápido, tamanho era meu cansaço daquele dia.
Não sei quanto tempo eu dormira, mas acordei sentindo aquele mesmo calor atrás de mim. Sr Luis! Filho da puta! Não ia pra casa da mãe dele? Será que a Dona Ana estava sabendo disso? Será que ela ajudou? O que eu ia fazer? Pensei em fingir que dormia e assim o fiz. Ele nem se importou, segurou na minha cintura levemente, desceu a mão pelo meu quadril, pernas, subiu novamente entrando por baixo da blusinha, foi pra minha barriga e subiu pros meus peitos. Nisso senti a respiração dele começar a ficar levemente ofegante. Continuei fingindo estar dormindo. Desceu as mãos pra minha barriga, depois pros meus pelinhos da bucetinha, acariciando bem de leve, acho que acreditou mesmo que eu estava dormindo e não queria me acordar. Colocou um travesseiro, com muito cuidado, entre meus joelhos e voltou pra tras de mim e acariciar minha xotinha. Com o travesseiro minha xotinha ficava mais acessível e o dedo dele foi deslisando entre os lábios, passando pelo clitoris. Senti, de repente, um fogo na xoxota e o dedo dele passou a deslisar muito mais facilmente, pois eu tinha ficado muito molhada. A respiração dele atrás de mim aumentava. Vi que não tinha jeito, ele não ia parar e meu corpo já estava entregando meu tesão, resolvi "acordar" e mandá-lo sair de lá imediatamente!
- Calma! Fica tranquila, não vou fazer nada que não queira! - disse o filho da puta!
- Já está fazendo! - não conseguia me desvencilhar, pois ele me segurava firmemente, mas com delicadeza.
Laçando-me por trás perguntou:
- Não está gostando? Aproveita!
- Não, não estou gostando - respondi quando o dedo dele desceu pela minha xoxota de novo. Soltei involuntariamente um gemido.
- Ta vendo? Vc gosta, vagabunda!
Fiquei indignada com a forma com que ele me falava, mas uma voz dentro de mim dizia que eu realmente era uma vadia, pois se ele estava ali devia ter sido porque de alguma forma eu o provoquei, mesmo sem a intensão. Era minha culpa... Imagina! Hoje não penso mais assim, mas eu era muito inexperiente e já tinha sofrido estupro, então carregava aquela culpa.
- Por favor, me larga! - supliquei, já sem conseguir controlar minha respiração.
Meu corpo me traía, minha bundinha ia se movendo pra trás ao encontro da sua pica, que estava peladinha. Ele, não perdeu tempo, colocou-a bem devagarzinho no meio das minhas nádegas. Com um impulso, eu puxei pra frente, ele disse: Não, não, vem aqui, calma, olha não vou fazer nada, so vou deixar minha rola aqui no meio, bem quietinha, seja boazinha, vai." Meu corpo foi entrando no jogo, já não me respondia mais, deixei que continuasse, sem falar nada.
Ele, entao levou a pica até minha bucetinha molhadinha e trazia de volta pra bunda, num vai e vem. Percebi que minha bunda estava ficadno molhada com o leitinho da minha xota.
- Para! Por favor! - supliquei
- Está bem! Eu paro! - e ficou ali paradinho na minha bundinha, só que forçando levemente a pica contra meu cuzinho. Com o leitinho, ele não teve dificuldades de dar uma forçadinha no anelzinho e ele se alargar um pouquinho, deixando metade da cabeça da rola pra dentro do meu rabinho.
Ele era muito filho da puta! Tava me enrolando fácil, fácil. Mas eu, naquela hora, já estava gostando, mas com vergonha de assumir.
As mãos nos meus seios, barriga, xota até que ele, quebrando novamente o silencio, sussurrava no meu ouvido putarias:
- Gostoooosa... vadia gostooosa... dá pra mim, dá?
- Sr Luis... não... não faz isso, não posso perder esse emprego...
- Se vc der pra mim, nunca vai perder o emprego, eu e minha mulher adoramos ter uma vadiazinha em casa.
- Mas não mete no meu cuzinho, não, por favor! VAi doer.
- Ah, se eu colocar bem devagarzinho, não doi - e empurrou constantemente sua pica pra frente, só senti aquela fola grossa deslisando cú a dentro que parecia que não acabava nunca. Até que meu anelzinho encostou na raiz da pica dele, bem gostoso! Empurrei mais, como se tivesse mais pica pra entrar, apesar do tamanho já avantajado, sentindo bem o pau dentro do meu rabo, puxei pra frente de novo, até que começamos um vai e vem lento que foi acelerando... acelerando...
- Isso, vadia! Dá o cú pra mim!
Ele me virou de barriga pra baixo, com minhas pernas abertas e continuou estocando sua pica no meu cú, sem dó!
Quis dar uma de santinha e tentei me esquivar, pois sabia que naquela posição não tinha como mesmo.
- Fica! Dói, vadia? Dói?
- Dói... - respondi com vozinha de putinha chorosa.
- Então é porque está bom!
- Não... pára de socar no meu cú, para... por favor... - suplicava gemendo e falando com voz de putinha. Acho que isso deixava ele louco, porque ele acelerava e me xingava mais ainda!
- Ficou se fazendo de difícil né, puta? agora está aqui, dando o cú pra mim. Sua PUTA!... PUTA!... PUTA!... - ele foi repetindo aquele elogio rsrsr que explodi de tesão, meu gozo começou... um orgasmo muito louco, como nunca tinha sentido, parecia que não acabava mais. Até que relaxei e senti que ele se largou sobre meu corpo, tinha gozado também.
Era um misto de satisfação com vergonha do patrão.
Deu uns instantes e ele virou pro lado, me deu um tapinha na bunda e disse sarcástico:
- Seu emprego está garantido, vadia.
E saiu do quarto.
Fiquei com tanta vergonha, que no dia que minha patroa chegou de viagem pedi demissão. Hoje me arrependo, pois hoje sei a sorte que tive de ter um homem gostoso daquele comendo meu rabo e que poderia comer muito mais vezes, mas naquela época, não entendi muito dessas coisas.
TRANSANDO COM O VIZINHO
Meu nome é Lara, hoje tenho 19 anos e trabalho como secretária em um consultório médico, não vou dizer que sou linda e tenho o corpo escultural pois todas as mulheres “virtuais” se apresentam assim, sou normal. Tenho uma altura compatível ao peso, seios pequenos, bundinha engraçadinha, e minha xana não é careca, depilo normalmente sem essa de deixar toda lisa! Na cama não sou nenhuma contorcionista, gosto de tudo que me dê prazer, alias a mulherada se vangloria de transar com homens com paus enormes, eu sinceramente já tive muitos relacionamentos inclusive com um negão de tirar o chapéu como diz a Alcione pois a calcinha e o resto da roupa não precisei de muito esforço pra tirar! Pois bem tinha sim um senhor documento, indigesto eu diria mas não era nenhuma aberração do universo!
Comecei minha vida sexual muito cedo, sempre fui muito precoce, as brincadeirinhas de médico já prenunciavam que eu seria muito sapeca na adolescência. Aos 13 anos arrumei um namoradinho, ele tinha 17 e obvio que estava com os hormônios à flor da pele, nunca vi uma criatura ficar com o pau duro por qualquer motivo, se eu beijasse o bichinho crescia, se a falasse no pé do ouvido também... um dia eu deixei que ele chupasse meus peitinhos ...nossa ele quase enlouqueceu, ficou horas no banheiro! Mas essas sacanagens terminaram com o namoro pois minha mãe nos flagrou nas escadas do prédio, eu já bem safadinha de boca no pau dele.
Minha mãe só não contava que o perigo morasse ao lado, o novo vizinho era um gatinho, 19 aninhos e eu apesar da pouca idade aparentava mais, não demorei a fazer amizade com ele que havia acabado de entrar na faculdade. Minha mãe trabalhava o dia todo e eu estudava de manhã e ele também, morava sozinho pois era de uma cidade do interior. As vezes a tarde ficávamos trocando ideia através de nossas varandas que eram coladas.
Eu já havia percebido que meu vizinho me observava muito discretamente todas as vezes que eu entrava ou saia de casa através do olho mágico. E um dos porteiros já brincara comigo sobre estar fazendo sucesso com o novo morador. Era um fim de semana e como morávamos perto da praia terminamos nos encontrando no elevador e marcando de irmos juntos no dia seguinte até porque outras meninas do prédio iriam e ele não conhecia ninguém.
Na manhã seguinte “ por acaso” descemos no mesmo elevador, esperei o resto da galera, fiz as devidas apresentações e fomos para a praia.
Na areia pude notar que ele não tirava os olhos da gente, eramos menininhas bonitinhas, e uma das meninas ficara doidinha com ele, apesar de ser a mais velha da turma, tinha 18 anos era a mais sem sal. Meu biquine era bem avançadinho, deixava o bumbum bem ao ar livre, uma espécie de fio dental comportado mas que eu fazia questão de deixar cravadinho só para os meninos babarem. Claro que meu vizinho tava olhando até porque deitei com a bunda virada pra ele! Era sim pra provocar!!! Na praia mesmo combinamos de sair para um sorvete e claro convidamos o Igor, meu vizinho. A noitinha eu colocara um shortinho curto e um top decotadinho, barriguinha de fora e lá fomos para o sorvete...
Muito atolada, a minha amiga sem sal esbarrou em mim e o sorvete desceu pela barriga, Igor delicadamente me ajudou a limpar não sem antes falar uma gracinha ... é realmente ele tinha razão, noutra situação ele chuparia aquele sorvete...
Na segunda depois das aulas passei na padaria e comprei um pote de sorvete, colocaria em prova a gracinha dita pelo Igor, deixei recado para que ele me ligasse. Já passava das duas horas quando ouvi o barulho da porta ao lado, olhei era ele, abri a porta esquecendo que estava de calcinha e uma blusa larga...Igor olhou de cima em baixo deu um sorrisinho meu safado e perguntou o que eu queria...
_nada demais, você vai fazer alguma coisa agora à tarde?
Igor me encarou como quem já imaginasse alguma coisa bem sacana...
_Depende de você...
Ali eu senti que não precisaria de muito esforço para ficar com ele...
_ Ta bom, vou deixar você almoçar e daqui a pouco trago a sobremesa – disse maliciosa batendo a porta na cara dele.
Botei minha calcinha mais sexy, era de rendinha transparente e bem pequena...um vestidinho curtinho de tecido leve e sem sutiã, passei a mão no sorvete e toquei a campanhia. Propositalmente ele atendeu de toalha...e mandou que eu entrasse.
Sentei no pequeno sofá enquanto ele ia se trocar, voltou com um shortinho solto que dava pra perceber que não usava cueca.
_ Oba sorvetinho...essa é a sobremesa Lara? Disse malicioso
_Pode ser...já almoçou?
