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domingo, 26 de maio de 2013
sábado, 2 de março de 2013
TITIO MALVADO
Ao completar 18 anos, como a maioria dos jovens de minha cidade, fui mandada para a capital. Minha tia precisava trabalhar, mas tinha uma filhinha (minha prima) de 2 aninhos e eu vim completar meus estudos e ajudar a ela a tomar conta do neném.
Ela conseguiu uma vaga em telemarketing e trabalharia de meia-noite às 6 horas. Eu fui estudar à tarde. Assim minha tia chegava do trabalho e ia dormir. Eu ficava com minha priminha Bia, dava um jeito na casa e preparava o almoço. Ela acordava, eu ia para escola, ela almoçava, cuidava das roupas e da louça do almoço.
Eu chegava quase às 18 horas, ajudava a ela na janta. Meu tio chegava (19 horas), jantava, brincava com a filha, se recolhia com minha tia e eu ficava com Bia até ela dormir e depois ia dormir. Por vezes ainda estava acordada quando minha tia levantava e se preparava para o trabalho. Meu tio deixava ela no ônibus, voltava, víamos juntos o filme da noite e íamos dormir, eu no quarto com a Bia evitando que ele acordasse na madrugada. Tudo arrumadinho, numa rotina diária quebrada apenas nos fins de semana.
A rotina mudou quando arranjei um namoradinho. Terças e quintas meu tio, sem qualquer reclamação, ficava com a Bia enquanto eu namorava na varanda. Dia de semana não podia sair e se a Bia reclamasse eu ajudava ao tio.
A varanda era segura, assim eu pensava, e meu namorado era safadinho e aos poucos foi conquistando meu corpo. Quando ele me beijava a boca eu ficava faminta e acho que queria até mais que ele experimentar as carícias com as quais ia viciando. Começou acariciando meus peitinho sobre a blusa. Mas depois que senti o contato direto da mão dele passei a facilitar ao máximo o acesso.
Ele um dia me pediu para usar minissaia e eu, ansiosa com a novidade que estava por vir, coloquei a minha mais curta e quando cheguei na varanda ainda subi ela na cintura.
Era terça-feira e aquele dia eu fiquei tão louquinha que quando dei por mim experimentava a dedos na minha vagina desnuda e lábios em meus seios. Como gozei. Estava tão mole quando ele foi embora que nem notei que ele roubara minha calcinha, o safado!
Eu estava extasiada e não tive forças nem para me lavar. Me larguei na poltrona e tentei assistir dali o filme noturno.
Quando acordei meu tio estava dormindo e eu estava com uma das pernas sobre o braço da poltrona, escancaradamente nua. Por sorte meu tio dormia.
Na quinta-feira meu namorado nem precisou pedir. Também já fui sem calcinha senão ele podia querer roubar outra e eu não ia conseguir dizer que não. Ia acabar ficando sem calcinha bonitinha.
Desta vez fiquei realmente louca de tesão. Francamente, ele só não me possuiu inteira porque não tentou. Quando senti pela primeira vez uma pica encostada na minha vagina e brincando entre minhas coxas eu gozei muito. Ele pediu que eu retribuísse e pela primeira vez eu vi aquela coisa bem perto, na minha mão e fiz o que ele me pediu. Beijei e acabei chupando-a todinha. O canalha gozou sem me avisar e surpreendida tive que engolir tudo. Achei delicioso, viscoso, mas deliciosos. Chupar uma pica era demais para mim e eu estava precisando gozar novamente. Sentei na murada e deixei, sem resistência, com nojo a princípio, mas depois maravilhada, ele me lamber toda. Minha xaninha se espremia por dentro e eu estava quase explodindo de prazer quando minha tia acendeu a luz. Era o sinal e, com a luz acessa, só restava ao meu namoradinho me dar uns beijinhos rápidos e ir embora.
Mais uma vez eu estava toda mole. Só que desta vez eu estava com vontade de gozar muito e fiquei sentadinha na poltrona esperando meu tio ir levar minha tia. Eu ia esbaldar-me naquele banheiro até babar de tanto gozar com meus dedinhos cuidadosos entrando em tudo que é buraco. Eu precisava.
Estranhei. Meu tio já estava com short de dormir e minha tia arrumada sentada no sofá com ele. Uma buzina tocou e ela correu para o serviço. Naquele dia ela tinha uma carona.
Meu tio acompanhou ela até a varanda. Esperou ela partir. Entrou na sala e fez um carinho nos meus cabelos longos. Eu estava molinha, tesuda e distraída até que senti meu rosto encostar na pica do meu tio que se mantinha íntegro acariciando meus cabelos.
Não resisti. Aquela pica mole era maior do que a do meu namorado (dura), pude perceber. Minha vagina deu saltos e aplaudia alegre aquela sensação de uma pica enorme e mole próxima a minha boca. Girei a cabeça tentando parecer natural, mas a pica propositalmente se encaixou na minha boca e eu apertei os lábios com força. O desejo foi mais forte que eu.
- Ele não te satisfez hoje não? Terça-feira ele te deixou no bagaço, mas hoje deixou você ainda com tesão?
- Como assim?
- Adoro ver vocês namorando, mas esse seu namorado é muito bobo e desajeitado. Ele poderia fazer você ter gozos mais intensos, mais perfeitos, mais deliciosos!
Me endireitei na poltrona e meu tio levantando a perna do short deixou uma pica crescente e endurecendo escapar pertinho dos meus olhos.
- Como assim? – Me repeti e me calei já de boca entreaberta.
Um simples toque de sua mão em minha cabeça fez com que eu tomasse aquela maravilha em minhas mãos e atacasse ela com minha boca ávida.
- Terça-feira sua bucetinha (a palavra ficou tão linda na voz dele que ela contraiu-se toda) estava melada de lubrificação até nos pelos (pelos - lindo, nada de pentelho, pelos - eu já estava mais encharcada do que na terça-feira - que voz deliciosa).
E não era só a voz. Eu estava realizando-me. Tão inexperiente e estava conseguindo fazer aquela ferramenta enorme apontar para o teto quando fugia de meus lábios. Era enorme, lindo, rosado, grosso demais, forçava uma abertura enorme de minha boca, mal cabia dentro de mim. Eu queria mais, mas engasgava.
Que prática tinha aquele homem. Titio, sem que eu percebesse, louca de tesão, já conseguira tirar minha blusa e meus seios estavam intumescidos e expostos, livres, totalmente oferecidos a ele que os acariciava com dedos de veludo. Eu ofegava e gemia sentindo o gozo se anunciar inevitável.
Antes que eu explodisse meu tio me pegou no colo, me levou para cama dele, literalmente me jogou sobre ela e imediatamente me deixou sem a minissaia. Eu estava totalmente nua diante de um homem, diante do titio, do marido da minha tia, irmã do meu pai. Que loucura.
Comemorei com gemidos e gritinhos incontidos. Enquanto minha mente divagava ele deitou sobre mim, encostou a cabeçorra de sua pica na entrada da minha vagina forçando levemente e passou a sugar meus seios, meu pescoços, minhas orelhas e me fez gozar alucinadamente.
Veio uma quase calma mas ele agora descia a boca pelo meu corpo, fazia cócegas ao redor de meu umbigo e logo brincava com sua língua ao redor de minha vulva, só externamente apesar de meu esforço puxando sua cabeça e movimentando minha pélvis.
Gozei outra vez. Mas foi um gozo ansioso, meu desejo de sentir aquela língua me angustiava. Abracei o pescoço dele com minhas pernas. Minhas mãos se agarraram em seus cabelos e no auge do prazer ele abriu com seus dedos minha vulva e sua língua ao mesmo tempo acariciava meu anus me arrepiando, penetrava em minha vagina aumentando meu orgasmo e tentava arrancar meu grelo fazendo meu corpo, em ondas de choques elétricos, corcovear.
Quando o gozo acalmava ele perguntava se eu queria mais alguma coisa.
- Assim está delicioso, bom demais!
- Se quiser mais alguma coisa é só pedir. - E voltava a atacar com sua boca e dedos minha vulva, meu anus, meus seios, tudo a um só tempo sem me deixar gozar, fugindo para meu pescoço, orelhas e boca quando o gozo ia explodir. Quando o gozo começava a arrefecer ele voltava a carga me enlouquecendo de vontade de gozar aquele orgasmo que parecia que me faria explodir.
Quando ele me deixou na beira do abismo e voltou à minha boca com a pica roçando e pressionando levemente minha vulva meti minha mão no meio das pernas, agarrei aquela pica com uma, abri a vagina com a outra e movi minha pélvis tudo que pude em direção aquela pica.
Desta vez eu gritei: - Me come, me arromba, mas me deixa gozar!
Acabei de gritar e a pica estava mais da metade dentro de mim. Eu gozava alucinadamente. Aquele gozo não ia terminar nunca. Não doeu, não ardeu, minha vagina só pedia mais e eu, desajeitada, movia minha pélvis e conseguia fazer ele penetrar mais e mais.
Quando ele tomou o comando para si e tirou a pica de dentro de mim eu gritei:
- Não! Não tira!
Mas ele não estava tirando nada. Estava apenas iniciando uma série de estímulos abrasadores em forma de estocadas lentas que foram reiteradamente aumentando a velocidade até me fazer chegar ao paraíso. O primeiro gozo por penetração é impossível esquecer!
Fui arrebatada, senti meu corpo aumentar para em seguida explodir em sensações indescritíveis. Uma mistura simultânea de contrações, arrepios, relaxamentos, convulsões, trepidez, tremedeira, agonia, ansiedade, saudade (sim, senti algo parecido com a dor da saudade), palpitação, falta de ar, desespero, medo, coragem, ímpeto, êxtase e um prazer embriagante que dopou meus pensamentos, sentimentos e sensações.
Eu pensei, sinceramente, que tudo acabara ali. Meus olhos miravam apaixonados o semblante dedicado de meu tio. Mas não tinha voz, forças, não conseguia fazer nada além de me entregar "aquilo".
Meu tio percebeu que eu estava saciada, mas ainda tinha muito a me ensinar.
Saiu de mim. Que vazio! Deitou-se ao meu lado e pediu que eu viesse por cima e que comesse ele inteirinho. Ia ser fácil. Sentei em seus quadris, senti a resistência que a pica dele exercia em minha mão de tão rígida (e ao mesmo tempo de uma maciez impressionante) e levei minutos para conseguir posicionar aquela deliciosa ferramenta no caminho do prazer.
A cabeça venceu apesar de minha inexperiência e pude sentir aquela enormidade mais uma vez forçando passagem. Queria sentir ela me penetrar devagarinho. Tive que me controlar porque ao mesmo tempo desejava mais e mais toda ela, inteirinha, dentro de mim.
Ela parou de entrar, não sei porque, e tive que erguer meu corpo fazendo ela sair um pouco. Delícia! O esfregar daquela pica na mucosa de minha vagina foi entusiasmante e fui tirando até quase ela sair para em seguida sentar mais forte sobre ela. Errei na força e senti dor pela primeira vez. Aquilo entrou alargando-me e se arrastando dentro de mim. Mas que delícia de dor. Meu orgasmo se anunciou urgente e eu, louca que sou, tirei aquilo quase de tudo de mim e me joguei sobre ela. E meu corpo exigia mais e mais forte e mais veloz.
Desta vez quando me ergui senti as mãos de meu tio me impedindo de me abaixar e já ia protestar quando um frenético movimento de atrito fenomenal me arrastou para uma nova e mais intensa explosão de prazer. Foi mais curto que o anterior porém mais intenso e tão rápido acabou como rapidamente recomeçava.
Passei a sentir ondas de orgasmos rápidos e deliciosos e pensei que nada poderia ser melhor do que aquilo. Mas quando ele parou totalmente dentro de mim, me fazendo sentir seus pelos colados no meu corpo e explodiu ejaculando; meu orgasmo não mais estancava. Eu precisava de ar, eu precisava recuperar minha razão, eu precisava gritar ou gemer mas não tinha fôlego sequer para isso.
Eu me vi babando, chorando e rindo. Não conseguia focar nada, tudo eram manchas. Desabei sobre meu tio e não consigo lembrar o que aconteceu por longos minutos.
Mas meu tio é perfeito em matéria de satisfação feminina. Depois de refeita me vi sendo levada de colo para o banheiro e ele me deu um banho revigorante. Esfregou todo meu corpo. Me enxaguou alisando mais uma vez meu corpo. Me enxugou centímetro a centímetro. Eu estava totalmente excitada. Ele, pegando com seus dedos meu grelinho me chamou de gulosa e perguntou se eu queria mais um gozinho antes de dormir.
Eu sorri e fui mais uma vez arrebatada por seus braços, levada para cama dele, acariciada e beijada por todo corpo e ele me fez gozar mais uma vez com um polegar em meu cuzinho e outro na minha bucetinha enquanto castigava meu grelinho com sua boca e língua até minha explosão final.
Satisfeita dormi em conchinha com ele e recebendo carícias leves nos seios e por todo corpo. Nunca tive um sono tão maravilhoso. Até hoje não sei como acordei vestida em minha camisola, de calcinha e tudo, na minha cama ao lado de minha priminha que felizmente não acordou em nenhum momento naquela maravilhosa noite.
Foi meu tio que me acordou:
- Acorda minha putinha! - Ele sussurrou ao meu ouvido e já acordei sedenta por sexo, dolorida e arrepiada.
Aquilo era uma promessa de que eu sofreria seus deliciosos ataques noturnos e que eu ia mudar de nome. Quando minha tia não estava em casa e a neném dormia meu nome passava a ser "minha putinha" e era "obrigada" a ficar totalmente nua, gozar feito louca só podendo me vestir quando ia dormir. Como meu tio foi malvado para mim! Rsrsrsrsrs.
FUDENDO MINHA FILHA PELA PRIMEIRA VEZ
Olá, meu nome é Rodrigo, tenho 49 anos, sou moreno 1,90 de altura mais ou menos 100 quilos, olhos castanhos esverdeados, resolvi compartilhar com todos vocês este fato que me acontece. Sou divorciado e fiquei com meus filhos.
Há mais ou menos 04 anos tenho uma relação homem/mulher com minha filha, o nome dela é Esthefani hoje tem 25 anos, morena 1,74 de altura, mais ou menos 70 quilos de olhos verdes, cursava faculdade de nutrição.
Certo dia Esthefani necessitava de ir a uma reunião, seu vestido estava um pouco largo, pois na correria ela havia emagrecido, vendo que eu estava concertando uma roupa minha a maquina, pediu se eu poderia apertar um pouco o vestido dela, pois não dava tempo de comprar outro vestido para ir à reunião que era naquela noite, eu me prontifiquei a ajustar seu vestido.