_humm não, estava esperando você...
_Eu? Já almocei , obrigado...
Igor sentou-se do meu lado me puxou para seu lado beijando meu pescoço...e dizendo baixinho que eu era o almoço...fiquei arrepiada, ele pode perceber os bicos do meu peito durinhos ...
Os beijos foram esquentando...dava pra sacar o volume no short dele, alias dava pra sentir pois ele estava por cima de mim no sofá, com os amassos meu vestido levantara e a calcinha ficara à mostra...
Igor estava quente...lembramos do sorvete e ele foi guarda-lo, voltamos ao rala no sofá, meu vestido já estava a metros de distancia...eu estava só de calcinha que com o calor e as caricias de Igor parecia molhada. Igor me deixou ali deitada e voltou a cozinha trazendo o sorvete e uma colher...jogou uma colherada em minha barriga e começou a lambe-la eu me contorcia...a boca gelada abocanhava meus peitinhos e chupava com vontade...eu ronronava de tesão. Igor tirou minha calcinha...
_ Hum Lara você tá pegando fogo...
Igor mais uma vez usou o sorvete...desta vez jogou na minha bucetinha que fervia de tesão. Senti o geladinho e o sorvete derretendo Igor com uma rapidez lambeu todo o sorvete, sua língua entrava em meu buraquinho enquanto eu rebolava de tanto tesão...não percebi que ele estava sem o short, me colocou sentada em seu colo roçando aquele pau gostoso na minha bunda...
Eu percebia que Igor estava se controlando para não me comer...por medo.
_ Lara você é virgem não é? Perguntou preocupado...
_ Se faz tanta diferença...por enquanto ainda sou, por enquanto!
Igor riu. Foi ao quarto, voltou com uma pomada...na hora gelei.
_ Tou doido de tesão, se a gente ficar nesse rala aqui vou morrer, nem punheta vai me salvar...
Na tentativa de ganhar tempo abocanhei o pau dele...a punheta podia não resolver mas um bom boquete...
Igor desmontou...me puxou a cabeça que senti o pau na garganta...o tesão era tanto que ele não falava nada que eu conseguisse entender a não ser não para, vou morrer, ai meu Deus...como as pessoas são religiosas nesses momentos...
Igor não conseguiu segurar e um jato forte invadiu minha boca..engoli sobre os olhares atentos e delirantes dele...o gosto arggg era horrível. Mas não sobrou uma gota...Igor estava mole no sofá, repirava ofegante, revirava os olhos... subi sobre ele esfregando a bucetinha em seu pau recém amolecido pude acompanhar o renascimento da fênix...
_Lara você é doida menina...a cabeça do pau estava na portinha pronto pra entrar...
_Hoje não, vem cá...
Igor me puxou para o quarto,me colocou de quatro...eu já sofria por antecipação, senti a língua no meu cuzinho...a pontinha tentava entrar...depois senti seu dedo entrando devagarinho...sentia uma pontinha de dor mas tava gostoso, entrava e saia me preparando...senti quando ele passou uma pomadinha...entrava e saia com o dedo, ia mais fundo, remexia...uma delicia...eu estava gostando tanto que relaxara...
Igor beijava minhas costas provocando arrepios longos...percebi algo mais grosso forçando a passagem , era a cabeça do pau, parecia uma flor de tão inchada...senti uma dor quando ela entrou...devagarinho foi conquistando território ... meio decepcionado ele parou quando eu disse q não ia aguentar mais...ainda estava na metade e eu já me sentia arrombada.
Fiquei ali rebolando devagarzinho, sentindo o pulsar dele...ele tirava um pouquinho e empurrava me dando tempo para acostumar...até ali conseguia aguentar mas não dava mais...ficamos ali engatados. Num movimento rápido desengatei e me deitei de frente com as pernas abertas...minha carinha dizia tudo, queria que ele me comesse...Igor deitou-se do meu lado, nos beijávamos ardentemente enquanto ele alisava minha bucetinha molhada. Ficamos ali nos roçando...
Igor mudou a posição, fizemos um 69, a língua dele me fazia implorar para que ele me comesse...eu sentia meu mel escorrer em sua língua...gozamos.
Olhei o relógio, minha mãe não demoraria a chegar, tomamos um banho, nos trocamos e eu voltei para casa doida de tesão...mal consegui dormir pensando em meu vizinho.
Na tarde seguinte, repetimos a dose...Igor tentou comer meu rabinho por inteiro mas não deixei...quase convenci que ele me penetrasse mas ele parecia irredutível...se segurou até não poder mais...tocou uma punheta em cima de mim no meio da sala.
No terceiro dia matamos aula, esperei mamãe sair para voltar pra casa...fui direto para o apartamento de Igor, o fogo era ainda maior ficamos na cama a manhã inteira eu resolvi subi nele como quem não quer nada...esfregava minha bucetinha na cabeça do seu pau...na barriga...o bichinho estava duro, uma estaca apontando para o teto... eu aproveitei sentei com vontade naquele mastro... o desconforto não foi maior q o olhar surpreso e excitado de Igor, já acomodada sobre ele passei a rebolar subindo e descendo provocando gemidos de prazer em Igor que sussurrava delicias indecorosas...
_ Lara você é doida não podia...não para amor...minha amazona
Igor segurava meus peitinhos apertando-os com vontade...trocamos a posição...agora em um papai e mamãe era possível sentirmos o tesão um do outro...Igor parecia alucinado com as mexidas de quadril que engoliam seu pau. Ele bombava gemendo de tesão e eu pedia mais...
Não sei como consegui me levantar da cama estávamos exaustos tínhamos liberado todos nossos hormônios ali... eu mal conseguia sentar...A cama molhada de suor e uma porra rosada que denunciava meu debut na vida de mulher.
Apesar de todo aquele tesão, Igor ficara , pensativo...deitados eu podia senti-lo inquieto, ofegante enquanto me acariciava...mas bastava nossos corpos se tocarem para que ambos se conectassem de forma frenética e quente...só nos separamos quando ouvi a porta de meu apartamento abrir...estávamos os dois no sofá onde finalmente ele conseguira meter em meu rabo até o final, o som baixinho abafava nossos gemidos, apesar do susto de saber que minha mãe estava ao lado fomos até o fim, pude ver no rosto de Igor a sensação de homem saciado...tomamos um longo banho longo para relaxar...ele cuidadosamente me ensaboava e beijava minhas costas...nossa despedida naquela tarde foi sofrida pois queríamos continuar ali para sempre naquela magia...já com a mão na porta ele me puxou carinhosamente...
_ Amanhã me espera na escola...temos uma coisa importante a fazer.
Igor era um cara responsável, depois de um tempo juntos ele me confidenciou que não me comera de cara por medo, não queria ser responsável por tirar meu cabaço embora estivesse tentado a faze-lo e podíamos dar o azar de eu engravidar...prevenido no dia seguinte me levou ao médico, onde hoje trabalho, durante um bom tempo usamos camisinha, não era a mesma coisa mas o médico pela idade não achava legal eu começar a tomar remédio...claro que até os 15 anos passamos por uns bons sustos.
Hoje Igor já formado, trabalha numa grande firma de engenharia, eu acabo de passar para o segundo semestre de arquitetura continuamos morando no mesmo prédio, mas agora não preciso entrar escondida do apartamento...minha mãe já se acostumou em me ver dormir com o vizinho...
O TÉCNICO DA LINHA TELEFONICA
Meu nome é Camilla, fiz 36 anos, ruiva cabelo cacheado e branquinha... Tenho 1,77 e74 quilos mais ou menos. Separada ( graças a Deus) e mãe de um filho. Trabalho na área da educação na parte administrativa mas já dei aula muito tempo pra chegar nesse patamar. Sou muito respeitada em meu trabalho e muito putinha na cama. Eu tive muita sorte na manha daquela terça feira...
Acordei as 07:30 e liguei o telefone para testar e nada de arrumarem minha linha telefônica e consecutivamente meu sinal de internet. Eu estava muito brava. Resolvi tomar um banho morno e me tocar de leve para relaxar, afinal eu estava só em casa, Lucas estava no trabalho e ia direto pra facu e eu só iria trabalhar a tarde por conta de uma audiência com os alunos da facu, onde eu sou coordenadora. Podia desfilar nua dentro de casa se quisesse kkk. Entrei no banheiro liguei o chuveiro... Aia aiii era ótimo. Deslizei minhas mãos pelo meu rosto e toquei meus seios... Meus biquinhos estavam duros eu me sentia enlouquecida. Com uma mão massageando meu seio direito desci a mão esquerda ate minha bocetinha certificando que estava quente e meladinha. Eu estava muito excitada. Descontrolada, sem muitas opções naquele momento, peguei meu frasco de shampoo estrategicamente roliço, e abaixando de cócoras apoiando o frasco de shampoo no chão, abaixei quase sentando em cima dos calcanhares sentindo aquilo penetrar lentamente enquanto apertava masturbando meus seios durinhos com as duas mãos. Eu subia e descia lentamente pra não me machucar, fiz isso muitas, muitas vezes enquanto sentia a água morna cair da cabeça aos pés. Estava em feliz... Gosto de me tocar...
De repente ouço o interfone tocar varias vezes, pra variar. Levantei e desliguei o chuveiro. Apanhei apenas o roupão e desci as pressas para ver no interfone quem era afinal pelo jeito que tocou o interfone pensei que era fogo na vizinhança, que raiva! Era o técnico da linha telefônica!
De dentro de casa apertei para abrir o portão e pedi da porta mesmo que ele entrasse afinal eu estava de roupão. Com cara feia ele entrou e disse: Meu nome é Denis, vim ver o problema da linha, mas já estava indo embora ‘viu dona’. Pois estou tocando a mais de dez minutos e pensei que não tinha ninguém em casa. Constrangida, me desculpei observando o sotaque forte e rude aparentemente ele era do nordeste, então já viu né. Aleguei estar no banho e não ter ouvido. Pensei comigo: estava tão bom que me perdi em minhas fantasias, até parece que eu ia ouvir algo que não fosse meu gemido.
Ele era um homem novo, uns 40 anos. Mais alto que eu e um corpo comum, braço forte, mas podia ver uma barriguinha kkk... De sua blusa saia alguns pêlos de seu peito. Mãos grandes e boca carnuda como gosto. Com os cabelos molhados percebi que acabara de entrar no trabalho, imaginei, pois podia sentir o cheiro de sabonete fresco no ar. Eu fiquei imaginando sua ferramenta de trabalho kkk.
Então sem mais delongas, mostrei para ele onde estava a caixinha do telefone e quando fui inclinar o corpo para mostrar a fiação, o roupão abre levemente deixando um de meus seios a mostra, evidenciando meu biquinho ainda duro de tesão. Percebi que o técnico olhou, e mordeu os lábios discretamente. Nesse momento levantei imediatamente e ele levantou junto deixando nosso rosto muito próximo, com os lábios quase se tocando. Senti o calor do corpo dele no meu. E por quase dez segundos, permanecemos ali olhando um para o outro, calados, parados.
Quebrando o silencio, olhei para aquele homem e pedi licença e disse que já voltaria, pois ia me vestir. E virando rapidamente sem esperar resposta, subi os degraus da escada em direção meu quarto, antes que eu fizesse loucura. Assim que entrei no quarto encostei-me na porta respirando aliviada. Então caminhei para o guarda roupas e colocando a testa na porta fechei meus olhos buscando controle. De repente senti uma mão em meu ombro tampando minha boca e virando-me rapidamente de frente e então vejo que era o técnico ali parado. E agora meu deus? Mordendo os lábios ele falou pausadamente. Fique calma. Vou destampar sua boca, e vou te beijar. Se você gritar eu paro e desço pra sala, termino meu serviço e vou embora. Se você me beijar, vou te jogar na sua cama e te sentir todinha em mim. Eu percebi que ele estava inseguro se eu queria, e cauteloso foi enfiando a mão dentro de meu roupão, ele tocou com o dedo em minha bocetinha, que encharcada engoliu o dedo dele todinho. E empurrando um segundo dedo ele completou: Você esta molhadinha e quente, não tenha medo de mim, eu sinto que você quer também, eu sou do bem. Ta? E balando a cabeça, ele tirou a mão de minha boca e me beijou, mordendo meus lábios, superiores e depois os inferiores suavemente. Uma loucura, enquanto me beijava ele explorava rudemente minha bocetinha, espalhando meu melzinho todinho. Eu gemia muito, Era uma delicia. E passando a língua em minha orelhinha ele disse baixinho: sua bocetinha é apertadinha, muito apertadinha. Qual seu nome ruivinha? Respondi baixinho: Camilla e mordi os lábios.
Então abrindo totalmente meu roupão ele observou todo meu corpo por uns instantes e virando-me de costa, ajoelho e passou a lamber minha bunda e chupar minha bocetinha dando mordiscadinhas. Ele estava se deliciando em mim. Eu gemia de tesão apoiando as mãos no guarda roupa pra não cair. Enfiando os dedos nos lábios vaginais ele abria e me chupava todinha. Eu me contorcia de tesão. Sentia minhas pernas tremer todinha. Então ele parou e me conduziu pra cama me sentando na beirada e falando: Não vou te forçar a nada, Camilla, apenas quero fazer amor com você. Você quer? Parece assustada. Podemos parar se não quer?
(Sim, eu queria e muito.) Então sorri e tirei a camisa do uniforme dele como um ‘SIM’, tocando naquele peito cabeludo, acariciando os braços fortes, enquanto ele desabotoava a calça levantou se e se despiu totalmente olhando em meus olhos. Sinceramente, era muito melhor que masturbar com shampoo. Então não pensei duas vezes, ajoelhei cai de boca na sua vara que estava dura. Ele em pé segurava minha cabeça com os dedos dentro de meus cabelos me conduzindo a engolir todinho. Seu pau tinha uns 16 cm e era grossa. No tamanho ideal para mim naquele momento. Sentindo o gosto de macho que amo ter em mim, eu chupava com força sentindo-o tocar minha garganta. Salivando deixei aquele mastro todo melado. Eu o chupava e olhava em seu rosto com a cara mais safada que sei fazer, pois estava muito bom... Não era sempre que eu tinha um bruto, gostoso e que me deixava louca em casa kkk.
Então já enlouquecido ele me conduziu a deitar na cama me fazendo totalmente em suas mãos. Abaixado na beira da cama ele segurou-me pelos tornozelos de pernas abertas, o colocando seu pau duro e melado com minha saliva em minha bocetinha forçando a penetração. Que Maximo! Ele metendo aos poucos gemia falando muitas sacanagens. Senti-oele depositar parte do peso de seu corpo na penetração maravilhosa. Ele empurrava e timidamente, acho que pra não me assustar chamava-me de gostosa, safada. Pedia: vem putinha, ‘dá’ pro seu macho. Ameaçando-me a todo tempo: Ruiva gostosa, vou-te foder todinha minha cachorra... Hoje vou te satisfazer nem que eu perca o trampo, nem to... Pede pra eu te foder, pede... E eu que amo ser tratada assim (por isso não me caso nunca mais), entrei na onda sem pudor arreganhando o Maximo pro macho que me fazia mulher naquela manha aproveitando que só iria trabalhar de tarde.
E nesse momento, delirando junto, ele passou a bombear mais forte. Eu estava enlouquecida, gritando pra ele me comer mesmo, podia me arrombar a danadinha, pois estava maravilhosa aquela trepadinha matinal kkk.
Eu estava toda abertinha pra ele naquela posição que podia sentir o pau ao fundo de minha danada molhadinha de tesão. Ele suava e não parava de bombear minha sofrida boceta raspadinha e apertada. Ele me beijava a boca sem parar de empurrar ‘rola’ dentro.
Depois de muitas estocadas fortes ele desceu as mãos em minhas cochas forçando ainda mais a abertura de minhas pernas e a penetração era muito profunda. Eu gemia alto e não querendo parar de ‘da’ pra ele, eu pedia , implorava pra ele se conter pra não me machucar. Eu sentia um misto de tesão, dor e delírio.... Que loucura! Gemendo pedia alto: me fode Denis, me pega gostoso, mas cuidado, ta doendo... Minhas suplicas era em vão, ele metia mais rápido e forte com o olhar fixo em mim. Parecia um animal com fome. Confesso que senti medo naquele momento. Sempre meti com quem eu bem quis, em casa ou no trabalho, muitas vezes estranho de uma única ‘foda’. Era um risco de uma safada nata, minhas taras são mais forte que minha razão. E percebendo minha agonia excitante, ele num passe rápido abocanhou minha boceta naquela posição, arreganhada e chupou-me com força me lubrificando mais ainda aliviando-me magnificamente. Desesperada eu tocava meus seios alternado as fricções nos biquinhos... Que delicia, eu pensava tentando eu mesma chupar meus seios todo magoados e vermelho por minha deliciosa culpa. Então abusando de meus delírios ele mordiscou meus lábios vaginal devagar seguidas vezes me fazendo gemer de tesão e em seguida deitando na cama e disse: vem ruiva assanhada, senta no seu homem, vem... Lógico que obedeci! Aquele ‘cabra da peste’ delicioso deitado em minha cama me mandando cavalgar em cima dele. De cócoras sentia seu mastro me arreganhar de novo, então lembrei do shampoo e ri por dentro, estava feliz por ter uma ‘tora’ me arrombando de verdade, sou mulher, prefiro ‘dar’ de verdade mesmo.
Como uma ordem, sentei em seu mastro e passei a rebolar sentindo seu pau encaixar em mim. Ele sentado na cabeceira da cama, mamava meus peitos furiosamente. Estávamos eufóricos de tesão. A foda selvagem recomeçou com toda a força. Sentada em seu pau eu subia e descia rebolando sentindo minha ‘danada’ engolir aquele macho que estava me fazendo esse favor, rsrs. ‘Como sou vadia’, eu pensava e rebolava mais e mais.
Mordiscando meus biquinhos Denis mamava meus seios sugando com muita força. E entre suas sugadas ele me dizia: que sorte eu tive hoje, você é uma ruiva linda e gostosa. Eu estava numa seca da porra, e você ta dando um talento no nego aqui em. Eu já havia transado aquela semana duas vezes com meu chefe, mas estava num fogo daqueles. Hormônios eu pensei kkk. Então eu ri e disse: Pode me provocar seu putão, mas não para de meter que você vai me fazer goza e molhar seu pau todinho. O favor é você que ta me fazendo e não só eu.
Gostosa, fogosa e uma bela mulher. O que quero mais? Dizia metendo forte em minha danada. Sentindo quase sair leite de suas sugadas fortes eu pedi: Me possui toda Denis, come meu cuzinho também?
Pede de novo. Ele pediu sem entender bem.
Por favor, Denis, fode meu cuzinho agora! Disse pausadamente.
Tem certeza Camilla? Quer anal comigo? Perguntou confuso e contente claro.
Eu quero e como quero! Sem perguntar mais nada e rapidamente ele ajudou-me a levantar e de costas apoiando-me na cadeira do PC Denis enfiou os dedos em minha bocetinha e espalhou por todo meu cuzinho. Achando que estava pouco lubrificado e vendo seu pau duro como ferro, ele abaixou e lambuzou meu cuzinho com sua saliva enfiando a língua dentro sem dó. E já em pé novamente enfiou lentamente sua rola e disse segurando-me pela cintura: Camilla, você é muito gostosa sua safada. Mete muito bem sua vadiazinha. Sentindo um pouquinho de dor quando passou a cabeça forçando, fechei o cuzinho sem querer e ai Denis gemendo me dando dois tapas na bunda: Ai carai... Não trava essa porra não. Pediu rola, vai ter! Então comecei a rebolar para entrar logo aquele pau sentindo um desconforto. E cuspindo na própria mão Denis, passou no meu anelzinho e em sua tora pra facilitar, mas sem tirar de dentro. Que delicia... Que dorzinha.
Eu pedia mais e mais... Gemendo eu falava: vem seu cachorro, me arromba. Aiii que dor.
Vem meeetttee mais, não agüento mais de tesão ...
Denis pingando suor junto do meu socava mais ainda sua vara me fazendo os meus pés levantar do chão a cada estocada até que seu pau varou e entrou totalmente alargando minha preguinhas, então eu gritei de dor! Imediatamente ele tampou minha boca com a mão e com a outra ele devastava minha bocetinha sem dó de mim... Estávamos brutos e excitados. Há tempos num metia assim. Que delicia, Denis e eu mexíamos na mesma sintonia num vai e vem frenético. Eu apertava meus seios sentindo eu ia desmaiar de tesão. Sentia tonta de delírio.
Denis metia com uma força deliciosa enquanto enfiava os dedos arreganhando minha boceta úmida. E já desesperada, sem força e tonta explodi em orgasmo sentindo meu gozo escorrer pernas abaixo molhando a mão do técnico sem força até pra gemer alto. Achei que ia desfalecer. Ele sorriu feliz por ter satisfeito essa fêmea, que diga se de passagem tem muita experiência no ramo sexual e casual kkkk. E nesse mesmo momento ele uivou dizendo:
Toma minha putinha, toma leitinho desse macho. E empurrava mais forte. Achei que ia ser arrombada de vez, mas que na transa toda. Ele me levantava do chão a cada estocada e segurando transando a mão em volta de meu tórax e metendo fundo e me protegendo de uma queda. Que delicia. Gemi alto e feliz observando nossos corpos se abaixar juntinho até o chão. Ainda abraçados ele pediu pra tomar banho, se possível e eu fui com ele tirando mais casquinha, claro... Após o banho fiquei de roupão na sala observando ele consertar a linha. Abria o roupão e muitas vezes eu coloquei meus seios na boca dele pra desconcentra lo. E todas às vezes ele aproveitou da oferta parando o trabalho e trocando caricias comigo. Eita cabra fogoso... Foi muito bom, muito mesmo minha linha ficar com defeito, kkk, me diverti até ele ir... Então ele consertou foi embora e eu deitada no sofá relembrei entre sorriso de minha boa sorte de hoje, me preparando para enfrentar o longo dia estressante de trabalho, problemas e reuniões onde sou respeitada como uma profissional bem sucedida, um líder extrovertida, porém de respeito. Uma coisa não tem nada a ver com a outra!