Até então eu não havia notado o mulherão em que ela havia se transformado, ajustando o vestido em seu corpo notei que um dos seios dela era menor que o outro e brincando disse: “vou ajustar o seu vestido de modo que teus seios fiquem iguais”, ela gostou da ideia, comecei a ajustar o vestido em seu corpo para depois ajusta-lo na maquina, quanto mais eu ajustava percebia que ela havia se transformado em uma mulher muito bela, ao passar a mão em seu corpo para arrumar o vestido comecei a ficar excitado e toda hora pedia para ela colocar o vestido para eu ajusta-lo mais à mão. Deixei seu vestido tão apertado que não dava para usar com calcinha ela teve que sair para a reunião sem a calcinha por baixo do vestido, vendo-a daquele jeito com aquele vestido disfarçadamente fui ao banheiro me masturbar, não entendia direito o que estava acontecendo comigo, o porquê daquele tesão.
Ela retornou da reunião por volta das 22hs, falando do medo que estava sentindo que o vestido se rasgasse e estava aliviada por ter dado tudo certo. Eu a ajudei a tirar o vestido, visto que o zíper emperrou, naquele dia tudo era desculpa para poder tocá-la.
Desse dia em diante começamos a conversar coisas intimas que nunca havíamos conversado, vendo que ela também estava gostando da idéia, mas estava receosa demorou alguns dias para haver mais toques íntimos. Em uma noite ela deitou ao meu lado para assistirmos um filme “Advogado do Diabo”, notei que ela estava com uma camisola vermelha bem fininha e sem sutiã, com uma calcinha preta e ficou abraçada comigo, brincando de pegar em seu ossinho na costela acabei ficando excitado e passando a mão timidamente em teus seios ela fingiu que não estava percebendo o que estava acontecendo e continuamos a brincar.
Daí pra frente sempre ficávamos abraçados assistindo televisão e sempre eu brincava com seu ossinho na costela, não demorou muito começamos a brincar de dar selinhos ela dizia que estava com vergonha, mas acabava dando selinho, ficamos muito tempo dando selinho, até uma noite que eu pedi para dar um beijo de língua, ela disse que não, eu pedi novamente ela aceitou, beijando-a bem devagar eu estava muito excitado com aquele mulherão em meus braços, queria fazer mais, porém tinha medo que ela não topasse, beijando-a mais, ela notou que o meu pau estava duro ela passou a mão nele e disfarçou, a chamei para o quarto e pedi para ver os seus seios, ela não quis, disse que ia tomar banho, pedi para que deixasse eu vê-la tomar banho, vendo que ela estava excitada com o olhinho brilhando pedi de novo, ela não falou nada e foi para o banheiro, abriu a porta e começou a tomar banho com a porta aberta e disse: ”Vem Ver” e fui, ainda passei o sabonete nas suas costa e em seus seios, e ela pediu que eu saísse, passado mais alguns dias ela chegando da faculdade, conversando comigo, voltamos a nos beijar, consegui que ela ficasse totalmente nua na minha cama, falei: “deixa eu passar meu pau na sua buceta, não vou te penetrar, só vou brincar com você”, ela pensou mas deixou, comecei a passar meu pau bem duro na sua buceta e comecei falar que ela era muito gostosa, tinha uma buceta linda e estava totalmente molhadinha, na brincadeira forcei um pouco e coloquei todo meu pau na buceta molhadinha dela, ela ficou brava, pois não queria fazer amor com o pai dela, brinquei e pedi desculpas, em seguida paramos de brincar por alguns dias, mas os selinhos continuavam.
Certo dia recebemos uma visita de minha mãe, que nem fazia ideia do que estava acontecendo, de vez em quando a Esthefani me puxava escondida da avó e me dava um selinho, ela ficava até tarde assistindo televisão comigo na sala, até que a avó cansava e ia dormir, então ficava só nos dois e eu a beijava e passava a mão em seus seios e beijava seu pescoço, mas parávamos por aí, ela tinha medo que a avó acordasse.
Em uma tarde minha mãe fora tomar banho, pois estava cansada de passear na cidade, chamei Esthefani em seu quarto e comecei a beija-la pois o tesão era grande e não havíamos brincado desde aquela noite em que a penetrei pela primeira vez, ela disse: “vamos brincar rápido” com medo que sua avó saísse do banheiro e desconfiasse, tirei a minha roupa e tirei a roupa dela, beijando-a fiquei de barriga para cima para que ela ficasse à vontade, ela de vagarinho passando meu pau em tua buceta que estava molhadinha me surpreendeu sentando e penetrando completamente meu pau em sua buceta, mas logo escutamos barulho no banheiro e tivemos que parar, minha mãe estava saindo do banho. Naquela noite não consegui dormir estava muito feliz com o que havia acontecido e me masturbei varias vezes.
Essa foi a primeira vez, mesmo de forma rápida que fiz amor com Esthefani, somos amantes até hoje, as outras transas contarei futuramente e falarei com Esthefani para que ela conte a parte dela também. Até a próxima
quinta-feira, 31 de janeiro de 2013
PAPAI FODEU MINHA BUCETINHA
Pra começar, podem me chamar de Lu, tenho 14 anos, tenho 1,70 de altura, 60kg, branquinha, cabelo até na cintura, peitos grandes e bunda muito grande.
Em uma noite eu estava de bobeira em casa, e meu pai estava no quarto dele. Eu comecei a ver pornô, deis dos meus 12 anos. Estava no computador e comecei a me excitar. Procurei por sites e vídeos mais nada me satisfaziam. Resolvi ir ao quarto do papai, e pedi pra dormir com ele. Ele disse que podia e que era pra eu pegar minhas coisas.
Busquei minhas coisas, e meu pai estava só de cueca, deitei na frente dele e fiquei de costas pra ele só de calcinha e blusa sem sutiã.
Meu pai me abraçou por trás e dormiu. Eu continuava dormindo feito um anjo, quando senti um movimento estranho do meu pai. Ele estava apertando meu corpo contra o dele muito forte, senti o pau dele aumentando na minha bunda cada vez mais. Quando comecei a sentir, rebolei de leve, e ele começou a passar a mão na minha bucetinha.
Eu estava bem molhadinha, ele colocou a calcinha de lado e veio pra cima de mim, começou a lamber e chupar minha bucetinha todinha, enquanto eu gemia o nome dele bem alto e puxava o cabelo dele.
- Vai papai, chupa minha bucetinha bem gostoso isso, e rebolava na cara dele cada vez mais. Ele segurava minhas pernas e enfiava a língua lá dentro em círculos atingindo meu ponto G.
- Isso papai, eu vou gozar na sua boca cachorro, chupa gostoso, vaaaai papaaaaaaai, voou gooooozaaaaar e gozei na boca dele. Ele me olhou e sorriu malicioso.
Levantou-se, veio até a mim, tirou sua cueca eu comecei a alisar seu pau todinho, coloquei ele todo na minha boca, até quando eu conseguia a um ponto de quase me engasgar com aquele pauzão na minha boca, ele segurava minha cabeça e enfiava cada vez mais, eu mexia nas suas bolas, chupava só a cabecinha, dava mordidinhas, roçava meus dentes no pau dele todinho. Ah chegar um ponto que ele falou:
- Isso putinha do papai, mama gostoso, papai vai gozar na sua garganta sua cachorrinha e me deu um tapa na cara, quando senti mordi um pouco forte e ele gozou tudinho na minha boca, me fazendo engasgar. Eu engoli a porra dele todinha. Olhei pra ele
- papai come a minha bucetinha, fode ela fode
Ele me colocou de 4, começou a fuder minha buceta como nunca alguém tinha fudido antes, ele metia muito forte e me dava tapas na bunda, deixando ela toda vermelha, eu rebolava no pau dele como uma cachorra no cio.
- Isso vagabundo, arregaça minha bucetinha vai e gemia muito alto
- Você quer que eu arregace sua buceta sua putinha do caralho, geme pra mim cachorra geme e puxava meu cabelo como se fosse arrancar eles
Eu gemia muito alto pra ele, e rebolava naquele pau gostoso. Quase gozando de novo
- Papai, come meu cu come
Ele deu uma risada
- Você é uma vagabunda mesmo né? Vou arrombar seu cu sua putinha
Ele abriu minha bunda, cuspiu no meu cu, deu uma chupada que eu quase gozei. Ficou passando a cabecinha no meu cu enquanto ele piscava, e de uma vez só meteu nele, eu dei um grito muito alto, quase chorando e rebolando
- Doeu foi vagabunda, você pediu pra eu fuder seu cu, eu vou acabar com ele
Ele socava muito forte, e dava muitos tapas na minha bunda enquanto eu gritava e gemia pra ele.
- Aiiii caaaralho, taaa doendo papai, para para
- Parar? Vou acabar com você. VocÊ não queria fuder vadia?
Ele não parava de socar, até que eu gritei
- Vou gozar cachorro, to gozaaando olha minha porra quentinha no seu pau olha
Ele começou a mexer na minha buceta, comecei a tremer de tanto tesão e ficar com o corpo mole, mais ele não parava de socar no meu cuzinho,
- Que bucetinha gostosa, e me deu os dedos dele pra eu chupar, eu chupei os dedos deles
- Papai, goza no meu cuzinho goza
Quando ele ouviu isso, ele deu uma socada muito forte e começou a gozar tudo no meu cu, e eu sentindo aquela porra quentinha escorrendo pra minha bucetinha. Nós dois caímos na cama e dormimos..
Continuo no próximo conto ;]
sábado, 26 de janeiro de 2013
sexta-feira, 11 de janeiro de 2013
EU E MEU IRMAO VENDO FILME PORNO
Era um final de semana e nossos pais tinham viajado para o interior do estado, já que trabalhavam com eventos. Eu e M. ficamos assistindo TV até tarde, quando ele resolver ir dormir. Se despediu e foi para seu quarto. Quis aproveitar a chance e ver um filme erótico que uma amiga me emprestou, mas por falta de tempo(nossa casa só tem TV na sala) não tinha visto ainda. Estava cheia de curiosidade. Só pelo título: "100% anal". Pois liguei o filme, e quando me dei conta, totalmente seduzida pelas cenas, estava só de calcinha e tocando uma gostosa siririca...
Estava uma delícia. Quando estava gozando pela 2ª vez, sou surpreendida com um pequeno barulho do corredor que leva aos quartos. Era M. tentando se esconder e quase derruba um quadro na parede. Mas pude perceber que ele estava com o pau para fora do short e se punhetando. Sem conseguir entrar no quarto a tempo, consigo alcança-lo e peço desculpas. Falei que pensei que estivesse dormindo. Ele também me pediu desculpas, falou que achava isso tudo normal. Estava todo sem graça. Eu também estava, na verdade. resolvi convidá-lo para assistir o filme comigo. Ele fez uma cara de espanto, mas concordou, somente com a cabeça. Ainda com muita vergonha.
Sentamos no único sofá da sala e iniciei novamente o filme. Não falávamos nada. Resolvi quebrar o gelo e perguntei: Vc estava tocando punheta quando estava me vendo, né? Ele respondeu: Poxa. Desculpas. Mas não é todo dia que eu vejo uma cena daquela. Não tive como Controlar.
- Eu entendo. E vc gostou? Estava com o pau muito duro... rsrs
- Adorei. Sempre que posso, fico admirando vc. Apesar de ser minha irmã, eu te acho muito gostosa. E vi hoje sua boceta. Ela é linda... adoraria poder chupar e comer ela...
Aquela conversa, as cenas do filme e o aperto do sofá fez com que o toque de nossos corpos fosse inevitável. Não precisávamos falar mais nada. O beijo foi automático... Senti sua mão passar nas minhas pernas, subindo... e por cima da calcinha acariciar gostoso minha boceta. Aquilo estava me deixando louca, mordia seus lábios e quis retribuir. Coloquei seu pau para fora do short e comecei a tocar para ele levemente, vendo seus olhos fecharem e ele sussurrar de prazer...
Ele logo me colocou de quatro e sem tirar a calcinha começou a me chupar... que língua deliciosa. Assim mesmo, ele só colocou a calcinha pro lado e começou a me comer. Que rola gostosa, que foda deliciosa... ele me comia com vontade, e eu cada vez mais louca, gozava e gritava alto. Era muito tesão... Pedi para que sentasse no sofá e fui por cima, o deixando tarado. Fazia um sobe e desce alucinante naquela piroca sensacional. Não resisti e pedi: "Maninho, come o cuzinho da sua irmã, come. Mete gostoso essa pica no meu rabo."
Ele atendeu prontamente e me ajeitou de quatro outra vez. Deu algumas lambidas e cuspidas no meu reguinho e encostou a cabeçona na portinha, me fazendo ficar com as pernas bambas. E foi entrando. Parecia que eu não iria aguentar, mas o tesão era enorme. E logo pude sentir toda aquela vara fudendo gostoso meu cú. Era incrível. Delicioso... parecia que eu iria desmaiar de tanto tesão.
Quando percebi que iria gozar, pelos seus sussurros e gemidos, pedi para que gozasse na minha boca. Então ele tirou a pica do meu cú e eu me ajoelhei em frente. Comecei a mamar e punhetar ao mesmo tempo e ele pediu para que eu abrisse a boca. Nunca tinha visto tanta porra... ele melou toda minha cara e boca, escorrendo pelos meus seios...
Espero que tenham gostado. Em outra oportunidade conto como foi o restante do fim de semana, com muita putaria e sacanagem entre eu e meu irmão. Bjssssss...