MORENA NO ONIBUS
Em viagem de férias para Cascavel, oeste paranaense, para visitar alguns parentes e apreciar a beleza de uma das maiores cidades do Paraná.
Em uma bela manhã de quinta-feira, levantei bem disposto tomei café e fui aos camelos da Rua Carlos Gomes olhar as novidades e algumas bugigangas do Paraguai.
Então, caminhei um pouco decidido ir ao Supermuffato tomar um sorvete, quando me coloco ao lado da pista para atravessar vejo vindo devagar, passos bem compassados de blusa vermelha e short de lycra preta tão colado que desenhava em relevo os detalhes de sua minuscula calcinha. Não pude deixar de notar as coxas grossas e bem torneadas, assim como, aquele olhar firme e seguro.
Ao se aproximar admirei mais ainda seus olhos castanhos claros circundados por uma maquiagem azul esverdeada que os realçavam de maneira espetacular.
Ela passou por mim em frente a banca de jornais e parou no ponto de ônibus, fui atrás dela e também parei no ponto quando ela vira e me encara com um sorrisinho preso ao canto do lábio.
Senti um frio na barriga, e mapeio todo seu corpo. Notei que estava sem sutiã com aquela blusa vermelha de tecido leve que repousava suave sobre seus lindos seios, deixando saliente as aureolas sob o tecido. Não preciso nem me reportar sobre seu perfume, cítrico levemente amadeirado, uma delicia.
Já era próximo ao meio dia, e estavamos so nos dois ali, olhei firme em seu olhos, com aquele "tim" de "ai se eu te pego...", e a saudei com bom dia e fui puxando conversa para quebrar o gelo. Descobri que ela estava indo para próximo a rodoviária, e pucha pensei em ir mas, era muito longe para ir e voltar antes do almoço.
Resultado, acabei embarcando junto com aquela linda, deliciosa e muito simpática morena. O ônibus estava lotado, mal coubemos la dentro.
Eu estava atras dela, e com todo o aperto colei meu corpo ao dela já com algumas segundas intensões e fomos conversando, e a cada solavanco que ônibus dava ela encaixava em mim e sentia meu pênis, agora duro como rocha, ser comprimido por aquelas deliciosas ancas. A sensação era fantástica, não tem como explicar, estava explodindo de tesão.
Observei ela, os pelos de seu braço estavam arrepiados, e nem conversávamos mais, as palavras já não eram necessárias.
Coloquei minha mão esquerda em seu quadril e senti ela suspirando, então deslisei a mão direita de seu quadril para sua b
barriga e por cima da blusinha massageei com movimentos suaves e circulares subindo e descendo. Me dei conta que ainda estávamos no ônibus, e observei me certificando que ninguém notara o que estávamos fazendo.
Fui mais ousado e coloquei minhas mãos por de baixo da blusa e cheguei a seus seios, minha nossa, as aureolas estava durinhas e bem para cima. Quando os apertei e iniciei a massagem ela jogou seu corpo sobre o meu, repousando sua cabeça em meu ombro e sussurrou em meu ouvido: - Você é muito malvado!
Foi quando desci a mão até sua vulva, passando os dedos por sobre sua vagina, ela relaxou seu corpo sobre o meu, segurando firme e massageando seus seios.
Com muito jeito, coloquei minha mão por dentro do short e da calcinha, que era minuscula, e comecei a explorar sua vagina que babava de tão molhada. Me concentrei em estimular o clitóris, deslizando os dedos do clitóris para o centro e do centro da vagina para o clitóris. Ela começou a mover suavemente o quadril, alternando o movimento e sua direção. fiquei doido. Tentei penetrar meus dedos, mas foi impossível, por que o short era muito justo. Continuei com a massagem e não demorou muito senti escorrer com força, ela se contorceu e ficou ereta se contorcendo, aumentei o ritmo dos movimentos senti ela tremer e empurrar sua bunda deliciosa contra meu pênis duro como um osso.
Tirei minha mão e cheirei, que delicia de perfume. Ela me olha e sorri.
Então se encosta novamente em mim relaxando seu corpo sobre o meu, quando sinto suas mãos em minha cintura e aos poucos pegando, massageando e apertando meu pênis. Foi incrível, senti que iria explodir.
Com jeitinho especial agora ela coloca as mãos por dentro de minha calça e inicia um movimento delicioso e alucinante de vai e vem, alternando a velocidade e a força. Não demorou e esporrei em suas mãos.
Com uma cara de safada ela vira para mim, e vai lambendo os lábios. Foi uma cena expectacular.
Ela vira novamente de costas para mim e eu a abraço pela cintura, pena que já estávamos chegando ao destino.
Descemos juntos, ela me disse que morava ali pertinho e queria que eu fosse ate sua casa, a puxei e beijei com paixão e desejo.
Fomos a sua casa, tinha muito gente, parentes seus que estavam de visita, esperei ela trocar de roupa e sai para voltar embora. Ela me acompanhou ate a rodoviária, onde tomei um táxi para voltar, nos beijamos muito e fui embora.
Ela me deu seu celular e seu msn, as vezes conversamos. Pois, tive de voltar para minha cidade para resolver alguns assuntos. Mas, espero voltar e terminar o que começou aquele dia no ônibus.
PAPAI FODEU MINHA BUCETINHA
Pra começar, podem me chamar de Lu, tenho 14 anos, tenho 1,70 de altura, 60kg, branquinha, cabelo até na cintura, peitos grandes e bunda muito grande.
Em uma noite eu estava de bobeira em casa, e meu pai estava no quarto dele. Eu comecei a ver pornô, deis dos meus 12 anos. Estava no computador e comecei a me excitar. Procurei por sites e vídeos mais nada me satisfaziam. Resolvi ir ao quarto do papai, e pedi pra dormir com ele. Ele disse que podia e que era pra eu pegar minhas coisas.
Busquei minhas coisas, e meu pai estava só de cueca, deitei na frente dele e fiquei de costas pra ele só de calcinha e blusa sem sutiã.
Meu pai me abraçou por trás e dormiu. Eu continuava dormindo feito um anjo, quando senti um movimento estranho do meu pai. Ele estava apertando meu corpo contra o dele muito forte, senti o pau dele aumentando na minha bunda cada vez mais. Quando comecei a sentir, rebolei de leve, e ele começou a passar a mão na minha bucetinha.
Eu estava bem molhadinha, ele colocou a calcinha de lado e veio pra cima de mim, começou a lamber e chupar minha bucetinha todinha, enquanto eu gemia o nome dele bem alto e puxava o cabelo dele.
- Vai papai, chupa minha bucetinha bem gostoso isso, e rebolava na cara dele cada vez mais. Ele segurava minhas pernas e enfiava a língua lá dentro em círculos atingindo meu ponto G.
- Isso papai, eu vou gozar na sua boca cachorro, chupa gostoso, vaaaai papaaaaaaai, voou gooooozaaaaar e gozei na boca dele. Ele me olhou e sorriu malicioso.
Levantou-se, veio até a mim, tirou sua cueca eu comecei a alisar seu pau todinho, coloquei ele todo na minha boca, até quando eu conseguia a um ponto de quase me engasgar com aquele pauzão na minha boca, ele segurava minha cabeça e enfiava cada vez mais, eu mexia nas suas bolas, chupava só a cabecinha, dava mordidinhas, roçava meus dentes no pau dele todinho. Ah chegar um ponto que ele falou:
- Isso putinha do papai, mama gostoso, papai vai gozar na sua garganta sua cachorrinha e me deu um tapa na cara, quando senti mordi um pouco forte e ele gozou tudinho na minha boca, me fazendo engasgar. Eu engoli a porra dele todinha. Olhei pra ele
- papai come a minha bucetinha, fode ela fode
Ele me colocou de 4, começou a fuder minha buceta como nunca alguém tinha fudido antes, ele metia muito forte e me dava tapas na bunda, deixando ela toda vermelha, eu rebolava no pau dele como uma cachorra no cio.
- Isso vagabundo, arregaça minha bucetinha vai e gemia muito alto
- Você quer que eu arregace sua buceta sua putinha do caralho, geme pra mim cachorra geme e puxava meu cabelo como se fosse arrancar eles
Eu gemia muito alto pra ele, e rebolava naquele pau gostoso. Quase gozando de novo
- Papai, come meu cu come
Ele deu uma risada
- Você é uma vagabunda mesmo né? Vou arrombar seu cu sua putinha
Ele abriu minha bunda, cuspiu no meu cu, deu uma chupada que eu quase gozei. Ficou passando a cabecinha no meu cu enquanto ele piscava, e de uma vez só meteu nele, eu dei um grito muito alto, quase chorando e rebolando
- Doeu foi vagabunda, você pediu pra eu fuder seu cu, eu vou acabar com ele
Ele socava muito forte, e dava muitos tapas na minha bunda enquanto eu gritava e gemia pra ele.
- Aiiii caaaralho, taaa doendo papai, para para
- Parar? Vou acabar com você. VocÊ não queria fuder vadia?
Ele não parava de socar, até que eu gritei
- Vou gozar cachorro, to gozaaando olha minha porra quentinha no seu pau olha
Ele começou a mexer na minha buceta, comecei a tremer de tanto tesão e ficar com o corpo mole, mais ele não parava de socar no meu cuzinho,
- Que bucetinha gostosa, e me deu os dedos dele pra eu chupar, eu chupei os dedos deles
- Papai, goza no meu cuzinho goza
Quando ele ouviu isso, ele deu uma socada muito forte e começou a gozar tudo no meu cu, e eu sentindo aquela porra quentinha escorrendo pra minha bucetinha. Nós dois caímos na cama e dormimos..
Continuo no próximo conto ;]
CARNAVAL DELICIOSO
Como está chegando o carnaval, vou contar algo que me aconteceu certa vez num carnaval.
Nunca gostei do carnaval, por isso resolvi, uma vez, fazer algo diferente e fui passar alguns dias em um hotel fazenda.
Fui sozinho mas logo me enturmei com o pessoal mais velho, vamos dizer assim, e fiz amizade com um casal, Alberto e Suzana, ele com 40 anos e ela com 33, uma mulher muito simpatica, dona de um corpo maravilhoso.