COMI A SOBRINHA GOSTOSA
Meu nome e Pedro, tenho 23 anos sou casado com a Thais a apenas 5 meses mas estamos juntos a 4 anos e meio, vou relatar o que aconteceu a 1 mes atras + - Minha esposa tem uma sobrinha que se chama Jaqueline, mas chamamos ela de jack, ela mora la no quintal, com os pais dela, ela tem 18 anos, pele branca, cabelos na altura dos ombros, baixinha, peituda, bunduda, corpinho delicioso e bem gata mesmo, no comeco do namoro com a tia dela, ela nao ia muito com a minha cara, mas com o tempo foi se acostumando e se tornamos bons amigos, trocamos varias ideias, e confesso que sempre paguei um pau pra ela, sempre reparei nela e toda vez que ela estava com um shortinho curtinho, mostrando aquela bunda maravilhosa, quando eu chegava em casa eu batia uma pensando nela. Eu e a thais tinha quase 4 anos de namoro, resolvemos planejar tudo, juntar as coisas e casar logo, marcamos a data do casorio, e tivemos um casamento lindo, lua de mel viagem e tudo mais. Quando voltamos de viagem, fomos morar na casa ao lado da jack, e ela sempre estava la em casa, de dia ou a noite, conversando com a tia dela . Quando estou em casa de folga do trabalho eu custumo ficar sem camisa e de cueca, assistindo canal de esportes, sexta feira era um dia desses, eu estava em casa de cueca assistindo tv no quarto, a Thais perguntou se podia pegar o carro pra ir no mercado fazer compras, eu disse que podia pegar, e as chaves entavam em cima da geladeira. Momentos depois a jack foi em casa procurando a tia dela, e foi ate o quarto, achei que ela iria estranhar ao me ver de cueca, mas ela nem se importou, parecia que ela estava gostando daquilo que ela estava vendo.... eu nao quero me gabar mas, frequento academia e tenho um corpo legal, que chama a atencao de qualquer mulher, e a jack nunca tinha me visto sem camisa e muito menos de cueca. ai ela perguntou: cade a Thais?? eu respondi: foi no mercado! vc ta precisando de algo? ela disse: vim pegar meu secador! eu respondi: nao e aquele em cima do criado-mudo!? ela disse: e ele sim, obrigada! ela pegou o secador e se retirou, momentos depois ela voltou com a toalha na mao, ela perguntou: posso tomar banho aqui!? pq meu chuveiro esta queimado! eu respondi claro! ela tava com uma cara de safadaa! ela foi ate o banheiro, e eu fiquei com aquilo na cabeca, e morrendo de tesao, louco pra comer ela, e eu sabia que ela estava fazendo isso de proposito, por que nunca tinha acontecido isso....fui ate a porta do banheiro e perguntei: o jack, vc pode pegar o barbeador eletrico que esta ai pra mim? ela abriu a porta e falou: pode vir pegar vc mesmo, peladinha, e com uma cara de cachorra... ah nao deu outra, eu agarrei ela e beijei que nem um louco meti a mao naquele rabo gostoso, que eu sempre quiz comer, meti a mao na xaninha dela que estava molhadinha, naqueles peitos maravilhoso e ela passava a maos nos meus e escorregando ate o meu pau, que estava latejando, e falou: nossa! agora sei pq minha tia e apaixonada tanto, e morre de ciumes por vc, vc e muito gostoso! eu respondi: gostoso vai ser o seu tio aqui comer essa bucetinha gostosa! levei ela ate a cama molhadinha mesmo, ela sentou na cama e comecou a chupar meu pau, chupava, batia, passava no rostinho, mamava com tanto gosto, parecia uma putinha pedi pra ela deitar na cama....comecei a chupar aque buceta rosadinha, que coisa gostosa, ela tem uma buceta maravilhosa, chupei ate ela gozar na minha boca, ai coloquei meu pau na xotinha dela e bombava forte , ela gemia tao alto, e quanto mais ela gemia mais forte eu bombava, louco de tesao, e cheio de adrenalina da minha esposa chegar a qualquer momento.... logo pedi pra ela ficar de quatro, nossa que visao! que rabo, eu nao resisti e meti a lingua no cuzinho dela, chupei gostoso, ela gemia de tesao, ai meti a rola na xota dela, e bombava mais forte ainda, achei que a cama iria quebrar e ela gemia, gritava e me chamava de gostoso, prostituto, pedia pra arregassar a bucetinha dela, eu quase pra gozar tirei o pau e gozei na bundinha dela, ela deitou um pouco, foi tomar um banho, e foi pra casa dela, depois fui eu tomar um rapidinho, 30 minutos depois chegou minha esposa, e reclamou que eu nao enchuguei o banheiro. rs Confesso que foi a melhor transa que ja tive, era um desejo que tornei realidade, Depois desse dia a Jack me procura sempre que pode, vai em casa ou eu vou na casa dela, transamos gostoso, ela virou minha putinha.
sexta-feira, 23 de novembro de 2012
COMI O CU DELAS COM MARGARINA
Meu nome é Jorge Luiz eu tinha 17 anos e morava no Rio de Janeiro. Era recém chegado de Manaus-AM onde passei sete anos no Internato do Colégio Militar. Eu morava com meus pais e minha irmã de 16anos. Nos últimos sete anos eu só os via nas férias por apenas duas semanas por ano.
Como tudo que se recebe de graça devemos devolver de graça, eu ensinava matemática, de forma voluntária, numa Comunidade Não-Pacificada do Rio.
Num desses dias após as aulas de reforço, conversávamos sobre experiências sexuais, eu e os alunos homens. Todos contavam suas experiências. Uns tinham comido a prima do interior, outros a namorada, mas um caso me deixou muito excitado foi o de Paulo que aos 21 anos ainda não tinha comido ninguém, me contou que tocava punheta enquanto observava sua irmã tomando banho. E ela, se acariciava que o deixava mais louco de tesão. Só que a irmã sabia que ele estava olhando para ela através do vidro quebrado da janela do banheiro. Eu falei para ele que minha irmã nunca me despertou nenhum tipo de desejo, e tocar punheta pensado nela era brochante.
Fui até a casa de Paulo para ensinar matemática e ver a tal irmã que despertava nele tanta luxúria. Era sábado pela manhã, cerca de 8h. Estávamos sentados na sala e eis que surge um anjo. De camisola transparente, calcinha minúscula, sem sutiã. Os seios eram maravilhos e uma bundinha empinada que me deixou louco. Ela havia me trazido uma xícara de café, me ofereceu, pediu desculpas pela falta de hospitalidade do irmão. Tomei o café sem tirar os olhos dela e quando terminei, ela me perguntou seu eu queria açúcar ou adoçante. Açúcar, adoçante, eu nem percebi diante de tamanho deslumbramento. Ela saiu e foi tomar banho, nisso Paulo sai correndo e sumiu da sala. Depois de algum tempo, ouvi som de chuveiro se fechando e ela saiu enroladinha num toalha de rosto, me deu um sorriso safado e foi para o quarto. Paulo volta pálido, tinha batido outra punheta olhando ela pela janela quebrada do banheiro e segundo ele, ela chupava os seios para excitá-lo mais e mais. Era Renata, a minha Musa. Paulo me contou que ela trabalhava há cinco anos como babá para uma família e dormia no emprego e quase não aparecia em casa. Mas quantos anos ela tem? 16. Mas como assim? Trabalha desde os 11 anos? Ela não recebia salário, mas tinha Colégio particular pago pela patroa, roupas e uma mesada.
Fui embora para casa, precisava de um banho frio. Passei na casa de Mariana, minha namorada e quando abracei-a beijei e me encostei ,meu pau ficou logo duro, a reação dela foi inesperada, me deu um tapa na cara e me chamou de tarado. Era a menina mais bonita e gostosa do bairro, mas era "patricinha" e não tinha tesão nenhum por mim.
Cheguei em casa e fui aborrecido para o quarto e fui pego pensando em Renata, a gata do banheiro.
No dia seguinte pela manhã, fui comprar pão e vejo Renata saindo da padaria. Que surpresa ver você aqui!! Eu disse.
E ela falou,mas te vejo todos os dias. Como assim? Eu trabalho no seu prédio, no apartamento da Dona Nádia.
Você trabalha na casa dos irmãos Pão-Doce? (Pão-Doce era o apelido que meu pai tinha dado para os gêmeos da, cobertura pois tinham de tudo) Você não é o Jorge irmão da Cristina e namorado da Mariana? Sou eu mesmo. Eu estudo com elas e os irmãos Pão-Doce, vou contar para eles que você os chamam assim.
Mas a Dona Nádia vive viajando e você fica sozinhas com aqueles dois tarados?
Ela respondeu: Jorge, eu tenho 16 anos e sou mais esperta que você imagina. Um dia te conto tudo. Preciso ir agora, mas, mais tarde vou na sua casa estudar com sua irmã e nos falamos melhor.
Aproveitei aquela manhã para jogar uma bolinha e controlar a ansiedade de encontrar aquela mulher tentação. Cheguei em casa e fiquei sabendo pela minha irmã que Renata trabalhava como babá desde os 11 anos e que Dona Nádia a tratava como filha. Levava para todas as viagens e tinha tudo igual que se dava aos filhos Ricardo e Marcelo, irmãos gêmeos de 17 anos. Contou-me também que Renata tomava banho junto com os gêmeos quando os pais não estavam em casa. Em troca disso, eles davam toda mesada para ela. Caro leitor, se eu já morria de tesão por aquela mulher, agora fiquei totalmente ensandecido. Os gêmeos tinham computador, coisa que ninguém mais tinha. Tinham mobilete, vídeo-game, conheciam Disney e a casa deles era a única que tinha ar-condicionado no bairro; mas tomar banho com a gostosa da Renata, era simplesmente invejável.
Depois do almoço, como de costume, dei uma cochilada... Acordei com risos, gargalhadas e fui ver o que era. Estavam Renata e Cristina, minha irmã, bebendo vinho no gargalo. Os cadernos e livros sobre a mesa e as duas malucas enchendo a cara. Quando me viram, seus olhos brilharam. Elas se entreolharam, e me convidaram para jogar baralho, um jogo chamado "21". Pela cara das duas eu sabia que tinha alguma sacanagem no jogo. Fomos para o quarto da minha irmã e sentamos na cama e elas decidiram a regra do jogo: quem perder tira uma peça de roupa, combinado? Aceitei na hora. Começado o jogo, perdi a primeira e fiquei sem camisa. Elas estavam de short, camiseta e sutiã. Eu estava em desvantagem, mas quem se importa. Renata perdeu e ficou sem a camiseta. Estava de sutiã preto, uma delícia!!!
Minha irmã perdeu e tirou a camiseta, estava de sutiã branco e transparente. O tesão que me deu ao ver irmã daquele jeito, era injustificável para mim. Perdi a próxima e fiquei só de cueca. O meu pau estava duro quase explodindo e minha irmã olhava com desejo. Meu Deus, que estava acontecendo comigo? logo eu tão correto e cheio de virtudes, pensando algo tão profano. Renata perdeu e ficou com os seios de fora. Caraca, eram perfeitos. Quando minha irmã perde e fica sem o sutiã, aí quase gozo de tanto tesão. Elas riam da minha situação, resolveram me vendar os olhos e brincar só as duas e eu era a "prenda" ou castigo por perder.
Renata era morena bem clara de seios grandes e bicudos, cinturinha fina e uma bundinha que não dá para explicar com poucas palavras. Cristina, era branca cerca de 1,60 seios médios e e a aréola bem rosadinha. Apesar de sempre vestir saia jeans na altura dos joelhos, tinha uma bundinha redondinha e apetitosa.
Uma das duas havia perdido a partida e eu teria que chupar o peitinho dela. Minha irmã disse que eu não ia me arrepender. Mamei aquela gata como se eu fosse o filhote faminto, que loucura. Depois, outro peito foi colocado na minha boca, era diferente do primeiro, mas chupei de forma contida, mas me deliciei.
Renata mandou eu tirar a venda e as duas estavam só de calcinha, e eu teria que chupar o peito das duas e sem a venda nos olhos. Pedi o vinho e dei uma golada de quase meio litro, era muito estranho tocar minhar irmã. Renata se ofereceu para chupá-la no meu lugar. Quando vi Renata chupando a minha irmã no me lugar o tesão era grande, fui e chupei o outro peito e chupei Renata e fui vendado novamente por ordem da minha irmã. Deita e fica com as mãos para trás da cabeça. Obedeci na hora. Meu pau que tava duro de chegar doer foi chupado com tanta volúpia que gozei num urro e cada gota encheu a boca de uma delas. Silêncio total. Elas foram ao banheiro e voltaram toda molhada e totalmente peladas.
Nós precisávamos de um banho frio. É muito tesão. Estávamos com a bucetinhas escorrendo de tanta vontade de dar.
Renata deitou de bruços e Cristina falou bem baixinho no meu ouvido: Quer comer um rabinho virgem?
Cristina foi a cozinha pegou o pote de margarina, lambuzou os dedos e massgeava o cuzinho de Renata, introduziu um dedo e depois com dois. Pegou no meu pau e passou mais margarina, afastou bem as nádegas da amiga, coloquei a cabeça e empurrei 17cm naquela maravilhosa gata. O cheiro de margarina misturado com suor invadiu o quarto. Cristina abriu as pernas na frente de Renata pediu para ser chupada, e eu pude comer aquele cuzinho com a visão deslumbrante da bucetinha rosinha da minha irmã. Quando gozamos parecia uma quase morte, meu corpo ficou todo anestesiado e caí exausto quase a um palmo da bucetinha da minha irmã. Desmaiamos depois disso, quando acordei. elas já tinham saído.
Na manhã seguinte, não vi minha irmã. A casa estava impecavelmente arrumada. O café da manhã na mesa e a margarina ainda com as marcas de dedo. Não tinha sido um sonho...
Minha mãe chegou e me deu recado que Mariana queria falar comigo. Era para eu passar na casa dela onde se encontravam Cristina e Renata.
Caro Leitor, a continuação segue no próximo conto.
COMENTEM!, A opinião de você me ajudam escrever mais e melhor.
Até o próximo conto da continuação.
EU E MINHA IRMA,UMA HISTORIA NO BANHEIRO
Meu nome é Fabio(fic) e vou contar a vocês minha história,me da até emoção de lembrar tudo que eu vivi com Fabiana(fic)minha irmã,companheira de todas as noites..
Bom,vou começar descrevendo a peça,morena sensual,muito bonita,cabelos ondulados quase lisos até as costas , negros, no seu rosto chamava a atenção a sua boca pequena e carnuda,tinha um rostinho de safada,seios pequenos,porém bem redondinhos e durinhos,magrinha,coxas médias,não muito grossas,mas também não finas,e uma bunda grandinha pro seu porte,e também bem empinadinha.
Tudo começou quando ela foi despachada do emprego,e voltou a morar com a gente,eu tinha uns 15 anos,na época,e ela 22,ela tinha ido embora com 18,eu ainda era bem gurizinho,lembro bem que ela ficou espantada quando me viu de novo,já com 15 anos,mal podia acreditar no quanto eu tinha crescido..
Então,meus pais tinham uma casa grandona,só que apenas com três quartos, um não tinha cama , o outro era o quarto dos meus pais , e o outro era o meu,por sorte meu quarto era bem grande, e no mesmo dia que ela chegou pra morar com a gente, compramos um bicama,ela dormiria lá comigo a partir de então. No dia que ela chegou , eu a vi pouco,fomos busca-la na rodoviária, de manhã, a tarde fui pro colégio, e fiquei na casa de uns amigos até dar umas 22:00 da noite.
Essa era minha rotina,chegava em casa a essa hora só pra tomar um banho e dormir.
Chegando no meu quarto,já vi as coisinhas dela lá, e ela sentada no bicama na parte de baixo,com uma roupinha bem sexy.Só a partir desse momento que eu comecei a reparar nela , como uma mulher,como um desejo.Lembro que ela pintava as unhas dos pezinhos,quando eu cheguei lá. Colocamos os papos em dias,naquela noite,conversamos bastante,até eu pegar minha toalha e ir tomar banho na suite do quarto.
E foi assim que meu desejo por ela foi crescendo,o quarto era bem isolado do restante da casa,tinha tranca na fechadura,e eu sempre imaginava ,só nós dois ali,ninguém ouviria nada,seria muito difícil a gente ser pego,nossos pais dormiam como pedra,e essas coisas alimentavam minha imaginação..
Eu sabia pouco sobre ela,mas a gente foi se conhecendo melhor,ela não tinha namorado,e fui perdendo a vergonha de olhar ela ,olhar seu corpo,uma hora ela ia perceber meus olhares de desejo,acabou percebendo naturalmente,com o convívio,mas as coisas foram realmente esquentando quando eu descobri que ela se levantava algumas vezes de noite e ia se masturbar no banheiro,algumas vezes ia pro banho e se masturbava,era difícil de ouvi-la com o barulho do chuveiro,mas as vezes ela simplesmente sentava na privada e se masturbava,aí sim dava pra ouvir claramente.
Pensei em chegar de propósito de surpresa só pra flagrar,mas ainda não tinha coragem.
Quando chegou o verão ... Uma surpresa,nas primeiras noites de intenso calor, ela saia do banho só de calcinha e sutiã, e assim ficava até dormir,lembro que ela tinha umas sexys, bem enfiadinhas,em um desses dias,ela estava de brussos na sua cama e eu tava na parte de cima , ela mexia no notbook quando me pediu pra descer,queria me mostrar as fotos de onde ela morava,dos amigos , etc,desci a escada e fiquei de joelhos olhando as fotos,mas eu tava de olho mesmo na bunda dela,com aquela calcinha enfiadinha..ela ficou dando uns risinhos bem marotos,quando me viu secando ela,mas tentava agir naturalmente ,sobretudo.
Agora vou começar a relatar alguns acontecimentos.. Ficávamos acordados umas 2 horas, com a luz acessa antes de ir dormir, cada um fazendo alguma coisa,tinha uma tv no quarto , um dvd e um video game,um dos acontecimentos foi que eu tava jogando no play 2,e ela mexendo na sua mala,até que ela achou uns dvds sem capa e sem nome na sua mala,e me pediu p testar p ver o que era,eu terminei o jogo e deixei ela usar o dvd pra ver.
Tinham bem uns 5 dvds, ela colocou um,e era um dvd de audio de música,colocou outro, e era um show de sorriso maroto,no terceiro,era um filme porno,ela ficou até surpriendida..
-nem lembrava mais que tinha isso..o dvd tava no menu,mas no proprio menu dava pra ver as cenas de sexo..ela ficou parada pensando,e se levantou... saiu do quarto,uns 2 minutos depois ela voltou..fechou a porta do quarto e abaixou um pouco a tv,só por precaução..eu ainda não tinha falado nada,só assistia a tudo aquilo,sentou na cadeira perto da tv e deu play..
Olhou pra mim e me convidou :
-eu sei que você gosta de ver isso também,pode vim se quiser.
desci da minha cama e sentei no chão..assistíamos as cenas calados,com menos de 5 minutos de video meu pau ja tava duro que nem pedra,demorou um pouco mais pra ela se excitar,quando aconteceu,começou a respirar fundo,a dar suspiros,e a massagear seu próprio pescoço,flagrei ela impulsivamente tentando por a mão dentro da calcinha,só que ela mesmo parava,pois eu estava ali,se estivesse sozinha com certeza faria,no máximo passava a mão na barriga..Tudo aquilo ainda sim pra mim , era demais,com mais uns 15 minutos de video,eu não tinha alterado tanto meu estado,só que ela só piorava..chegou a fazer comentários como ''essa pica ta me dando agua na boca''.. quando começou a passar a mão na calcinha,ela deu um basta, e desligou o dvd e guardou o filme.
Olhou pra mim e riu ao dizer - porra me molhei toda..Vo pro banho,se levantou e pegou uma roupa(na verdade outra calcinha limpa) e deu uma última olhada pra mim,olhou pro meu volume e disse
-e você ta duro ai né,normal
-to mesmo
entrou no banheiro,e no box ,ligou o chuveiro, eu tava sentado na cama pensando sobre aquela situação,só que não deu tempo de pensar muito, ela me chamou,assim que ligou o chuveiro
-oi?
-olha ai o estado da roupa hahahaha
me deparei com a calcinha dela em cima da privada e peguei,estava bem úmida mesmo,eu nem tava mais duro quando cheguei ao banheiro,mas quando começei a cheirar e a tocar na calcinha dela ele subiu de novo..
comentei : - cheirinho bom hein..
ela riu,e desligou o chuveiro,assim que ela fez isso eu coloquei a calcinha dela no lugar e me preparava para sair do banheiro quando ela saltou do box e ficou na minha frente,olhou pra baixo e perguntou
-ainda duro?vai se aliviar menino..
fiquei sem jeito
-ta com vergonha de mim é?eu não tenho vergonha de você..
então aproveitei a oportunidade..
-não tem não? então vamos nos aliviar juntos..
-como assim?não to te entendendo..
-você faz o seu que eu faço o meu na mesma hora,só pra ve se vc não tem vergonha mesmo..
-claro que não tenho..já te vi pelado tantas vezes..só pq cresceu ta achando que muda alguma coisa?
-..
-me parece estranho,mas tudo bem,vem cá..
sentou no chão do quarto,olhou pra a porta e se levantou de novo.. acho que aqui não..
voltou pro banheiro e sentou na pia,que ficava de frente pra privada,segui ela..
sentei na privada
-vou sujar outra calcinha nao,kkk
tirou a calcinha e colocou na pilastra,pude ver quase que claramente sua xaninha..
-anda sua vez,tira a roupa..
achei que seria justo,tirei minha roupa, ele estava rígido.. claro que ela não ia deixar de comentar..
-bonito pau..cresceu mesmo hein menino..
começamos a nos masturbar um olhando para o outro,eu pensava o tempo todo nela,tava um pouco dificil de me concentrar diante daquela situação,mas fiz o que pude,ela me olhava com muito tesão,enquanto esfregava os dedos nos seus lábios da xota,de repente, ela desceu da pia e sem mais nem menos pegou meu pau,foi diferente,nenhuma pessoa tinha pegado nele além de mim,a sensação era diferente,começou a bater pra mim com uma intensidade fulminante,com sua linda mãozinha delicada,aos sussurros de goza, goza, acabei ''gozando litros'' que até espantou a ela ...
Esperem pela parte 2.
MINHA MAE SO QUERIA NA BUNDA
Um certo dia, na verdade vivendo uma baita de uma seca de meses, após levar um dolorido pé na bunda da ex-namorada, percebi que minha mãe – divorciada – fazia de tudo para me botar pra cima novamente. Puxava conversava, perguntava se eu não queria ir até o shopping com ela, fazer uma viagem, etc e tal. Era meio estranho, para alguém que já passou dos 20 anos e namorou por um bom tempo, não faz o menor sentido acompanhar a mãe assim, na curtição.
Ela apesar de lidar com minhas negativas, não desistiu. Nos finais de semana passou a visitar o meu quarto todas manhãs, com a desculpa de me chamar, entrava lá ou mostrando a calcinha ou mostrando o sutiã, e fazia carinho nos meus cabelos e nas minhas costas até eu acordar. Já era comum acordar de pau duro, mas com uma mulher ainda bem atraente fazendo carícias e dengos, era certeza que a barraca aparecia toda armada. No entanto, eu era esforçado e envergonhado, pedia para ela sair antes de me levantar e escondia o volume na cueca.
Numa certa manhã de calor, ela entrou só de calcinha e sutiã, e o sutiã era um azulzinho surrado, velhinho, que claramente não conseguia suportar direito o peso das suas tetas. Sim, não acho que minha mãe tenha peitos grandes, mas são volumosos e pesados, duros e sempre marcando suas roupas de forma bem sensual. Era óbvio que ela queria porque queria alguma perversão comigo, e eu não entendia bem os motivos disso até aquele momento. Porém, simplesmente não consegui resistir aos seus carinhos nas minhas costas e pernas naquela manhã, ainda mais que ela de propósito ficou esfregando seus seios nos meus braços, o que os fez saltar pra fora do maldito sutiã, ela estava irresistível mesmo, assustadoramente com más intenções.
Não aguentei a pressão e revirei o corpo, ficando deitado de costas e com o pinto muito duro, escapando da cueca. Minha mãe se concentrou a fazer carinhos só nas minhas pernas e aos poucos passou a esbarrar a ponta dos dedos no meu pau, resvalando justamente na área mais sensível, nas paredes da glande. Quando eu abri os olhos somente a vi terminando de retirar o sutiã, e sim, seus ainda muito bonitos e pesados seios, como duas grandes maças maduras brotaram alvos e nus na minha frente. Então, bastou ela sorrindo se limitar a dizer que eu merecia relaxar de verdade, e que ela me ajudaria a voltar ao “normal”.
Ok, por um momento achei que ela se encontrava clinicamente maluca, pois era justamente o inverso, aquilo nada tinha de normal, receber uma punheta da mãe nua parece na verdade bem surreal se formos pensar. Mas a sensação das suas mãos finas e ágeis e a visão daqueles peitos gostosos, me impediram de discordar dela, e ela ainda sorria com tanta convicção do que fazia.
Minha mãe foi batendo uma punheta progressiva, cada vez mais rápida e maliciosa, apertando o pau com mais força enquanto prestava atenção na minha reação. Eu estava decidido a ficar olhando aquelas seios lindos e deixar o gozo chegar e jorrar talvez por sobre suas tetas, mas comecei a olhar também para suas pernas ainda tão lisinhas, e ela também vestia uma calcinha rendada, de uma safadeza classuda, mostrando que só tinha um pequeno monte de pêlos escuros sobre a xana, e o resto tão aparadinho. Parecia que uma pequena mancha ou líquido começava a marcar deliciosamente por entre as rendas da sua calcinha, e eu por puro instinto levei a mão até lá.
Daí ela começou a gemer, passou a apertar os seios e apertar meu próprio braço, e com isso perdi o controle e comecei a abraçar seu corpo e agarrar, lamber seus seios gostosos. Quando eu já fazia força para deitá-la na cama e jogar sua calcinha no chão, ela refugou pela primeira vez, mesmo sem muita ênfase e com a voz baixinha, dizendo “não, não, aí não precisa não!” Fiquei um pouco confuso e entendi que ela não queria que eu fizesse justamente o que tinha em mente, dar uma deliciosa chupada na sua bucetinha. Eu particularmente gosto muito, amo demais o gosto de uma xana, não faço isso só porque é uma preliminar mandatória, mas porque realmente tenho prazer em sentir o gostinho das bucetas taradas. Porém a minha iniciativa nisso a assustou.
Fiquei sem entender e irritado, comecei a gritar com ela, sim, gritei bancando o macho pra cima da minha mãe! Onde já se viu, ela claramente fazia um joguinho maluco de sedução justo comigo, começou batendo uma punheta pra mim e depois passou a se tocar, e quando eu finalmente perdi a cabeça e me envolvi de verdade, ela quis impedir uma chupada justo na sua buceta?
Ela pediu perdão e foi se explicando, mas eu disse que primeiro queria entender o que ela estava fazendo comigo, ela queria me deixar louco com a sedução? Minha mãe disse que não era loucura, mas que ela só temia me ver deprimido, pois nunca tinha me visto tão feliz como nos últimos dois anos em que namorei Priscila, período em que ela me viu melhorar em todos os sentidos, onde eu teria ficado mais calmo, concentrado, melhorei nos estudos e arrumei um trabalho, e além disso, porque ela já tinha vivido situação semelhante com um ex-namorado. O primeiro namorado da minha mãe quase endoidou, isso foi uma história até antes do meu pai. O cara quase se matou quando tomou um coice, quando ela o trocou pelo agora ex-marido.
Aquilo parecia fazer sentido, quer dizer, pelo menos foi uma desculpa suficiente para levantar meu pau novamente, já que ela permanecia nua e tentando me abraçar enquanto conversávamos. Mas também perguntei de onde ela tirou forças para conseguir sentir tesão por mim, seu filho?
Mamãe fez um pouco de cena, fez algumas caretas fingindo estar envergonhada: “Ahh filho, é que você é um garotão, e eu tenho muito tesão por rapazes, por jovens exalando sexo!" Eu perdi a graça e disparei uma nova rodada de reclamações, fiquei alterado, o que era isso, ela dizia essas coisas só para me deixar tarado ou queria mesmo era me ver louco que nem ela parecia estar? Ela muito manhosa fez cara de sonsa, e respondeu tirando de vez a calcinha enquanto flexionava os joelhos, empinando o rabo e destacando as curvas da sua cinturinha, e definitivamente calou minha boca quando arreganhou o cu com as duas mãos: “Olha filho, eu amo dar a bunda, sabe? E eu só dou a bunda pra garotão cheio de energia e que tem pau duro pra dar e vender, que nem você está agora. Eu tô falando de sexo, de foda, e eu adoro quando um pau sobe várias vezes por minha causa!”
Não quis saber mais de nada e enfiei o meu pau, realmente muito duro na bunda da minha mãe. Ela não gritava e nem parecia sentir dificuldades, apenas fechou os olhos e foi acomodando o rabo na direção certa para aguentar toda a minha vara brincando dentro dela, e com isso eu fiz minha parte forçando, e forcei fundo pois sentia um misto de tesão com uma vontade de castigar a loucura e a vadiagem que ela exibia, arreganhada e sonsa daquele jeito. Minha mãe lascou a bunda na minha direção, uma bunda pequena como ela própria, porém larga e ainda muito durinha, tesudinha.
Enquanto enfiei a rola dentro do seu cu, segurando a vaca pela cintura, ela acariciava os seios e o grelo, e seguiu me provocando, dizendo que sempre preferiu dar a bunda, que se sentia possuída de verdade só por trás, e que também preferia pica de jovem no rabo porque “nós” vivíamos tarados, e com isso fazer o pau subir uma ou duas vezes era facinho, e pra comer um cu é preciso sempre de um pau bem duro. Embalado pelo tesão, perguntei entre gemidos e rosnadas se era por isso que ela não quis que eu atacasse sua buceta, mas ela não se alterou, fez carinha de suspense, e depois de rebolar forte que nem uma puta na minha pica, disse que não: “É que a bucetinha eu só dou para os meus namorados.” Porra...mas que namorados? Pensei.
Aquilo me deixou puto, louco de tesão. Não sabia se o que ela dizia era verdade ou uma desculpa para me deixar tarado, ou pior, um delírio de mulher maluca, mas a visão de rapazes fazendo fila para currar o bonito e safado cu da minha mãe encheu minha cabeça de tesão e de ciúmes, de paixão e de raiva. E ela não parava de provocar: “Delícia...hmm, sabe o que deixa tarada, sabe? É essa carinha fofinha de cachorro esfomeado, me fudendo por trás como se eu fosse um prato de comida gostosa...aíííí pau gostooso!” Eu segui esfolando aquele cu já no chão, perdendo os pudores, montado e todo duro por cima dela, que por sua vez fazia forças para erguer a bunda na direção do meu pau, permitindo que alcançasse o seu reto até o talo! O tesão foi crescendo, aumentando, até que eu esporrei muita gala no seu ânus vermelho e suado, lambuzado de tanto sexo.
Voltei para cama e minha mãe foi ao banheiro, limpar o rabo e o rosto. Ela retornou aparentemente contente, ainda pelada, e me abraçou. Disse que eu deveria sentir prazer com aquela brincadeira toda, e que ela queria me fazer companhia, ser minha "amiga" em todas as horas que eu precisasse e para “tudo” que eu tinha em mente. Eu a envolvi com os braços, ainda estranhando muito a situação, com dúvidas se iria topar uma loucura daquelas novamente, mas continuei conversando e voltei a lhe fazer perguntas assim que olhei mais uma vez para seus seios durinhos e a buceta que agora parecia sempre molhada, ensopada de tesão. Perguntei que conversa era aquela, se ela tinha mesmo um monte de garotões por aí, que comiam seu rabo vez ou outra...e se ela preservava a buceta, então tinha mesmo um namorado?