Ficavamos sempre juntos, papeando na caminhada, na piscina, etc. Alberto era um cara simples e meio fechadão.
Uma noite tivemos uma festinha e o Alberto chutou o balde, bebeu várias, quando eu estava me despedindo pra ir dormir a Suzana me pediu se ajudaria ela a leva-lo para o quarto,claro que ajudei, e tive de praticamente carregá-lo, pois estava quase apagado.
Coloquei ele na cama do quarto dos fundos, sendo que eles tinham um quarto duplo, pois ela havia comentado comigo que era o único disponível quando fecharam o pacote, e saimos para o quarto da frente.
- Poxa não sei como te agradecer, e me sinto envergonhada pelo que o Alberto fez.
- Deixa disso, você não deve ficar assim, nem pega bem, afinal uma mulher linda como você não deve ficar envergonhada pelo que os outros fazem.
- Ah, para... nem sou tudo isso.
- Não seja modesta, você é mulher de parar o transito.
- Obrigada, mas nem o Alberto acha isso...
- Tenho certeza que acha sim.
- Se ele achasse me procuraria mais....- E ficou vermelha.
- Como assim? - Nesse momento já comecei a sentir meu pau endurecendo e fazendo volume na bermuda.
- Desculpe, mas acho que já estou falando demais....
- Que é isso, pode contar comigo, gostei muito de vocês e faço o que estiver ao meu alcanse pra ajudar. - Falei isso e me sentei na cama fazendo sinal pra ela sentar ao meu lado e o Alberto roncando muito alto no outro quarto.
- Bem é que estamos meio em crise, e quase não transamos mais....
- Não fala isso. - Disse pegando em sua mão e percebi que ela olhou direto pro volume que se fazia mais eminente. - Eu não conseguiria deitar ao seu lado sem querer te agarrar.
- Como assim? - Ai fui protudo ou nada, estava com um baita tesão naquela mulher.
- Você é linda, tem um corpo que é um tesão.
- Você acha? - Perguntou com um brilho no olhar que me acendeu mais ainda.
- Se eu acho? Veja você mesma. - E coloquei a mão dela sobre o meu pau que latejava de desejo.
- Que é isso? - E ameaçou tirar a mão, mas segurei mais firme olhando ela nos olhos.
- É a prova de como você é um tesão. - Então ela começou a apaupar.
Puxei ela e dei-lhe um beijo delicioso, que boca ela tinha, ela foi relutantemente correspondendo e eu que não sou bobo, já peguei naqueles seios médios maravilhosos.
Agora não tinha mais volta, em poucos segundos estavamos os dois sem roupa, e ela não se fez de rogada e começou a chupar meu pau, e dizer que o marido não gostava que fizesse isso nele, que ele só fazia papai-mamãe com ela.
Fiz ela se virar e fizemos um 69 delicioso, com ela gozando em minha boca, nesse momento ela ficou alucinada e girou montando em meu pau e cavalgando como uma louca, gemendo e me chamando de seu macho, que pau gostoso, me fode com vontade.
Como sou muito obediente...kkkk... fiz ela sair de cima e coloquei de 4 e soquei a pica sem dó naquela buceta deliciosa.
Peguei ela pelo cabelo e enfiava com vontade, até me esqueci que o corno estava no outro quarto.
Dei uns tapas naquela bunda incrivel dela e ao ver aquele cuzinho piscando não resisti e enfiei o dedo, o que a assustou, pois nunca fez anal, mas segurei ela firme e não deixei fugir da vara, e logo ela começou a gostar e gozou de novo no meu pau.
Eu estava quase gozando também, mas queria que fosse no cuzinho dela e pedi pra comer ele.
- Não sei, dizem que doi, tenho medo, nunca fiz.
Nisso eu já tinha saido da buceta, pois caso contrario acabaria gozando e desci pelas costas dela e comecei a lamber o anel do meu desejo e acariciar o grelo inchado dela.
- Hummmmm, faz assim nãaaaaoooooo.....hummmmmmm
E então ela começou a gozar de novo....
- Vai mata seu desejo que você esta já me deixou louca, fode meu cu meu macho gostoso, mas vai com carinho....
Nesse momento já encostei meu pau na buceta e passei ele puxando o máximo de líquido possível pra ajudar na lubrificação e encostei ele na porta do cuzinho dela, passei uma mão pra baixo dela sobre o grelo e a outra segurei meu pau ali pra começar a romper o cabaço anal dela.
- Empina essa bunda que eu vou fazer você uma puta completa hoje.
- Vem me... faz suuuua.... putaaaaaa... - E já estava gozando de novo comigo acariciando o grelo dela.
Comecei a entrar e ela soutou um aiiii..... e quiz fugir, mas segurei ela firme.
- Calma que é como perder o cabaço da buceta, doi um pouquinho até ele entrar todo, mas depois você vai gostar.
Então entrou a cabeça e ela tentou fugir de novo, mas eu segurei ela firme ficando parado.
- Ai para, ta doendo, acho que eu não vou aguentar....
- Fica quietinha que você aguenta sim putona, mas se tentar sair agora eu vou socar com tudo e ai você vai ver o que é dor vagabunda.
Ela então soutou mais um gemido e ficou parada somente estremecendo, e eu fui enfiando e sentindo as preguinhas se abrindo pro meu pau.
- Para por favor não aguento mais....
- Não precisa aguentar vadia, já entrou tudo.
Então ela levou uma mão pra trás e sentiu.
- Viu gostosa
Nesse momento ela começou a rebolar e eu iniciei o vai e vem bem lento.
Ela tava gemendo e começou a ficar mais rápida a respiração.
- Vai filho da puta, soca essa pica no meu rabo, como isso é gostoso, mete....mete...me arregaça pro corno ver depois que eu dei prum macho de verdade....ahhhh
Eu não pensei duas vezes e comecei a socar com vontade e que cuzinho gostoso ela era aquele...
Logo eu avisei que iria gozar, então ela começou a tremer toda e morder meu pau com o rabo, não resisti e enchi ele de porra.
Meio que tombei em cima dela e ela arriou na cama, ficamos um tempinho assim e eu disse.
- Agora você vai ter de limpar meu pau, vamos pro banheiro e vai lavar a pica do teu macho, porque a apatir de hoje você é minha putinha.
Ela sorriu, eu sai de cima dela e fomos para o banheiro onde ela lavou meu pau e depois chupou ele até eu gozar de novo e lógico que como uma boa puta eu fiz ela engolir tudo.
Sai dali e fui para o meu quarto dormir.
Nos dois dias seguintes ainda fizemos mais algumas coisinhas, mas isso fica pra um outro conto.
FETICHE COM O BORRACHEIRO
Eu estava longe de casa e o meu pneu furou, andei empurrando a bicicleta até que achei uma borracharia. Entrei e tinha um cara todo sujo e feio sozinho, ele era moreno pardo e estava todo descabelado e com um macacão sujo aberto até o umbigo. Pedi pra ele arrumar o pneu e perguntei se ele tinha um banheiro para eu lavar o rosto, pois eu estava suada. Ele me mostrou um banheiro que ficava no quartinho no fundo, e eu fui lá. Tinha um monte de posters de mulheres peladas na parede do quarto e do banheiro. Pergunta se eu não fiquei excitada com a idéia do cara ficar ali naquele lugar batendo punhetas para essas mulheres. Aí eu me lembrei que estava sem dinheiro e nem bolsa nem nada, e pensei, e agora?
Bom eu saí e falei pro cara que não tinha dinheiro ali comigo, mas que eu não morava tão longe e eu iria buscar o dinheiro, de bicicleta era rápidinho. Ele falou que não tinha problema, e que se eu quisesse eu podia pagar de outra maneira. O lugar estava vazio e a gente estava sozinho. Eu estava na porta do quartinho e ele em pé me encarando. Eu arrepiei quando ele me disse que eu não precisava pagar pelo conserto se eu deixasse ele ver meus peitos e minha buceta, só ver.... eu pensei... já até sei onde isso vai dar.... ele insistiu...falou que ia ficar de longe olhando e que não ia encostar em mim. E que eu sempre ia poder consertar a bicleta lá de graça. Ele veio andando pro meu lado e eu dei dois passos pra trás. Pronto eu estava dentro do quartinho. Ele pediu para eu ficar ao lado de uma pilha de pneus velhos e levantar o top e a saia. Ele ficou perto da porta.
Eu acabei cedendo e levantei o top ele ficou doido. Ele abriu o macacão dele mais ainda e pôs o pinto dele pra fora, o danado ficava sem cuecas, com o bicho solto. Ele começou a bater uma punheta e falou pra mim levantar a saia, eu levantei. Quando ele viu que eu estava sem calcinha ele sorriu e me disse que eu era muito safadinha e ficou batendo punheta. Ele pediu para ver mais de perto e chegando pertinho ele olhou bem a minha buceta e falou que eu era muito linda e que minha buceta era muito gostosa, ele se levantou um pouco e pôs a mão no meu peito, eu dei um passo pra trás e disse que não, que ele tinha dito que ia só olhar. Ele insistiu e disse que queria sentir a minha pele e passar a mão só um pouquinho no meu peito. Como eu não falei nada ele veio e ficou passando uma mão, enquanto com a outra continuava com a punheta. Ele ficou me olhando e rindo. Ele aproveitou que eu fechei os olhos e caiu de boca no meu peito. Eu assustei e ele acabou me segurando pela cintura, começou a chupar meus dois seios igual a um esfomeado. Ele foi me empurrando até que eu encostei na pilha de pneus. A pilha era da altura da minha cintura e ele me pôs deitada em cima dela e eu acabei ficando de pernas abertas, eu ia tentar sair e ele me puxou pelas pernas e caiu de boca na minha xaninha, aí o tesão não me deixou pensar em mais nada....deixei ele ficar me chupando..... eu estava quase gozando quando ele me puxou para a beirada e entrou no meio das minhas pernas. Ele encaixou o pau dele na minha xana e começou a meter, foi entrando sem cerimômias......eu ainda estava com a saia e com o top levantado, ele tirou o meu top e a minha saia. Fiquei completamente pelada. Ele continuou metendo e não tava nem aí pra borracharia, se entrasse alguém e fosse mais pro fundo nos veria. Em pouco tempo ele falou que ia gozar, e eu também.....eu comecei antes dele e de repente ele disse que tava gozando e fui sentindo o pinto dele espirrando dentro de mim, e ele não parava de enfiar e tirar e dai foi vazando todo o esperma dele, ele tirou o pinto e eu vi que tava todo sujo, rapidinho me abaixei e falei que ia deixar limpinho aquele pintão gostoso, engoli todo aquele liquido branquinho, muito saboroso....
Depois eu me levantei e falei que ia me lavar, mas quando eu virei de costas para ele e ele viu a minha bundinha ele me agarrou por trás e falou que ia querer comer a minha bundinha também (todo mundo adora porque é grande, dura, lisa e bronzeada)..... eu fiquei sem saber se dava ou não..... aí veio a minha salvação.... entrou um cliente chamando e ele teve que fechar o macacão dele rapidinho pra atender o cara. Eu fui pro banheiro me limpar. Além da porra eu estava toda suja, nos seios, nas pernas, na bunda, nos braços... também, o cara tava imundo.... me limpei e vesti minha roupa, quando saí o cara que tinha ido arrumar o carro ainda estava lá e se assustou quando me viu saindo.... ele entendeu o que tinha acontecido e deu um sorriso sacana....ficou me olhando o tempo todo e eu fiquei toda sem graça. Já pensou se fosse algum conhecido? O borracheiro acabou de arrumar a minha bicicleta e falou que estava pronta, e falou que depois eu tinha que voltar lá pra ele dar uma revisada no pneu traseiro que ele achava que tinha um probleminha.... eu entendi o recado, e o pior é que o cara entendeu também.... e sem tirar os olhos de mim deu uma risadinha balançando a cabeça...... eu montei na bicicleta e saí.....
Não sei ainda se eu volto lá ou não....
rafaela.libano@hotmail.com
A PRIMEIRA VEZ COM UM CASAL
Nunca havia feito sexo a três, até o dia 12 de janeiro de 2012. Neste dia, estava a trabalho, hospedado em uma pousada em Itacimirim. Sou jornalista, estava lá a trabalho para cobrir o Trivela do Asa de Águia na Praia do Forte (a 5km de Itacimirim) como repórter freelancer de uma revista de circulação nacional. Cheguei na sexta-feira, por volta das 16h30 e aproveitei para descansar na piscina, que estava com algumas pessoas aproveitando o forte sol que esquentava o verão.
Fora da piscina, um casal estava bebendo roscas e conversando animadamente.
Ele aparentava ter uns 40 anos, um pouco calvo e forte. Ela, uma morena escultural, com cerca de 30 anos (depois soube que tinha 42 anos), em um corpo que deixaria qualquer jovem com ciúmes. Ela tinha os seios lindos e duros, com certeza com silicone. Era mignon e tinha uma bela bunda. No começo, fui preconceituoso, e, pela diferença de idade que acreditei existir, achei que ela fosse uma acompanhante.
O tempo passou e o número de pessoas na piscina foi reduzindo até, por volta das 19h (com o dia ainda claro), estarem só nós três no local. Como gosto de conversar, puxei papo com o homem, para evitar ciúmes. Eles não eram baianos e Carlos me disse que estava se mudando para Salvador com a esposa, Tereza, porque foi transferido de uma multinacional (que manterei em sigilo para evitar problemas).
Papo vai, papo vem, Teresa se intromete na conversa, diz que acha que vai adorar morar em Salvador, mas que sempre irá viajar para o Rio de Janeiro, terra natal deles. "Não consigo viver longe do Rio por muito tempo", ela disse. Enquanto bebíamos, falávamos sobre os problemas de Salvador, o provincianismo que toma conta da cidade e diversos outros temas até que Carlos me pergunta, sem rodeios, se aqui tinha casa de Swing.
Desconsertado com a pergunta, fingi que não havia entendido. Ele repetiu. "Aqui tem casa de swing séria? Lá no Rio costumávamos frequentar algumas que dava até gente da Globo", disse. Como qualquer jornalista, preferi tentar descobrir o nome de um desses atores que frequentavam o local. Ele riu e me falou o nome de dois casais que sempre aparecem em revistas, mas só as mulheres dos pares são atrizes. Os homens são de profissões "normais". Como não entendo muito do negócio, disse que não sabia. O assunto foi encerrado e, quando o relógio bateu 22h, resolvi ir para o meu bangalô. Despedi-me dos dois e fui embora.
Mais tarde, resolvi ir para a praia que fica em frente da pousada. Levei meu notebook e achei que lá seria um bom lugar para me inspirar a escrever alguns textos que precisava entregar até segunda-feira. Andei por um caminho até a praia e ouvi uns gemidos na areia.
Quem conhece Itacimirim sabe que a praia fica deserta de noite. Fui andando devagar e vi que Carlos e Tereza estavam fazendo sexo na areia. Ela estava de quatro e ele metia forte nela. Ela ainda estava com a parte de cima do biquini e gemia gostoso. Meu pau ficou duro na hora. Ela me viu e fez mais cara de safada ainda. Comecei a bater uma punheta e cheguei mais perto deles. Como sabia que gostavam de swing, sabia que não se importariam de me ver os assistindo em ação. César gozou dentro da esposa e deu um grito. Ele se deitou em cima dela, cansado. Tereza olhou para mim e disse: "Não gaste sua porra com punheta. Guarde para mais tarde.".
Na hora eu gelei. Nunca tinha acontecido isso comigo. A oportunidade de transar com uma mulher, com a anuência do marido, era algo que eu só via aqui nos contos. Só disse: "Ok, me diga qual é o seu quarto que mais tarde passarei lá". Ela disse o número enquanto eles já estavam se arrumando para voltar para o quarto. saí mais rápido e fui para o meu quarto. Esperei aproximandamente uma hora antes de ir no quarto deles. Na espera, bebi mais cerveja para perder a timidez.
Tomei coragem e fui. Olhei ao redor para ver se alguém estava me vendo ir até lá e a pousada estava vazia, já que era quase meia-noite. Bati na porta e Carlos abriu meio sonolento. Achei que fosse um problema. Mas ele entrou e deixou a porta aberta, então entrei atrás dele. Tereza estava linda, nua, vendo televisão. Os cabelos molhados e a toalha embaixo do corpo dela denunciavam que já estava cheirosinha me esperando. Meu pau ficou duro na hora. Não sabia se ia logo para a cima daquela fêmea e a comeria com gosto ou se esperaria.
Ela me chamou para sentar ao lado dela. E já começou a me beijar. Ela parecia que estava no cio. Minha auto-estima foi para cima na hora. Não sou a pessoa mais bonita do mundo, nem a mais feia. E a minha altura, 1,90m, acaba chamando a atenção. Aproveitei o momento e retribuí o beijo. Ela começou a pegar no meu pau e eu nos seios dela... depois apertei forte um deles e com o outro, comecei a acariciar o clitoris dela, que estava grande e a buceta, molhadíssima. Fiquei a masturbando enquanto ela me masturbava e nos beijávamos.
O marido dela estava em uma poltrona do lado, sonolento. Deitei ela na cama, toda aberta, e comecei a chupar a bucetinha. Enfiava minha língua lá dentro e passava no clitoris. Como adoro sexo anal, passei a língua no cuzinho dela para ver se seria receptiva. E foi. Ela levantou as pernas igual a frango assado e babei muito no cu dela... enfiava a língua dentro e tirava... ela gemia muito. Ela mudou de posição e me jogou na cama. Começou um boquete delicioso. A virei e fizemos um 69. Eu abracei ela forte e chupei a buceta com vontade, o boquete ficou melhor ainda... ela rebolava com a buceta na minha cara. Eu já ia gozar, mas não queria fazer isso antes de comê-la.
Tirei ela de cima de mim e a deixei na cama... coloquei ela de frente e ela pediu para eu colocar a camisinha que estava na mesinha de cabeceira. Coloquei e meti gostoso na buceta dela, olhando na cara daquela que era a minha puta. Comecei a xingá-la e ela foi ao delírio. Como gosto de dar uns tapinhas na cara, dei uma para ver a reação dela - e do marido. Ela gostou. Dei mais uns tapinhas e apertei forte o pescoço dela... a mulher enlouqueceu, ficou gemendo mais alto ainda, apertei os seios e fiquei socando forte na buceta.
De repente vejo o marido dela em cima da cama, nu. Nunca tinha chegado tão perto assim de um homem nu e me assustei, pensei que ele fosse querer alguma coisa homossexual. Ele começou a bater punheta me vendo comer a mulher dele e gozou na boca dela. Ela engoliu tudo e ele saiu da cama, indo para o banheiro. Tereza anunciou que ia gozar. Senti a buceta dela apertar meu pau e o corpo dela se arrepiar todo. Também anunciei que ia gozar. Ela pediu para eu melar os seios dela de porra. Tirei meu pau de dentro dela e punhetei em cima dos peitos dela... gozei muito. Melei ela toda. Ela só fazia sorrir com cara de putinha, me deixando com mais tesão ainda.
Depois do gozo, fui logo para o lado dela na cama e a abracei. Ela retribuiu e ficou com o rosto em cima do meu ombro, me envolvendo no corpo dela. Eu não queria mais sair dali. Aquilo que eu só lia em contos, e achava que nunca aconteceria comigo, ainda mais na minha Bahia, mas aconteceu. Tirei um cochilo e o marido dela me acordou. "Acabou a festa, pode ir pro seu quarto que não gosto de dormir com macho". Sai de cima da cama e fui para me quarto. Já nos encontramos novamente, desta vez na casa deles no Horto Florestal. A próxima história ficará para o meu segundo conto aqui na Casa dos Contos.
Se você é um casal ou uma mulher de Salvador (ou de passagem) e procura um homem com boa educação para ter prazer, pode mandar email para toni-montenegro@live.com e vamos manter contato virtual e, quem sabe, não nos encontrarmos pessoalmente?
sexta-feira, 11 de janeiro de 2013
EU E MEU IRMAO VENDO FILME PORNO
Era um final de semana e nossos pais tinham viajado para o interior do estado, já que trabalhavam com eventos. Eu e M. ficamos assistindo TV até tarde, quando ele resolver ir dormir. Se despediu e foi para seu quarto. Quis aproveitar a chance e ver um filme erótico que uma amiga me emprestou, mas por falta de tempo(nossa casa só tem TV na sala) não tinha visto ainda. Estava cheia de curiosidade. Só pelo título: "100% anal". Pois liguei o filme, e quando me dei conta, totalmente seduzida pelas cenas, estava só de calcinha e tocando uma gostosa siririca...
Estava uma delícia. Quando estava gozando pela 2ª vez, sou surpreendida com um pequeno barulho do corredor que leva aos quartos. Era M. tentando se esconder e quase derruba um quadro na parede. Mas pude perceber que ele estava com o pau para fora do short e se punhetando. Sem conseguir entrar no quarto a tempo, consigo alcança-lo e peço desculpas. Falei que pensei que estivesse dormindo. Ele também me pediu desculpas, falou que achava isso tudo normal. Estava todo sem graça. Eu também estava, na verdade. resolvi convidá-lo para assistir o filme comigo. Ele fez uma cara de espanto, mas concordou, somente com a cabeça. Ainda com muita vergonha.