Ela deu risada, perguntou o que eu pensava a respeito: O que você acha...acha que eu tenho mesmo um namorado? Disse que não sabia, e voltei a perguntar sobre a história da bunda arrombada e dos garotões, no que ela gargalhou...e se levantou da cama, e dando um beijo no meu rosto, disse que nós dois é quem iríamos sair para jantar a noite e passar uma noite fora, teríamos um dia cheio de outras aventuras.
Eu continuei olhando para ela, acompanhando sua bunda que descrevia um delicado buraquinho escuro e côncavo bem no meio das nádegas, na altura das pregas. Cada vez mais curioso e esperando uma resposta com cara de menino questionador, pedi que me dissesse algo. Ela parou na porta, e com uma clássica cara de puta, ou então se fazendo de atriz se limitou a dizer: “Você viu com os próprios olhos que eu gosto de dar a bunda, e dou pra valer!”
E com isso a dúvida continuou, e o meu pau voltou a endurecer.
EU VI O QUE A MINHA NAMORADA FEZ COM O FILHO DELA
Sinceramente eu acho que a maioria dos contos de incesto são fictícios, nada contra isso, afinal conto é conto, mas quando a história é real, a coisa fica mais quente, mesmo que não seja tão explicita, afinal a verdade não é tão fantasiosa assim, mas o que vou contar aconteceu comigo, e olha que eu achei que já havia visto tudo nos meus 40 e poucos anos.
Arrumei uma namorada de 39 anos e estamos juntos há quase um ano. Ela, como eu, é separada. Mora com seu filho de 18 anos, vou chamar de DEL, num apartamento tipo kitnet de um quarto, sala, cozinha e banheiro. No começo do namoro eu passava lá, pegava ela e saiamos, mas o tempo foi dando liberdade e comecei a frequentar o apartamento quase todo fim de semana.
Foram sendo estabelecidas regras implícitas, que não precisam ser faladas, mas uma delas ela fez questão de falar logo no começo do namoro deixando claro que amava o filho e que eu não seria tão importante quanto ele, o que eu não sabia era o quanto e como era a relação entre os dois. Como só há um quarto no apto, ela dorme numa cama de casal com ele. Há intimidades que parecem estranhas depois que os filhos crescem, mas no caso dela e ele achei normal frente a tudo que viveram juntos, ela cuida dele sozinha desde quando ele tinha 8 anos, e o pai não é muito presente, sei que existe mas nunca vi o cara, embora as vezes ele sai com o Del.
O Del me recebeu sempre muito bem e nos entendemos numa boa. Não há ciúmes, muito pelo contrario, até acredito que meu relacionamento com Marie é muito bom por conta de, eu e ele, nos darmos super bem, ele participa da minha vida agora, até aquelas coisas mais bobas como ir no supermercado e ajudar em coisas banais. Somos de certa forma, amigos, mas desde o começo notei uma relação estranha entre os dois.
No começo do namoro era mais tímido e disfarçado, por exemplo eles se beijarem na boca. Poderia ser um simples beijinho, tipo selinho, e de certa forma é, mas bem acalorado, não é de língua (ou pelo menos nunca vi esta cena), mas com o tempo a coisa foi ficando mais calorosa, hoje vejo chupadinha nos lábios e beijos e abraços fortes repetidos, como se fossem namorados na minha frente, como nunca houve negligencia da minha parte, eles são naturais, mas não muito usual.
O fato de eles dormirem juntos eu sempre respeitei, nunca tentei tirar o lugar dele, mas não achavam que tinham que trancar a porta, isso me incomodava um pouco, fica um ar de curiosidade. Eu sabia que ela se trocava na frente dele, várias vezes a vi sair do banho e ir, como sempre de portas trancadas, se trocar com ele no quarto, normalmente quando ele está acordado.
Com tempo foram me liberando cenas cotidianas dos dois, e ela ficando mais liberal quanto a minha presença na casa. Eu a vi estar tomando banho e ele entrar para fazer xixi (o box é totalmente transparente), ela andar de calcinha pela casa, lembrado que ela costumeiramente dorme de camiseta e calcinha e ele de cueca, pois eu costumo acordar cedo e agora eles não disfarçam e do jeito que estão seguem normalmente até a cozinha quando levantam para tomar um café que geralmente eu deixo pronto para alegria dos dois.
Que havia uma liberdade quando a nudez entre os dois ficou claro para mim, ela o via nu, e ela também tinha esta liberdade, mas nunca achei que passaria disso, até eu ver duas cenas que me fizeram mudar um pouco de opinião quanto a veracidade dos contos que leio sobre o tema agora.
Era uma sexta-feira, saímos eu e ela para jantar com um casal de amigos, Del ficou em casa, raramente ele sai conosco a noite quando vamos com outros amigos. Bebemos muita cerveja. Marie ficou molinha e fogosa, eu estava doido para comer ela, debaixo das minhas bolinações no carro, enfiando o dedo na buceta dela que abria generosamente a perna para meu deleite, ela mesmo tirou a calcinha e deixou o vestido levantado para que eu acariciasse, conseguimos chegar no apto dela, mas eu sabia que lá não iria acontecer nada.
Devia ser umas 2h30 da manhã, estava um calor abafado apesar de madrugada. Entramos tentando fazer silencio mas Del estava acordado assistindo algum filme.
Minha namorada entrou no quarto, escutei ela falar com ele alguma coisa e em seguida foi para o banheiro, eu fui para sala onde agora era meu dormitório, apesar do tesão estava muito cansado e apaguei no sofá. Não escutei mais nada.
Acordei ás 4h30 da manhã incomodado e com vontade de mijar, escutei o som da tv do quarto deles, olhei e a porta estava entreaberta, uns dois dedos, fui até o banheiro, mijei e não aguentei a curiosidade, olhei dentro do quarto tentando não me permitir que fosse visto. A luz da tv iluminava minha namorada deitada de lado com os seios de fora e coberta por um lençol da cintura para baixo, a calcinha no chão junto com a camiseta, e ele, o filho completamente nú dormindo mas com a rola levemente intumescida de quem tinha metido ou batido uma punheta. Não acreditei no que vi, mas fiquei excitado com a situação. Forcei a porta a ficar um pouco mais aberta, um palmo, ambos dormiam, me deu vontade de entrar com alguma desculpa como desligar a tv que estava me incomodando, mas fiquei com medo de ser pego. Voltei a dormir.
No dia seguinte, como regra acordei mais cedo, a porta ainda estava aberta, forcei um pouco mais de forma que da cozinha dava para ver a cama deles que apenas estavam em posição diferente, nada erótico embora os seios dela ainda estivessem a mostra.
Fiz um café, preparei a mesa e fiz algum barulho para ela acordar e perceber que eu tinha visto. Sentei-me à mesa tomando um café, mas não olhando direto para o quarto deles, fingindo um respeito a privacidade descoberta.
Ela acordou e me viu, no começo um pouco espantada, cobriu o filho melhor, puxou o lençol cobrindo os seios e me sorriu mandando um beijo. Enchi uma xícara pequena de café, que ela adora, e levei até o quarto, se sentou na cama segurando o lençol pelas axilas, tomou o café, nos falamos um pouco, eu não sabia se falava que a porta estava aberta ou não mas resolvi ficar calado, ela tomou o café, se descobriu, estava totalmente nua, vestiu a calcinha e a camiseta que estavam no chão, e fomos para a cozinha, não falamos nada, foi como se nada tivesse acontecido, mas ficou no ar, era uma questão de tempo eu saber a verdade mas nunca falamos sobre este fato.
Era final de ano, resolvi que a gente iria viajar no Natal e aluguei uma casa de praia com um quarto, o Del iria com a gente, mas deixei claro para ela que iríamos dormir juntos, ela ficou um pouco confusa no começo mas aceitou, achou que era justo. Ficaríamos praticamente uma semana, e foi muito legal viajarmos juntos. O meu presente de Natal veio no meio da semana.
Todas as tardes, começávamos na cerveja e ia esquentando, Del acompanhava de maneira moderada mas também ficava alto, Marie tinha um fraco por bebida e o mais gostoso é que parece que ela ficava mais liberal, mais sexy, mais assanhada...
Chegamos na casa por volta das 21h00, ainda não tínhamos tomado banho, eu estava quebrado e preferi que ela e ele fossem tomar banho antes, estava naquela moleza de bebedeira e cansaço, Marie mandou Del tomar banho que obedeceu numa boa, ela foi até o quarto, começou a arrumar algumas coisas, eu meio que apaguei na cama mas não dormi, logo ela saiu com toalha, roupa em direção ao banheiro. Despertou uma curiosidade enorme.
Seria arriscado, havia uma janelinha que dava acesso ao quintal da casa, colocando uma cadeira talvez eu poderia ver, primeiro colei o ouvido na porta do banheiro, eles conversavam mas não dava para entender, sai com um banquinho na mão silenciosamente coloquei em baixo da janelinha, para minha sorte senti que seria perfeito, ambos na posição que estavam não conseguiriam me ver, somente se eu fizesse algum barulho para chamar a atenção, o que não ocorreu.
Ela naturalmente e totalmente nua sem aparentar a menor vergonha ainda conversando com ele entrou no chuveiro forçando-o a ir para o lado, se molhou e iniciou seu banho colocando shampoo na cabeça, em seguida passou na cabeça do Del, pegou o sabonete e iniciou um banho nele ensaboando o peito, o rapaz já conhecia a tocada pois começou a se punhetar levemente como quem já sabe o que vai acontecer, e não demorou muito as mãos dela já acariciavam a rola dele, ela ria e falava alguma coisa baixo no ouvido dele, puxava o corpo dele contra o dela debaixo d’água, dava umas encoxadas fortes nele que se rendia sem dizer nada, apenas acariciava as pernas da mãe na lateral, logo se virou e ela levantou uma perna fazendo a rola dele entrar, foi uma foda gostosa debaixo do chuveiro até ele tirar o pau e gozar com ela punhetando, ele limpou a rola, deu um beijo de selinho nela e saiu.
Eu desci da cadeira, com a rola estourando de tesão, fui para o quarto e esperei ela voltar, como se nada tivesse acontecido.
sexta-feira, 5 de outubro de 2012
segunda-feira, 24 de setembro de 2012
GABRIEL,MEU IRMAO NINFETO
Para entenderem bem o conto, leiam “Peguei meu irmão caçula transando com nosso primo!”.
Olá a todos! Meu nome é Cláudio e tenho 17 anos, e isto aconteceu pouco tempo depois que peguei meu irmão caçula, Gabriel, de 15 anos, trepando com nosso primo do interior, Robson, de 16 anos.
Não tirava da minha cabeça o que eu tinha presenciado no rio do sítio dos familiares da minha mãe: meu irmãozinho mais novo, Gabriel, o queridinho de todos, o bom garotinho de cabelos lisos, corpo miudinho e todo perfeitinho, rebolando como cachorra na rola enorme do nosso primo negro, bombadinho e metido a machão, Robson. Cara, não consigo nem descrever toda a raiva que eu sentia daquele viadinho do meu irmão, queria encher ele de porrada. Porra, mas quem eu quero enganar... eu fiquei mesmo foi com uma puta de dor cotovelo. Nunca tive interesse nenhum em outros homens, muito menos no meu irmão delicadinho. Para dizer a verdade, nem mesmo imaginei que Gabriel curtisse essas paradas, pois embora ele nunca tivesse ficado com menina nenhuma, ele era um carinha que chamava a atenção, pois era muito bonito. Os adultos amavam ele, ele sempre foi o queridinho da família. Diferentemente de mim.
Naquele domingo evitei ao máximo tanto o Gabriel, quanto o nosso primo Robson, e nos poucos momentos que fui obrigado a estar perto deles, notava como eles agiam normal, como se nada tivesse acontecido, como se eles fossem realmente “só” primos, parentes distantes que eram colegas quando se encontravam. Nossa mãe e a mãe do Robson, que eram cunhadas, nem imaginavam que os dois ali há pouco tempo haviam feito um sexo violento na casinha próxima do rio. Que viadagem do caralho, o pior de tudo é que eu estava com um tesão desgraçado naquilo tudo.
Naquele mesmo domingo, pouco tempo depois do almoço, minha mãe, seus irmãos e irmãs, cunhados e cunhadas e os filhos, além de mim, Gabriel e Robson, fomos todos ao rio. Eu não quis nadar quando cheguei lá e fiquei mais afastado de todos. Fiquei só observando aqueles dois, como eles agiam como se nada tivesse acontecido, meu irmãozinho ostentando aquela personalidade dele de menino comportadinho e tímido. Nossa mãe, e a mãe do Robson, nadando naquele mesmo rio que os filhos dela tinham trepado pra caralho na manhã do mesmo dia. E elas nem imaginavam. Alias, ninguém imaginava, eu só sabia por que tinha visto. Se alguém me contasse, acho que não acreditaria.
Como sempre, qualquer coisinha que o “Gabs” falasse todos diziam “own, que bonitinho”. Viado do caralho aquele meu irmãozinho “fofo”. As minhas tias adoravam passar a mão nos cabelos lisos dele e no rostinho “fofo” dele, nem imaginavam que naquele mesmo rostinho “fofo” muita porra já tinha sido derramada.
Na viagem de volta, uma das irmãs da minha mãe pegou carona conosco, pois ela também morava na capital. Fui no banco de trás do carro com o Gabriel. Como era noite, estávamos cochilando e Gabriel logo pegou no sono, ele dormia como passarinho, numa rapidez extrema. Fiquei observando ele dormindo, realmente meu irmãozinho tinha um jeitinho todo angelical, delicado. Ele não era afeminado, ele tinha jeito de homem, sua voz estava já bastante grossa para a idade dele e ele se vestia normalmente como um adolescente, mas ele realmente tinha um jeitinho adorável, acho que por causa dele todos se encatavam com ele. Só que aquilo me dava uma raiva do caralho, pois eu tinha visto o “outro” Gabs, uma puta do cacete, que rebolava numa pica enorme e ainda pedia para enterrarem mais ainda a pica no seu cu. E aquilo me excitava pra caralho! Aquele Gabs ninguém conhecia, só conheciam o Gabs que adorava jogar videogame e via desenhos na TV. Eu olhava meu irmãozinho com outros olhos, queria fazer com ele o mesmo que nosso primo tinha feito naquele final de semana no sítio. Porra, eu fodia tantas gatinhas do colégio e eu agorava tava afim do pirralho do meu irmãozinho viadinho!