Sentamos no único sofá da sala e iniciei novamente o filme. Não falávamos nada. Resolvi quebrar o gelo e perguntei: Vc estava tocando punheta quando estava me vendo, né? Ele respondeu: Poxa. Desculpas. Mas não é todo dia que eu vejo uma cena daquela. Não tive como Controlar.
- Eu entendo. E vc gostou? Estava com o pau muito duro... rsrs
- Adorei. Sempre que posso, fico admirando vc. Apesar de ser minha irmã, eu te acho muito gostosa. E vi hoje sua boceta. Ela é linda... adoraria poder chupar e comer ela...
Aquela conversa, as cenas do filme e o aperto do sofá fez com que o toque de nossos corpos fosse inevitável. Não precisávamos falar mais nada. O beijo foi automático... Senti sua mão passar nas minhas pernas, subindo... e por cima da calcinha acariciar gostoso minha boceta. Aquilo estava me deixando louca, mordia seus lábios e quis retribuir. Coloquei seu pau para fora do short e comecei a tocar para ele levemente, vendo seus olhos fecharem e ele sussurrar de prazer...
Ele logo me colocou de quatro e sem tirar a calcinha começou a me chupar... que língua deliciosa. Assim mesmo, ele só colocou a calcinha pro lado e começou a me comer. Que rola gostosa, que foda deliciosa... ele me comia com vontade, e eu cada vez mais louca, gozava e gritava alto. Era muito tesão... Pedi para que sentasse no sofá e fui por cima, o deixando tarado. Fazia um sobe e desce alucinante naquela piroca sensacional. Não resisti e pedi: "Maninho, come o cuzinho da sua irmã, come. Mete gostoso essa pica no meu rabo."
Ele atendeu prontamente e me ajeitou de quatro outra vez. Deu algumas lambidas e cuspidas no meu reguinho e encostou a cabeçona na portinha, me fazendo ficar com as pernas bambas. E foi entrando. Parecia que eu não iria aguentar, mas o tesão era enorme. E logo pude sentir toda aquela vara fudendo gostoso meu cú. Era incrível. Delicioso... parecia que eu iria desmaiar de tanto tesão.
Quando percebi que iria gozar, pelos seus sussurros e gemidos, pedi para que gozasse na minha boca. Então ele tirou a pica do meu cú e eu me ajoelhei em frente. Comecei a mamar e punhetar ao mesmo tempo e ele pediu para que eu abrisse a boca. Nunca tinha visto tanta porra... ele melou toda minha cara e boca, escorrendo pelos meus seios...
Espero que tenham gostado. Em outra oportunidade conto como foi o restante do fim de semana, com muita putaria e sacanagem entre eu e meu irmão. Bjssssss...
COMI A SOBRINHA GOSTOSA
Meu nome e Pedro, tenho 23 anos sou casado com a Thais a apenas 5 meses mas estamos juntos a 4 anos e meio, vou relatar o que aconteceu a 1 mes atras + - Minha esposa tem uma sobrinha que se chama Jaqueline, mas chamamos ela de jack, ela mora la no quintal, com os pais dela, ela tem 18 anos, pele branca, cabelos na altura dos ombros, baixinha, peituda, bunduda, corpinho delicioso e bem gata mesmo, no comeco do namoro com a tia dela, ela nao ia muito com a minha cara, mas com o tempo foi se acostumando e se tornamos bons amigos, trocamos varias ideias, e confesso que sempre paguei um pau pra ela, sempre reparei nela e toda vez que ela estava com um shortinho curtinho, mostrando aquela bunda maravilhosa, quando eu chegava em casa eu batia uma pensando nela. Eu e a thais tinha quase 4 anos de namoro, resolvemos planejar tudo, juntar as coisas e casar logo, marcamos a data do casorio, e tivemos um casamento lindo, lua de mel viagem e tudo mais. Quando voltamos de viagem, fomos morar na casa ao lado da jack, e ela sempre estava la em casa, de dia ou a noite, conversando com a tia dela . Quando estou em casa de folga do trabalho eu custumo ficar sem camisa e de cueca, assistindo canal de esportes, sexta feira era um dia desses, eu estava em casa de cueca assistindo tv no quarto, a Thais perguntou se podia pegar o carro pra ir no mercado fazer compras, eu disse que podia pegar, e as chaves entavam em cima da geladeira. Momentos depois a jack foi em casa procurando a tia dela, e foi ate o quarto, achei que ela iria estranhar ao me ver de cueca, mas ela nem se importou, parecia que ela estava gostando daquilo que ela estava vendo.... eu nao quero me gabar mas, frequento academia e tenho um corpo legal, que chama a atencao de qualquer mulher, e a jack nunca tinha me visto sem camisa e muito menos de cueca. ai ela perguntou: cade a Thais?? eu respondi: foi no mercado! vc ta precisando de algo? ela disse: vim pegar meu secador! eu respondi: nao e aquele em cima do criado-mudo!? ela disse: e ele sim, obrigada! ela pegou o secador e se retirou, momentos depois ela voltou com a toalha na mao, ela perguntou: posso tomar banho aqui!? pq meu chuveiro esta queimado! eu respondi claro! ela tava com uma cara de safadaa! ela foi ate o banheiro, e eu fiquei com aquilo na cabeca, e morrendo de tesao, louco pra comer ela, e eu sabia que ela estava fazendo isso de proposito, por que nunca tinha acontecido isso....fui ate a porta do banheiro e perguntei: o jack, vc pode pegar o barbeador eletrico que esta ai pra mim? ela abriu a porta e falou: pode vir pegar vc mesmo, peladinha, e com uma cara de cachorra... ah nao deu outra, eu agarrei ela e beijei que nem um louco meti a mao naquele rabo gostoso, que eu sempre quiz comer, meti a mao na xaninha dela que estava molhadinha, naqueles peitos maravilhoso e ela passava a maos nos meus e escorregando ate o meu pau, que estava latejando, e falou: nossa! agora sei pq minha tia e apaixonada tanto, e morre de ciumes por vc, vc e muito gostoso! eu respondi: gostoso vai ser o seu tio aqui comer essa bucetinha gostosa! levei ela ate a cama molhadinha mesmo, ela sentou na cama e comecou a chupar meu pau, chupava, batia, passava no rostinho, mamava com tanto gosto, parecia uma putinha pedi pra ela deitar na cama....comecei a chupar aque buceta rosadinha, que coisa gostosa, ela tem uma buceta maravilhosa, chupei ate ela gozar na minha boca, ai coloquei meu pau na xotinha dela e bombava forte , ela gemia tao alto, e quanto mais ela gemia mais forte eu bombava, louco de tesao, e cheio de adrenalina da minha esposa chegar a qualquer momento.... logo pedi pra ela ficar de quatro, nossa que visao! que rabo, eu nao resisti e meti a lingua no cuzinho dela, chupei gostoso, ela gemia de tesao, ai meti a rola na xota dela, e bombava mais forte ainda, achei que a cama iria quebrar e ela gemia, gritava e me chamava de gostoso, prostituto, pedia pra arregassar a bucetinha dela, eu quase pra gozar tirei o pau e gozei na bundinha dela, ela deitou um pouco, foi tomar um banho, e foi pra casa dela, depois fui eu tomar um rapidinho, 30 minutos depois chegou minha esposa, e reclamou que eu nao enchuguei o banheiro. rs Confesso que foi a melhor transa que ja tive, era um desejo que tornei realidade, Depois desse dia a Jack me procura sempre que pode, vai em casa ou eu vou na casa dela, transamos gostoso, ela virou minha putinha.
COMENDO A FILHA DO PATRAO
Meu nome é Hebert, também conhecido como Nego manso, não sei por que o apelido, mas pegou e ficou. Tenho 22 anos e vou contar pra vocês minha primeira experiência sexual. Eu trabalhava em uma empresa de computadores e certo dia meu patrão pediu que eu levasse o computador da filha dele e instalasse no quarto dela. Montei na moto e sai a 1000 para não atrasar os estudos da gata.
Chegando a casa, a empregada mandou que eu entrasse no quarto que a Letícia, é o nome da gostosona, já estava esperando. Bati na porta por educação e entrei carregando o computador e perguntando, sem olhar diretamente para ela que estava deitada na cama lendo um livro, onde ia instalar a tranqueira.
Apontou para a escrivaninha sem dizer muita coisa e eu comecei a montagem para adiantar o meu lado. De lá precisava procurar um rango pra forrar o estômago, já passava das 2 h e eu estava com o café da manhã. Terminado a instalação, perguntei se ela desejava mais alguma coisa e ela pediu que eu mostrasse o funcionamento do novo programa que fora instalado para não dar mancada.
Pedi que ela sentasse na cadeira em frente ao computador que eu ia mostrar o básico para tirar as dúvidas que por ventura surgissem. Foi aí que vi o monumento que a Letícia era. Uma garota de uns 19 anos usando um shortinho branco apertadíssimo, a bundinha arrebitada e carnuda, os seios fartos e volumosos estavam tão apertados no sutiã que pareciam que iam saltar para fora da camiseta. As coxas deliciosamente bronzeadas, pernas lindas e sensuais, um cabelo castanho sedoso e perfumado, fiquei encantado com aquela escultura na minha frente.
Depois de tirada as dúvidas, ela ajoelhou no chão para ligar a tomada da impressora e o reguinho ficou à vista depois que o shortinho justíssimo deu uma caidinha. Não deu outra, fui ficando com o pau duro e quando ela levantou e bateu os olhos naquele monte que estava no meio das minhas pernas, parece que ficou excitada porque começou a falar de um monte de coisa sem parar e eu não tirando os olhos daqueles seios pontiagudos que pareciam que clamavam por uma boca, ela fazendo tipo, com cara de quem estava a fim de levar uma benga naquela bucetinha úmida e provocante, foi o ponto que faltava para fechar o set.
Quando desabotoei a camisa, estava com o suor escorrendo pelo corpo, ela achou que estava na hora do abate e ajoelhou na minha frente desabotoando minha calça e metendo de uma tacada só a benga na boca que foi até a garganta. Fez um boquete tão perfeito que gozei na cara dela o que nunca tinha gozado na minha vida. Tirou o shortinho justíssimo deixando à vista aquela bunda deliciosa com a marca do biquíni um pouco mais clara, deitou-se na cama com a experiência de uma veterana na arte do sexo e mandou ficha. Letícia é filha do meu patrão e se ele soubesse o que passava na casa dele naquele momento, eu seria demitido por justa causa e preso em flagrante delito sem direito a fiança. Cai matando de boca naquela bucetinha apertadinha, enfiava a língua até no talo e tirava devagarzinho fazendo com que ela gemesse gostoso de prazer.
Depois de sentir que a xoxotinha estava bem lubrificada, meti a cabeça primeiro devagar para não assustar a gatinha, afinal, a minha benga é bem dotada e grossa e ela já sabia no que ia entrar. Com calma fui penetrando aquela vulva deliciosamente úmida dando estocadas para encaixar os 20 cm e depois aumentando a força até gozarmos juntos a primeira vez. Sem tirar de dentro, dei um banho de língua nos seus seios carnudos e fartos, os biquinhos pontiagudos e rosados, enquanto ela rebolava de tudo quanto era jeito e gozamos pela segunda vez. Pedi que ela tomasse o resto do leitinho que tinha sobrado no pau e sem cerimônia tacou a boca na pistola e engoliu o que tinha sobrado lambendo os lábios sensuais e carnudos para tirar o maior proveito da sobra.
Terminado o coito, pedi a ela para colocar no cuzinho, mas ela ficou com medo da grossura da benga e disse que da próxima vez deixava colocar só a cabeça. Qualquer dia conto como foi a experiência de comer o cuzinho da filha do patrão. Uma morena estonteante que sabe como ninguém como deixar um pilantra, marinheiro de primeira viagem, morrendo de tesão.
Valeu galera, foi um prazer compartilhar essa estória verídica que aconteceu comigo para vocês com a filha deliciosa do patrão. Até a próxima, galera.
COMEÇO DE ANO GOSTOSO
Esse ano esta sendo maravilhoso para mim dia 6 de Janeiro foi incrível. Esta eu bem e assentado em frente no meu lindo e antigo computador quando me chega o telefone a tocar. Era a minha princesinha ligando para dizer que estava super a fim de me ver, já sabia que rolaria umas segundas intenções. Ela me chamou para ir até a casa dela, pois sua mãe estava lá e queria me ver, minha sogra até ia bem com minha cara, mas como de costume minha mãe havia de sair mais tarde e só voltaria de manhã as 10 horas. Então tudo de ótimo estava eu indo até lá vela, chegando lá minha sogra me recebeu bem e fiamos conversando como todo os namorados. Já que estávamos na varanda e minha sogra na sala nada nos atrapalharia de fazer umas “brincadeirinhas” disse a ela que se poderíamos brincar de verdade e conseqüências. Ela aceitou. Então a primeira conseqüência que rolou foi. Ela me beijando todo o corpo da cintura pra cima, a segunda conseqüência foi eu ter que beijar o pescoço dela bem levinho e segurando o cabelo dela do jeito mas safado possível, e segunda foi ela ter que passar a mão em meu corpo inteiro bem devagar, e minha segunda foi eu passar a mão nas costas dela e tentar tirar o sutiã ali, sem tirar sua blusa. Então foi essa “brincadeirinha” até chegar a noite. A noite chegou e eu fui lá arrumar uma boa desculpa pra minha sogra deixar ela sair comigo.
Bom foi até que fácil pois minha sogra estava dando atenção aos irmãos dela que apareceu lá nem ligou muito.
Chegando em minha casa estando sozinho fomos já direto ao ponto. Fui jogando ela na parede colando bem o meu corpo com o dela e já fui beijando seu pescoço com toda a safadeza que existe. Ela me agarrou e já pode sentir meu mastro bem duro mesmo com nossas roupas ainda com agente, fui jogando o corpo dela bem contra a parede e ela foi me segurando cada vez mas firme. Fui tirando a roupa dela bem devagar e com sutileza enquanto beijava seu corpo que ia se revelando, primeiro fui tirando sua blusa e beijando seus seios que ia lentamete se endurecendo quanto fui beijando seus seios e dando leves mordidinhas ela ia me agarrando e puxando meu corpo ao dela. Fui descendo beijando lentamente seu corpo e fui tirando seu short jeans que me deixa louquinho de tesão, tiquei lentamente aquele short deixando ela apenas de calcinha box azul que ela e eu também adoramos, ela me pediu pra jogar ela na cama de uma vez. Mas não, contrariei e joguei ela no sofá e fiquei apenas beijando seu corpo e pegando ela pelos cabelos e grudando ela no meu corpo enquanto ela dizia e pedia pra mim jogar ela na cama e penetra-la, mas eu ainda brincava um pouco de deixa-la bem louca, fui até a cozinha e chupei um gelo, que deixou minha boca bem geladinha e fui passando pelo corpo dela quente beijando do pescoço barriga, costas e suas lindas coxas, isso deixava ela arrepiada e fazia ela pedir mas ainda.
Por fim joguei ela na cama o que ela já queria e deitei ela com carinho, botei suas penas envolvendo minha cintura e penetrei ela com força e deitei sobre ela e fui penetrando ela me agarrando e me arranhou, ela ia gemendo bem baixinho em meu ouvido que foi me deixando bem louco, fui penetrando e aumentando o ritmo do vai e vem, ela foi me agarrando cada vez mais forte e então fui pro lado dela levantando sua perna direita e fui penetrando ela, peguei em seus cabelos e fui colando o corpo dela ao meu, ela foi me abrasando com um braço e com o outro deixou em meu peito, então penetrei bem forte e segui assim, senti que o corpo dela tremia ao gozar bem gostoso no meu pau. Penetrei mas forte e dei umas 10 penetradas com forças terríveis que fazia ela gemer um pouco mais alto. Deixei ela subir em cima de mim e ela foi cavalgando então quando senti que ia gozar segurei em seus cabelos colei ao meu corpo e dei umas 4 penetradas terrivelmente fortes enquanto gozava. Exausta ela deitou ao meu lado me abrasou e ficou imóvel ao meu lado.
SEXO NA ESCOLA COM A FROFESSORA GOSTOSA
Oi pessoal meu nome é JB ( apelido ) tenho 17 anos e vou contar o que aconteceu comigo a uns 3 meses .
Era um dia normal , fui para a escola , mais ou menos 12:30 e chegando lá não tinha ninguém , era dia de passeio eu eu não tinha ido , chegaram mais duas pessoas da minha classe e ficamos conversando , na hora da aula a professora nos levou para fora para fazer o trabalho de artes ( era aula de artes ) só tinha nós 3 de alunos na escola , eu e mais um amigo meu e uma amiga nossa estávamos nas mesas sentados quando uma professora apareceu na porta de uma sala de aula e chamou um de nós para ajudá-la com algumas provas .
Eu fui prontamente , sempre achei aquela professora muito gostosa e todo mundo também , ela tinha uma bunda muito grande e os peitos um pouco menores com uns 24 anos , sentei do lado da mesa dela e começamos , depois de uns 15 minutos ela disse para eu chamar outra pessoa para trocar de lugar comigo .
-Por que professora , deixa eu ficar aqui com você vai
-Não chama alguém lá pode descansar
-Mais eu não tô cansado
-Mesmo assim vai lá
Cheguei perto dela colocando minha mão no seu pescoço e dando um beijo nele .
-Vamos professora vamô vê se agente fica cansado de verdade
-Qué isso ? ( ela disse já meio brava ) vc tá louco
-Louco de tesão por vc professora
Começei a beijá-la e me esfregar nela e ela tentava se desvencilhar mas não conseguía , comecei a erguer o seu vestido e passar a mão nas suas coxas grande e gostosa , ela começou a gostar e eu percebi , ela então tirou sua roupa e eu tirei a minha , ela estava só de calcinha , sutiã e salto alto , eu estava só de cueca , estava com o pau tão duro que a cueca quase rasgava .
Ficamos nos esfregando de novo e ela erguia a perna e abría e eu esfregava meu pau na buceta dela , senti que era raspadinha e já estava um pouco molhada , ela se sentou na cadeira e tirou o sutiã , começou a me pagar um boquete que eu fiquei louco , peguei aqueles peitos e fiz uma espanhola que quase me fez gozar , tirei seus sapatos e lambi seus dedos dos pés e os chupei , ela me punhetou com os pés e depois tirei sua calcinha , coloquei ela na mesa e meti muito forte e rápido , logo no início ela gozou .
Ela ficou em pé encostada na parede na minha frente com as pernas juntas e eu meti nela desse jeito ( meu pau é grande então eu gosto de meter assim ) , ela se deitou na mesa com as pernas abertas e eu meti muito , senti que ia gozar e pouco antes de mim ela gozou também , continuei metendo e gozei dentro da bucetinha dela que ficou cheia de porra .
Depois desse dia agente transou mais algumas vezes e ainda fazemos fora da escola .
TRANSANDO COM AMIGA GOSTOSA
Ola eu nome é Artur tenho 16 anos e vou logo ao assunto.
Outro dia eu estava na escola e vim para casa a pé , uma amiga minha veio junto comigo e foi para a minha casa , ela se chama Patrícia , tem cabelos castanhos que chegam até os ombros ,peitos e bunda médios e a pele branca só que um pouco amarronzada mas nem chega perto de ser negra ( sem preconceitos só detalhes ) , chegamos na minha casa e ela se sentou do meu lado esquerdo no sofá para vermos tv , eram 14:20 da tarde ,meu pais só chegariam as 19:00 , sem querer eu passei pelo canal pornô e o controle parou de funcionar , ficou parado uns 15 segundos no canal pornô e depois eu troquei , ela deu risada e eu brinquei com ela .
-Esse canal me deu umas ideia(eu disse malicioso )
-Ainda bem que são só ideias néh
-Mais podiam ser reais ( eu olhei para ela )
-Éh podiam mesmo mas não são
-Quer apostar como eu as torno reais ( eu percebi que ela já estava com a mão na perna )
-Eu dúvido( ela disse sussurrando no meu ouvido )
Dei um beijo nela e ela já começou a tirar a roupa e eu tirei a minha , quando ela estava só de calcinha e sutiã e eu só de cueca , eu disse
-Você já fez isso antes ?
-Já ano passado
-Só perguntei se você já fez não quando ( eu disse com a mão no ombro dela )
-Nossa seu grosso(ela falou com aquela voz fina e de puta )
-Você não viu aqui em baixo
Ela me puxou e me beijou por um longo tempo , ela abriu as pernas sentada para frente e tirou a calcinha , enfiei dois dedos na buceta dela deixando os outros retos ( como o gesto do homem-aranha kk ) ela ficou gemendo como uma putinha e eu delirava com aquilo , passei meu braço direito por trás dela e tirei seu sutiã e fiquei apertando o peito dela e continuei masturbando ela
-Isso gata , goza pra mim vai , goza pra mim vai gostosa , sua cachorra goza vai sua puta . ( eu disse passando mão no biquinho do peito dela que estava super duro )
Senti ela gozando e enfim parei .
Ela tirou o chinelo e eu lambi seus pezinhos inteiros , chupei a buceta dela e ela cruzou as pernas em volta da minha cabeça ,ela me pagou boquete e depois começou a quicar sentada no meu colo com meu pau no cú dela que era muito apertadinho e ela gritava com isso , ela gozou de novo e eu senti que iria gozar também , ela começou a me chupar e eu começei a gozar no rosto dela ,ela ficou toda suja com o rosto cheio de porra .
Depois ela foi na piscina se limpar e eu fui junto e nós transamos de novo .
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