Quando voltamos para a nossa casa na capital, o Gabriel passou a notar que eu estava evitando ele e que eu estava sem paciência com ele também. Nossa mãe também, ela até veio me perguntar, mas eu soltei uma resposta ignorante como sempre, ai os dois pararam de me enxer um pouco, afinal, eu era o filho rebelde mesmo e os dois já estavam acostumados com isto. O problema agora era que eu não conseguia tirar meu irmãozinho da cabeça, e aquela cena dele, sendo putinha com prazer do nosso primo! Eu até sonhava com ele, gemendo feito puta no cio, em cima do caralho do Robson, sentando e levantando da pica dele e sorrindo com aquele olhar cheio de malícia, que não pertencia ao Gabs “queridinho”. Aquele era o Gabs safadinho, putinho do caralho, que curtia uma pica grande no cu, e gemia e rebolava com ela enterrada no seu cu!
Nossa mãe trabalhava e eu estudava de manhã e o Gabriel estudava á tarde. Sempre quando eu chegava da aula, eu ainda o encontrava em casa, se preparando para ir para escola. Normalmente ele ainda estava sem uniforme e sempre saía atrasado de casa, mas como era “perfeitinho”, ainda conseguia chegar na escola sem se atrasar.
Era uma quarta-feira e assim que entrei em casa, o vi deitado no sofá, jogando videogame na televisão da sala que era bem maior que as televisões dos quartos. Ele estava com os cabelos lisos todo bagunçado, sem pentear, e usava uma camisa sem manga, onde eu pude ver seus braços magros e míudos de fora, mas ele já tinha muitos cabelinhos de baixo do suvaco. Além de estar com uma bermudinha bem curta já para ele, suas pernas também eram bem magras e curtas, mas também já estavam bem peludinhas. Nunca havia reparado tanto nele, afinal, ele antes daquilo era só meu irmãozinho 3 anos mais novo, que usava aparelho nos dentes e tinha um pouquinho de hipermetropia e precisava usar óculos para ler e usar o computador. Além disto, os pés dele estavam para cima, com as solas um pouco sujas, e seus pés também eram bem grandinhos, sendo um pouco desproporcionais ao seu tamanho. Vê-lo assim o imaginei numa posição de frango assado. Meu pau subiu na hora quando o vi assim! Gabriel falou comigo assim que o “comi” com os olhos.
- “Coé” Dinho! – Gabs me cumprimentou.
- Não torra, moleque! – Respondi e mostrei o dedo médio para ele, logo em seguida fui para meu quarto e bati a porta.
Quando me tranquei no quarto, liguei meu PC e procurei por um vídeo pornô gay na internet. Caralho, como agora eu estava me interessando por aquilo? Puta que pariu! Nem pesquisei mais e desliguei o computador e me joguei na minha cama. Gabriel bateu na minha porta e falou alguma coisa, algo que não entendi bem, mas acho que estava avisando que já estava metendo o pé para e escola. E eu ali só lembrando do meu irmãozinho dando pro nosso primo, então não aguentei e tirei meu pau pra fora e comecei a me masturbar, só pensando em mim fodendo meu irmão. Não demorei para esporrar um jato forte de porra na minha mão! Depois fui tomar um banho para me limpar, mas ainda estava me lembrando do meu irmãozinho Gabriel, não conseguia parar de pensar nele trepando gostoso com nosso primo. Desliguei o chuveiro e fui só de toalha para o quarto dele e entrei para fuçar as coisas dele (coisa que nunca tinha feito antes, pois nunca me interessei por nada dele).
Em cima do armário dele estava a caixa do videogame (um PS2 na época) e achei que seria um lugar interessante para ele esconder alguma coisa, pois nossa mãe jamais abriria aquela caixa para pegar qualquer coisa. E realmente eu encontrei. Havia um DVD daqueles graváveis em um estojo de papel e um pacote com 3 camisinhas. Safado do caralho! Peguei o DVD e sai do quarto dele, mas antes de ir para o meu, voltei ao banheiro para terminar de me arrumar e me vesti. Quando fui jogar no cesto de roupas sujas a minha roupa, percebi que a última roupa jogada lá era dele. E de curiosidade, peguei uma cueca suja dele. Não aguentei de tesão e comecei a cheirar ela! Tinha um cheiro de porra, misturado ao cheiro próprio dele, que delícia do caralho! Levei a cueca e o DVD para meu quarto, tranquei a porta (as vezes poderia ocorrer da nossa mãe chegar mais cedo, então eu preferia me prevenir).
Coloquei o DVD no drive do meu PC e abri os arquivos. Eram arquivos de fotos, e quando mudei a visualização para vê-las, tremi nas bases e meu pau subiu na hora! Era o Gabriel de boca na pica de um de seus colegas de escola, Luan. As fotos eram todas tiradas no celular e tinha uma qualidade bem ruim e a maioria fora de foco, tudas improvisadas na hora com certeza, e tiradas por Luan, pois em todas se via mais o Gabriel, mas uma delas os dois haviam tirado rindo juntos – ambos com aqueles sorrisos de puta, maliciosos. Em uma das fotos, Gabriel estava daquele jeitinho que vi de manhã, deitado com as pernas para cima, e Luan o fodendo naquela posição de franguinho assado. Então o Gabs carinha de bebê, queridinho da mamãe, era bem experiente mesmo. Já havia fodido pra caralho! Talvez mais até que eu, que já tinha transando com muitas meninas do meu colégio e algumas que eu conhecia pela net.
Bati mais uma punheta cheirando a cueca do Gabriel e vendo suas fotos com o Luan! Copiei as fotos para mim e depois guardei o DVD novamente na caixa do PS2 dele.
Caralho, eu estava caídinho pelo meu irmão caçula viado do caralho! O que mais me excitava naquela situação toda era que ele era muito dissimulado, pois ele aquele anjinho que todo mundo adorava, mas nas escondidas era uma putinha louca por pica! E ele já tinha uma certa experiência, pois ele sentia um tesão do caralho toda vez que dava para alguém, dava para ver no rosto dele a safadeza, nada haver com aquela carinha de anjo que ele mostrava normalmente para nossa mãe e para todos os outros!
Os dias foram se passando e eu continuava fulo da vida com ele, mas era sempre a mesma coisa: quando eu estava com ele, ficava “comendo” ele com os olhos e quando estava sozinho em casa, me masturbava vendo as fotos dele e cheirando suas cuecas. Um dia tive a vontade imensa de cheirar um tênis dele e me embriaguei com aquele cheirinho bem suave de chulé dos pés dele, gozei muito aquele dia! Eu tinha que tentar alguma coisa, eu queria muito foder meu irmãozinho caçula também! Se ele curtia levar pica no rabo, ia levar a minha também!
No dia seguinte, tive uma ideia. Não fui a escola e fiquei a manhã toda em casa. Gabs estava lá jogando videogame na sala, como sempre fazia, e tirei toda minha roupa no quarto. Fiquei peladão e fui para sala assim, eu ia tomar banho, mas antes ia conversar lá com ele, daquele jeito, ver como ele agiria ao me ver nu. Meu corpo é bem maior que o dele, tenho bastante pelos no suvaco, um pouco no peito e bastante também nas pernas. Mas sempre depilo um pouco no meu pau, mantenho poucos pelos nele. Meu cacete tem um bom tamanho, tenho 21cm quando duro (me lembrei do nosso primo Robson, que tem 16 anos – um ano a menos que eu – e já tem uns 25cm de pau).
Comecei a falar do jogo com ele e levei minha mão no meu cacete, fiquei alisando meu pau, como se fosse me masturbar. Nisto, meu pau foi crescendo. Percebi que meu irmãozinho caçula deu uma encarada no meu pau e meio que se assustou com a cena, foi pego desprevenido. Mas com aquela carinha de bebê inocente, olhava para a TV e as vezes para mim, sem se mostrar nervoso nem nada. Eu estava mais nervoso que ele! Fiquei fulo da vida, louco pra meter porrada naquele moleque viadinho! E fui para o banheiro tomar meu banho. Depois, voltei a ficar ignorante com o Gabriel, evitando falar muito com ele. Antes de sair de casa para ir para escola, ele falou comigo:
- “Coé”, Dinho, cê tá estranho, hein?
- Não enxe, viado. Vá pra porra da sua escola logo. – Respondi para ele em um tom nervoso.
- “Carái”, “véi”. Cê tá de “xico”? Cê tá precisando de pegar umas, hein? – Gabs me respondeu, ironizando e rindo. Na hora fiquei puto da vida e respondi na lata para ele.
- Tô precisando de foder é um viadinho assim que nem você! – Mandei com tudo e agora sim vi meu irmãozinho mudar até de cor. Ele me encarou com aquele rostinho de bebê, cabelos lisos perfeitos, sorriso metálico com aparelho, corpinho míudo e magro, mas assustado.
- “Coé”, Dinho, do que cê tá falando? – Respondeu trêmulo.
- Ah, porra, troca a máscara, brow! Cê acha que eu não sei que cê é putinha? Vi você rebolando na vara do Robson no sítio! E vi suas fotinhos com o Luan também, seu viadinho! – Falei pro Gabs, que ficou pasmo com a revelação, de que eu sabia das coisas que ele fazia, que eu sabia que ele também era o Gabs safado do caralho.
- Cê sabe, é? – Gabs disse.
- É, seu viado, sei sim! – Respondi nervoso.
Meu irmãozinho Gabriel ficou calado por alguns segundos e mostrou aquele largo sorriso de puta no rosto, mostrando todos os seus dentes o aparelho. Viado do caralho, era aquele mesmo sorriso malicioso que ele mostrara naquele dia do sítio para nosso primo e o mesmo da foto com o amiguinho de escola dele. Gabriel se aproximou de mim e meteu a mão na minha vara por cima da bermuda que eu estava usando e acariciou meu cacete, que subiu instantaneamente. Ele se levantou um pouco – eu era mais alto que ele – e levou seu rosto ao meu pescoço, me dando uma cheirada, e em seguida, me deu uma lambida gostosa na boca. Nossos lábios se encontraram e começamos a nos beijar gostoso! Que língua gostosa do caralho a do meu irmãozinho! Mas pouco durou o nosso beijo, ele se afastou, pegou a mochila no sofá e colocou nas costas, em seguida me dizendo:
- Vou pra escola, Dinho. Já é, brow, té mais, fui! – Respondeu e saiu pela porta da sala da nossa casa, do nosso apartamento e meteu o pé. Não consegui dizer nada, fiquei sem reação aquilo que acabara de acontecer! Tive que recorrer a punheta mais uma vez! O viadinho do meu irmão caçula só havia me provocado, que raiva do caralho, que vontade de mostrar aquelas fotos dele para todo mundo ver a bicha do caralho que era o “certinho”, “fofinho”, “adorável” Gabriel, Gabs, “o anjinho”. Filho da puta (minha mãe que me desculpe)!
Quando Gabriel voltou, nossa mãe já estava em casa também, então não tive oportunidade de falar nada com ele. Mas todas as vezes que nossa mãe não estava nos olhando, ele lançava olhares para mim e lambia os beiços, daquele jeitinho de puta com tesão, e sorria para mim com jeito malicioso dele. Quando nossa mãe estava nos vendo, ele voltava a ser o Gabriel “anjinho” e “comportadinho” de sempre.
Gabriel estava jogado no sofá, como sempre, vendo TV e vestindo uma bermuda curta e uma camisa do time que ele torcia e com os pés para cima. Ele vivia sempre assim. Nossa mãe estava preparando a mesa de jantar que ficava na sala para servir nossa janta. Fui me sentar ao lado dele no sofá e coloquei meus pés em cima da mesinha de centro que ficava na sala, esticando bem minhas pernas. Nossa mãe estava de costas nesta hora, quando Gabriel começou a passar um dos pés dele na minha perna, me acariciando com o pé levemente. Olhei para ele com uma expressão de puro nervo e ele “me respondeu” com aquele sorriso malicioso, exibindo todos os seus dentes branquinhos com aparelho neles, e voltou a lamber seus lábios, me provocando como uma puta! Meu pau já estourava na cueca, eu estava totalmente excitado com a provocação do meu irmãozinho caçula! Nossa mãe se virou em nossa direção e Gabriel tirou o pé rapidamente de cima da minha perna, sem que ela pudesse ter percebido. Ela se virou novamente e meus olhos a acompanharam. Vi que ela foi para o outro cômodo, a cozinha, de lá não nos veria. Quando voltei meus olhos ao meu irmãozinho caçula, ele estava novamente sorrindo para mim maliciosamente e com as mãos no seu pau, que estava para fora da bermuda. Estava duraço!!! Gelei, caralho!!! O cacete dele realmente era muito grande, não era maior que o meu agora, mas há três anos atrás, quando eu tinha 14 anos e ele 11 anos, meu pau não era daquele tamanho, era bem menor. Provavelmente, quando Gabriel estivesse com a minha idade atual, 17 anos, ele teria uma piroca maior que a minha! No pau ele tinha poucos pelos também, e os pelos eram mais claros que os meus, da cor dos cabelos lisos dele. A cabeça da rola do Gabs era rosadinha, parecia extremamente delicada e era bem grande, uma cabeçona! Quando ouvimos um barulho, Gabs guardou sua rola dentro da bermuda e nossa mãe já voltava da cozinha com uma panela.
Depois de jantarmos, fui para meu quarto. Estava puto da vida com aquele viado do meu irmãozinho! Caralho, ele só me provocava, e aquilo me deixava com mais tesão ainda no moleque! Normalmente eu tranco a porta do meu quarto, mas deixei ela destrancada, eu sabia que o Gabriel ia me “perturbar” ainda... e dito e feito. Quando fui me deitar já era 23hs, e amanhã eu teria que ir ao colégio, não poderia ficar faltando para não me prejudicar no último ano. Estava uma noite quente e como de costume, dormi de bermuda, sem camisa. Peguei no sono logo. Mas acordei depois de algumas horas. Acordei com o Gabriel no meu quarto. Na minha cama, em cima de mim já praticamente!
- Que cê tá fazendo aqui, moleque? – Disse sussurrando.
Gabriel me respondeu colocando o dedo na boca, um sinal para que eu não fizesse barulho. Meu irmãozinho caçula estava em cima de mim, vestindo uma camisa larga e só de cueca. Comigo deitado, Gabs foi direto ao meu rosto e começou a chupá-lo, dando uma série de chupadinhas e lambidas no meu pescoço. Em seguida, levou sua língua com vontade a minha boca e começamos a nos beijar! Mordi com muita vontade os lábios finos e delicados do meu irmãozinho, que delicia do caralho!!! Enquanto beijávamos, Gabs se esfregava em mim, eu sentia nossas rolas se esfregando entre a minha bermuda e a cueca dele.
Gabs foi descendo e chupando todo meu peito. Deu uma série de mordidas nos meus mamilos, me lambeu todinho: meus mamilos, meu umbigo, até chegar a minha bermuda, que ele começou a abaixar com a boca! Levou suas mãos até ela e abaixou minha bermuda e minha cueca. Meu cacete estava duro igual uma rocha e meu irmãozinho começou a cheirá-lo, acariciava-o com as mãos e sentia o cheiro do meu pau embriagado de tesão! E me dava aquelas olhadelas, sorrindo para mim com aquela cara de puta sem vergonha!
Comecei a acariciar os cabelos lisos e perfeitos do meu irmãozinho ninfeto, quando ele começou a engolir meu cacete! Que boca deliciosa para pagar boquete! Gabs sabia o que fazia, conseguia engolir praticamente minha rola toda, sem ter nenhuma ânsia ou vontade de parar. Ele chupou, lambeu, mordeu, mamou sevalgemente nas minhas bolas, engolia todo o meu saco! E sempre me encarava com aquele sorriso malicioso!
Eu não aguentava de tanto tesão! Sabia que eu ia gozar não ia demorar, e logo aconteceu: um jato de muita porra quente e grossa voou do meu cacete duro, jorrando na boca do meu irmãozinho caçula, que aproveitava como se estivesse matando a sede em um bebedouro! Eu tinha gozado, mas meu pau continuava duro, louco de tesão para meter no cuzinho do meu irmão. Ah, hoje eu iria foder aquele viadinho! Mas Gabs olhou para mim, com aquela porra na boca, escorrendo pelos cantinhos, e sorrindo para mim, mostrando seus dentes com aparelho de novo, e sussurrando para mim:
- Cê vai ter que ceder pra mim, Dinho. – Disse baixinho.
- Do que cê tá falando, viado? – Respondi num tom mais alto, mas ainda moderado para nossa mãe não ouvir.
- Cê ouviu, “véi”. Boa noite. – Gabs me respondeu, sorrindo igual puta, com aquela porra toda acumulada no aparelho de dentes. Viado ninfeto do caralho, de novo me largou, foi embora e fechou a porta do meu quarto silenciosamente.
Me deitei, me jogando na cama e bufando. O ninfetinho do meu irmãozinho caçula estava me deixando louco!
MEU PAI,SAFADO
Olá
Meu nome é L..sou uma mocinha bem bonita. Sou morena clara, 1.55,5 kg, bunda bem empinada,cabelos compridos pretos e lisos,sou boa aluna, nunca namorei, só umas ficadas sem compromisso.
Meus pais são separados, e eu moro c mnha mãe, uma médica renomada aqui no RJ. O meu pai,tbm médico ginecologista obstetra, mora em Goías,com uma linda mulher, a Paola.Uma loira de 30 anos, bem simpática e gostosa, que estuda direito.
Bem, meu pai tem hj, 4o anos, é um moreno claro lindo, corpo sarado, bem tranquilo.O que aconteceu foi realmente verdade.
Em dez do ano passado, minha mãe recebeu uma proposta de trabalhar fora do país, pra ganhar muito bem e dar um up na sua carreira.Porém, eu n poderia ir, já que teria que ficar sozinha num lugar desconhecido, no meio do ensino médio...
Conversando c o meu pai, eles entraram em um acordo, que eu ficaria com meu pai em Goias, já que tinha passado de série, era fim de ano..
Em fevereiro me mudei pra Goías, na casa de meu pai. Uma casa linda, espaçosa, com um quarto c suíte só p mim.
Foi Paola que me buscou no aeroporto, me tratou super bem, me elogiou, falou que eu era muito bem vinda, que assim como ela, meu pai tava muito feliz !Cheguei, e aPaola falou:
___Querida L.., fique a vontade. Vc ta em casa, tome um banho e depois desça p comer algo.
___Obrigada, Paola, agradeci.
Fiz exatamente isso, e ficamos conversando coisas sobre a cidade, quando meu pai entrou.
___Filha! que saudades!
Corri e abracei meu papi! Que lindo ele! entrelacei minhas pernas nele, e ele falou:
___Calma L.. vc já n é mais pq! Eu posso n aguentar c voce! To um coroa já!
___Que isso papi!Vc tá demais!
Ficamos conversando sobre amenidades, um calor infernal fazia..
Fui dormir, apenas de calcinha, e de madrugada, escutei uns gemidos no quarto so meu pai que era em frente ao meu.
Curiosa fui olhar, meu coração disparado..Olhei pela frecha da porta, e vi meu pai lambendo a buceta completamente depilada da Paola.. ela gemia feito umaputa. e ele sugavao grelinho dela, cheiode tesão.
Eu olhavaaquilo e jame melava, sentindo minha xerequinha virgem ainda, latejar..
Continuei olhando, e meu pai agora, enfiava aquele pau enorme, na buceta dela ,sem nenhum dó! Ela gritava e ele dava tapas no rabo dela, que pedia mais e mais..
Com o coração disparado, fui p o meu quarto, e acariciei minha xoxota lisinha,e percebi meu grelo inchado e enorme..
Fiquei preocupada com tamanho dele, que parecia um pq penis ereto..Gozei quietinha, no meu quarto.
No dia seguinte aquela cena n saía da minha mente, eu queria sentir aquilo..QUERIA aquele pau..
___Bom dia filha, tudo bem? Olha a Paola hj, ficará fora o dia todo, pq ela tem estágio e facul a noite, vamos sair hj, conhecer a cidade, topa?
Nesse momento tive uma idéia, de meu pai me ver de outra forma e falei:
___O pai,quero sim, conhecer a cidade, mas queria pedir uma coisa a voce, que é medico..
___Claro filha, voce ta c algum problma?
___Pai, eu ME OBSERVANDO, ...minhas partes intimas...vi que tenho algo diferente das meninas..Meu clitóris...é grande.. parece um pintinho.. fico c vergonha..
____Filha... n se preocupe.. papai vai olhar isso hj mesmo...masantes vamos no shopping, comprar roupas, aproveitamos e almoçamos..
A manhã se passou, e depois do almoço, L..e seu pai, foram em casa, tomaram banho e foram p o consultório, onde ele atenderia duas clientes e depois veria sua filha.
l...ESPEROU UMA HORA, e as 18,30 aproimadamente ele mandou ela entrar e antes dispensou a sua secretária.
___Filha, tire sua roupa e coloque esse roupãoaqui, deite-se nessa cama, vamosaproveitar e fazer um exame completo, afinal, você é uma moça ja!
L.. ja tava excitada, em saber que ficaria c xoxota nacara de seu pai, e sentia seu mel molhar suas cox
as..
Quando seu pai veio lhe ver, elatava c as pernas fechadas fingindo timidez e ele falou:
___Filha, pode abrir suas pernas..fique calma.. n precisa ficar c vergonha do papai..
___Tá...pai..
Ela abriu as pernas e ele colocou as luvas e levantou o roupão.. O pai de L..avistou aqula buceta novinha,lisinha, com um baita grelo saltando,bem saliente,excitado..Sentiu seu pau nesse momento semanifestar, mas n queria, afinal era sua filha!
___Filha, como voce percebeu que vce tem a sua xerequinha diferente?
___Fazendo carinho ... quando vou dormir..Percebi que tava grande..ai pai..que vergonha de falar isso..
___Que isso mimnhalinda.. issoé normal nasua idade..
___É muito feio pai??? meu grelinho???
___Nada amor.. é a coisa mais linda que já vi!
Ele abria a buceta da filha e olhava maravilhado!
____Vc é virgem ainda meu amor.. eu to vendo...
____Sim papai..
____Nunca fez nada???
___Só com uma amiguinha da escola..Mas só carinho...
____Vc gostou princesa???
_____Muito gostoso papai...
Ele pediu pra ver o peitinho dela, como se fosse examinar e viu aqueles belos peitinhos durinhos,em forma de pera, ficou admirando como tava linda sua filha...seu pau latejava, sua mente falava..N pode cara!Vc é o pai dela!
DEPOIS ele pediu que ela virasse, pra olhar a bundinha, olhou o cuzinho, e disse:
___Filha, voce tem um cuzinho lindo...Cuide bem dele..
__Tá papi...Ela olhou e viu o pau dele enorme, dentro das calças, e ficou imaginando ele colocando tudo aquilo dentro dela...
ELE PEDIU QUE ELA vestisse a roupa, foram p casa, jantaram,e foram dormir..Nessanoite ela escutou seu pai socando forte na sua madrasta, e dormiu se masturbando..
FIM DE SEMANA, CHEGOU e a Paola foi p um congresso, mas ela e o pai, ficaram em casa, fazendo um churrasco.
Piscina e churrasco..era tudo que ela queria! tava de férias na escola, pertinho do papai lindo, sem a madrasta p perto..
Eles estavam se divertindo muito, quando o pai delaf alou:
___Filha, voce gosta de caipifruta??
___Adoro pai! mas fraquinha!
___OK! toma aqui!Em casa c o papai pode beber um pouqinho!
Tomou umas 3 caipifrutas,e tava já alegrinha! chegou perto do pai e falou, que ia tomar um banho e deitar, pois tava tudo rodando
____Vou t ajudar minha linda
Levou ela p o banho, tirou seu biquini, e começou a dar banho nela... alisava seu peitinho c carinho, apertando levementeo biquinho, parecia querer disfarar suas intenções...L..estava quase desmaiada em seus braços, por conta da bebida, e se deixava abusar..
Ele arqueou as costas e lambeu aquele biquinho todo arrepiado, chupando abusadamente sua menina..
Ela soltou um gemido bem baixinho..
___Ta gostosinho filhinhha??
___uhummm..
Foi aunica coisa que ela conseguiu murmurar..Depois ele foi acariciar aquela boceta que n saía da sua mente, desde o dia do exame...Ele ja havia visto muitas xotas, devido sua profissão..Já tinha até bolinado algumas disfarçadamente.Mas como a dela..Nem da sua linda mulher..Ele queria aquela boceta..
Ele estimulava o grelinho dela, bolinava,aquele pequeno penis, ereto, o grelo da sua filha..
Levou ela p o quarto, deitou na cama, secou todo seu corpinho, e disse:
___Vou te examinar de outro jeitinho filhinha..
Abriu a perna dela, lambia o grelo de um jeito apaixonado... ela adormecida, pensava sonhar...enfiava a lingua no himen, via o grelinho, dela aumentar de tamanho, e chupava masturbando aquele grelo delicioso..
____Nossa filha,a Paola tem que ver isso.. ela vai adorar chupar...ele ficou ali, chupando o cuzinho dela,até a raiz daquele grelo, lambendo o peitinho, quando amanheceu, ela acordou c um pouco de ressaca, e foi atrás dele, que estava preparando o café;
___Bom dia pai!
___Bom dia filhota, dormiu bem??
___NOssa tive um lindo sonho..
Ela vestia apenas uma calcinha e um top.
Paola chegou antes do almoço,e ela tava deitada na sala, de calcinha e topo, e Paola disse:
____Que coisa linda! Parece uma fada!
___Obrigada Paola! vc tbm é lindona!Elesalmoçaram e Paola falou c ela:
___L.. seu pai me falou q levou voce p examinar, pq voce tava encucada c algumas coisas...
___Ah..Paola.. sim, é que achei q tinha algum problma...
____Posso ver tbm???
____Claro! Vamos aproveitar q o papai ta na varanda, vamos lá no quarto!
As duas foram p o quarto e ela deitou na cama,tirou a calcinha, ePaola foi ver.
Quando viu aquela bucetinha inchadinha, c grelo saltando, ficou louca...
____Ai minha linda, que oxota gostosinha...Posso lamber???
____Vc goosta??? claro q simmm
Paola começou a lamber aquela buceta, chupar c muito carinho, arecendo beijar a buceta.
ficou pelada tbm, e as duas entraram num 69, delicioso, onde L..lambia aquela buceta branquinha, deliciosa..
Nesse momento, o pai de L.. entrou e ficou tocando uma deliciosa punheta, se aprimou e começou a lamber o cu das duas..
o corpo delas estremeceram e gozaram, e ele meteu o pau gostoso na Paola, que chupava o cu da sua ENTEADINHA.eSSA NOITE PASSAMOS JUNTOS, na mesma cama,onde papi me incetivou enfiar meu grelinho na bundinha da Paola, esfrgar grelo c grelo..
aINDA TEMOS MUITAS HISTORIAS P CONTAR..
aguardem!
enteadinha..
FUI DOMINADO PELO MEU IRMAO CAÇULA
Para o bom entendimento deste conto, ler antes os outros contos, na seguinte ordem: “Peguei meu irmão caçula transando com nosso primo” e “Gabriel, meu irmão caçula ninfeto”.
Quando minha mãe se separou do meu pai, eu era criança ainda, quase não me lembro deles juntos, pois eu tinha uns 5 anos de idade e meu irmão caçula, Gabriel, 2 anos. Minha relação com ele sempre foi normal, coisa de irmãos mesmo. Quando criança brincávamos sempre juntos e brigávamos também. Principalmente por que eu tinha muito ciúmes dele, pois desde pequenos, Gabriel sempre foi o “queridinho” da mamãe e de toda nossa família.
Nosso pai raramente vinha nos ver e isto não mudou com o passar dos anos. Eu sempre fui brigão na escola e no condomínio onde moramos a vida toda. Sempre ostentei o papel de “filho rebelde” e Gabriel o de “filho perfeito”. Gabriel e eu também somos muito diferentes fisicamente, pois ele é bem franzino e bem mais delicado que eu (em todos os traços), eu já sou bem mais abrutalhado. Tipo: ele tem cabelos lisos e perfeitos – eu tenho cabelos crespos – ele tem tem um físico míudo e magro – eu já sou mais forte e encorpado – ele é simpático com todos – eu já sempre fui rabugento e anti-social com a maioria – até mesmo ele ter nascido com os dentes tortinhos e ter que usar aparelho nos dentes, faz ele ter um charme que eu não tenho, pois meus dentes nasceram perfeitos e alinhados (de certa forma, o “ruim” dele ainda se tornou melhor que o meu). Mas nada disso me fez ter raiva do meu irmão, ao contrário, sempre nos demos bem, com as brigas de irmãos, como todos irmãos tem.
Só que eu nunca imaginei que meu irmãozinho caçula, que ostentava toda aquela imagem de perfeitinho, era um safado do caralho quando o assunto era sexo! E sexo gay! Gabriel era um viadinho, que peguei transando com um primo nosso do interior de Minas. E ele curtia cada putaria que fazia com muito prazer!
Logo fui descobrindo as outras putarias dele – ele tinha 14 anos, mas queria descobrir quando ele começou a trepar com outros moleques e quem foi que tirou o cabaço dele!
Quando tive a oportunidade de jogar na cara dele que sabia, ele ainda foi mais safado, uma puta controladora, e passou a me “perturbar”, se oferecendo para mim, mas sempre se esquivando na hora “H”. Gabriel era praticamente uma “Lolita” com pênis (e com um rabo carnudo do caralho)!
O pior é que eu estava caídinho por ele! Estava louco de vontade de foder o cuzinho do meu irmãozinho tesudinho! Numa noite ele me pagou um primeiro boquete delicioso e eu gozei com tudo na boquinha pequena dele e ele me disse uma coisa que me deixou maluco!
- Cê vai ter que ceder pra mim, Dinho. – Disse baixinho.
O que diabos ele queria dizer com aquilo? Viado do caralho! Há pouco tempo eu era maior pegador de gatinhas no meu colégio e agora eu estava “de quatro” pelo meu irmãozinho caçula, que jamais havia desejado, até presenciar todas as putarias que ele fazia! Moleque do caralho!
Na manhã seguinte eu tinha que ir para a escola. Quando acordei nossa mãe já tinha saído e vagarosamente fui até o quarto do Gabriel. Abri a porta com cuidado e vi que ele estava deitado em sua cama dormindo. Estava sem camisa e só de cueca, fiquei ali parado alguns instantes admirando aquele corpo gostoso do meu irmãozinho caçula. Que vontade de deitar ali com ele e fodê-lo bem gostoso, bombar forte naquele cuzinho, naquele rabão branco dele até ele pedir mais pica ainda!!! Fechei a porta e saí, eu tinha que me concentrar em outras coisas. Não podia ficar só pensando em foder meu irmão.
No caminho da escola fui pensando em como também aquilo era errado. Afinal, ele era meu irmão. Uma coisa era um primo foder o outro, mas o próprio irmão? Não estava errado? Pensei por um segundo ou dois, até que cheguei a conclusão: que se foda! O viadinho do meu irmão “perfeitinho” e “santinho do pau oco” quer mais é sentar numa rola e vai sentar na minha também! Ninguém mandou ele curtir essas paradas, vou foder ele demais!!! Vou foder tanto que ele vai pensar duas vezes agora antes de pedir pica no cu!
Quando acabou as aulas corri para casa, eu ia pegá-lo em casa ainda e hoje iriamos foder! Eu ia convencê-lo a transar comigo. Sem os “joguinhos” dele desta vez! Quando cheguei ao nosso apartamento, milagrosamente, Gabriel não estava no sofá jogando videogame como sempre estava. Achei aquilo estranho, claro. Chamei por ele e ele respondeu, dizendo que estava em seu quarto no PC. Fui até o quarto dele e realmente lá estava ele, sentado a mesa de seu PC.
- “Coé”, Dinho. – Gabs me cumprimentou.
- Fala “aew”, brow. Que cê tá fazendo? – Perguntei. Cara, eu olhava para meu irmão, e só o desejava! Ele realmente era muito lindo, muito gostoso, aquele jeitinho de menino bem comportado me excitava pra caralho, sabendo que ele também era um moleque safado e puto!
- Tava falando com um amigo meu no MSN. – Respondeu.
- Ah, só. – Respondi sem saber como continuar aquela conversa. Eu sabia lidar com as gatinhas que eu pegava, mas não conseguia lidar com o tesudinho do meu irmão caçula. Ficamos uns minutos sem falar nada, Gabriel só me olhava e aquele sorriso safado começava a aparecer no rostinho de bebê dele.
- E “aew”, Dinho, cê pensou no que eu te falei ontem? – Gabriel me perguntou com aquela expressão de malandro.
- Do que cê tá falando, moleque? – Respondi rispidamente.
Gabriel não respondeu, mas sorriu para mim com aquele olhar de puto desgraçado dele. Ele se levantou da cadeira do PC, abaixou sua bermuda e sua cueca, revelando sua rola cabeçuda! Caralho, era muito perfeita, com um cabeça rosadinha e com poucos pelos na região do saco. O saco dele era bem coladinho no cacete, que delicia do caralho, meu pau subiu na hora, já estava duro e melado na minha cueca de tanto tesão! Depois, ele tirou sua bermuda e cueca, ficando só de camisa e seu pau já endurecendo, ele se jogou na sua cama e me disse.
- Só observa, maninho. – E sorriu novamente, com muita malicia em seu olhar para mim.
Fiquei ali parado na porta só observando o que meu irmãozinho caçula Gabriel estava fazendo. Em sua cama, ele levantou suas pernas para o alto e empinou sua bunda branca carnuda e enfiou de uma vez só seu dedo médio no seu cuzinho. E ficou num vai e vem gostoso com seu dedo do meio entalado em seu cuzinho. Gabs começou a gemer, primeiro baixinho, depois mais alto. Logo, já estava com dois dedos dentro do seu cuzinho. Sua voz em alguns momentos era mais grossa, outras vezes mais fina, pois ele estava mudando de voz naquela época. E continuava enfiando os seus dedos no seu cuzinho, vai e vem, gemendo cada vez mais alto. Meu pau quase gozou sem enconstar, eu estava louco de tesão, eu tinha que me aproximar, e quando comecei a fazê-lo, Gabriel fez um sinal com a mão para eu não me aproximar, e me perguntou:
- Quer me foder, irmãozinho? Quer é? – Perguntou, com aquela cara de putinha, lambendo e mordendo os beiços para mim, ainda de pernas para cima, com seu rabo empinado, mostrando todo seu cuzinho para mim.
- Quero... quero te foder todinho, seu viadinho. – Respondi secamente, louco para meter minha vara nele.
- É, mas cê vai ter que fazer umas coisas antes pra mim, Dinho. Quer meu cuzinho, quer? Quer meter sua vara nele, quer é? – Gabs continuava me provocando, agora chupando seus dedos, sentindo o gosto de seu cuzinho em sua boca.
- Fala logo, caralho!!! O que cê quer? – Respondi nervoso, louco para saber o que meu irmãozinho estava querendo de mim.
Gabriel me mandou se aproximar dele e me ajoelhar no chão, do jeito que eu estava, enquanto ele continuava na cama, mas agora sentado. Ele começou a acariciar meu rosto com um de seus pés e me fez um pedido:
- Chupa meus pés bem gosto. Passa a língua em cada dedinho dele, mano. Chupa a sola bem gostoso, agora! – Gabriel me ordenou, com a voz grossa e alta, e começou a esfregar seu pé com mais força em meu rosto.
Não hesitei e nem disse nada. Comecei a chupar os pés do meu irmãozinho, eles eram bem grandinhos para o tamanho dele. Ele tinha os dedos compridos, as unhas bem certinhas, mas as solas estavam com um pouco de sujeira, ele não havia tomado banho e havia caminhado descalço pela casa, como sempre fazia. Gabriel tinha um pouquinho de chulé, mas não era forte, era um cheiro gostoso e um gosto muito bom! Lambi a sola com muita vontade, chupei todos os dedos, dando algumas mordidinhas neles. Gabriel gemia muito, dava uns gritinhos que me deixava maluco, como aquele meu irmão caçula era safado pra caralho!!! E gostoso pra caralho!!! Ele estava me dominando completamente!!!
Gabriel levantou um de seus pés e levou até a boca e ele deu uma lambida e chupada em seu próprio pé. Em seguida, soltou uma cuspida na sola, que começou a escorrer e levou rapidamente a minha boca.
- Chupa!!! – Ordenou Gabs, quase gritando.
Chupei o pé dele molhado com seu cuspe, que delicia, estava saboreando os pés do meu irmãozinho molhados com sua própria saliva, meu pau duraço, sentia a cueca molhada na cabeça da minha vara! Meu irmãozinho caçula esfregava seus pés no meu rosto com muita força, enquanto gemia igual uma puta de tesão. Gabs me empurrou com os pés e eu caí sentado no chão. Ele voltou a sorrir para mim com aquele sorriso malicioso que me dava um tesão do cacete e se levantou. Virou sua bunda carnuda bem em cima da minha cara e começou a rebolar em cima dela, logo me ordenando:
- Véi, bate na minha bunda! Dá uns tapas no meu traseiro, Dinho! Vamo logo, véi, bate! Bate!!! – Gabs gritou me ordenando, gemendo.
Comecei a dar uma série de tapas na bunda dele. Um som estridente estalava em cada tapa que eu aplicava naquela bunda branca carnuda. Não demorou para a bundinha do meu irmãozinho ficar muito vermelha! Gabriel gemia cada vez mais alto e continuava mandando eu bater no traseiro gostoso dele!
- Isso, bate mais, caralho! Bate mais! Bate mais na sua puta, véi! – Gabriel ordenava e aquilo me deixava cada vez mais louco de tesão no meu irmãozinho caçula. – Chupa meu cu, agora! Mete a língua, véi! Chupa!!!
Na mesma hora, levei minha boca no cuzinho de Gabriel e comecei a dar uma série de linguadinhas deliciosas. Que buraquinho delicioso, que gosto delicioso do caralho tinha aquele cuzinho do meu irmãozinho ninfeto.
Gabriel gemia extasiado de tesão com minha língua chupando seu cuzinho quente gostoso! Gabriel levantou seu rabo após uma série de linguadinhas e se levantou, falando para eu acompanha-lo. E eu o fiz sem dizer nada.
Meu irmãozinho foi até o banheiro e abriu o box do chuveiro. Entrou tirando sua camisa e ficando agora totalmente nu. Me ordenou a tirar minha roupa também e assim o fiz. Entramos no box do chuveiro, mas sem ligar a ducha ainda.
- Se abaixa, fica de quatro! – Gabs gritou e me empurrou, fazendo-me abaixar e ficar ajoelhado diante dele de quatro. A minha pica estava duraça de tanto tesão, a do Gabriel estava meio mole. De quatro diante dele, ajoelhado no chão, Gabs ajeitou sua rola, colocando ela diante de mim, e com aquele sorriso de puta, me encarou e lambeu os lábios, soltando um jato de mijo em cima de mim! Caralho, meu irmãozinho estava mijando em mim! E eu estava adorando aquilo, estava sorrindo agora para ele da mesma forma que ele sorria para mim, com aquele olhar malicioso, mordendo seus beiços igual uma puta safada do caralho!!! O mijo quente de Gabs molhava meu corpo todo, logo ele redirecionou o final de sua mijada para minha boca e recebi a urina dele na minha boca. Cuspia, mas sentia aquele gosto delicioso do mijo do meu irmão caçula!!! Meu pau já quase gozava sem mesmo eu precisar enconstar nele!
Gabriel me puxou e eu levantei. Ele ligou o chuveiro e nos abraçamos debaixo d’água e começamos a nos beijar loucamente. Ficamos abraçados nos esfregando, nossas picas se encontravam duríssimas, relávamos bem gostoso, enquanto beijávamos muito! Gabriel praticamente me dominava, eu estava dominado pelo meu irmão caçula e nem ligava, eu estava louco de tesão com aquilo tudo! Gabriel chupava minha língua e mordia meus lábios fortemente, que delicia, o viadinho do meu irmão sabia muito bem o que fazia. Sua boca tinha um gosto delicioso, e eu ainda podia sentir também o gosto do mijo dele. Gabriel era muito safado!!!
- Abaixa de novo, chupa meu pau, véi! Engole meu cacete!!! – Gabriel me ordenou e me abaixei novamente, comecei a chupar o pau do meu irmãozinho. Engolia deliciosamente aquela pica, bem grande para a idade dele. Tive um pouco de ânsia no início, mas logo quando mal percebi, já estava com toda a rola dele dentro da minha boca. Gabriel gemia ainda mais. Mamei muito no saco dele, chupei, mordi, estava louco com aquela piroca dentro da minha boca! Lambi a cabeça rosada da pica de Gabriel, suguei todo o sebo que estava acumulado nos cantinhos dela. Gabriel empurrava minha cabeça, para que eu pudesse engolir mais ainda sua rola, que tinha um sabor que me deixava maluco!!!
Gabriel voltou a me puxar, para me levantar novamente, e puxou o chuveirinho da ducha e o ativou, para a água sair através dele. Me enconstou na parede de costas e me mandou abrir as pernas. Obedecia meu irmãozinho caçula sem dizer nada, estava completamente dominado por ele. Gabs retirou a peça da ponta do chuveirinho e quando menos imaginei, senti o dedo dele dentro do meu cuzinho, e logo em seguida, já sentia o chuveirinho dentro do meu cu! Gabriel estava fazendo uma chuca no meu cuzinho!
- Porra, caralho, que cê tá fazendo, viado? – Gritei com Gabs, reclamando, nervoso com aquilo.
- “Coé”, cê não é macho não? Se vai querer me foder, mano, vai ter que ceder pra mim esse rabo primeiro! “Coé”, o viadinho é quem aqui, hein? – Gabriel começou a rir e aquilo me deixou maluco! Primeiro foi um sentimento de raiva, agora era de puro tesão. Eu queria que aquilo continuasse!
Aquela água quente invadia meu cu, caralho! Logo, Gabriel tirou, se abaixou e começou a chupar meu cuzinho. Que boca quente gostosa! Sentia aquelas pontadinhas deliciosas com suas linguadas! Meu irmãozinho safado do caralho chupava muito bem! Comecei a gemer acanhadamente, mas quando Gabriel deu uma cuspida no meu cuzinho, fui a loucura! Levei a mão no meu cacete e comecei a me masturbar enquanto sentia os dedos do meu irmão caçula roçar dentro do meu rabo. Safado do caralho!!! Gabriel me ordenou a me deitar no chão e voltou a ligar o chuveiro normal também. Logo em seguida, abriu o vidro de shampoo e jogou um pouco em suas mãos, e começou a roçar meu cuzinho de novo com os dedos. Eu estava gemendo, com minha pica dura, louco para sentir a rola do meu irmãozinho dentro de mim! Eu realmente queria aquilo!!!
Gabriel, deitado no chão, atrás de mim, levantou uma das minhas pernas e começou, vagarosamente, a encaixar seu pau duro dentro do meu cuzinho! Caralho, eu estava ali deitado e dando pro meu irmão caçula!!! A água corria em cima de nós, e Gabriel encaixava sua rola dentro de mim. Eu já começava a sentir dor, mas quando olhei, a pica de Gabs já estava todinha dentro de mim. Logo ele começou o vai e vem, começou a socar a vara dele dentro de mim. Eu comecei a gemer, que dor gostosa! Aquilo estava me deixando maluco! Era uma dor deliciosa, não resistia, ficava maluco só de analisar a situação e crer que estava ali dando pro meu irmãozinho 3 anos mais novo que eu!!! Gabriel socava sua piroca dentro de mim e me beijava loucamente na boca. Chupava meu pescoço, mordia minha orelha, lambia todo o meu rosto com sua língua deliciosa, enquanto socava, cada vez mais aumentando a velocidade das estocadas dentro do meu rabo. Depois de fortes estocadas, Gabriel retirou sua piroca de dentro do meu cu, e me mandou ficar na frente dele, ainda deitado no chão. Abri minhas pernas e ele, ainda sentando, voltou a penetrar sua rola dentro do meu cuzinho. E voltou a bombar dentro de mim! Que delícia do caralho!!! Sentia aquela pica dura e gostosa do meu irmão socando até o saco dentro do meu cuzinho apertado e quente! Gabriel e eu gemíamos de tanto tesão! Voltei a me punhetar enquanto sentia aquele pau bombando cada vez mais forte dentro de mim. Gabs tinha o domínio completo em mim! Não parecia aquele bebê fofinho que todos amavam, era um macho do caralho que me dominava. Agora a puta no cio era eu, que gemia com aquela rola socando dentro de mim! O miudinho de cabelos lisos dominava e socava completamente sua pica dentro do irmão mais velho mais forte e de cabelos crespos! Aquilo me deixava louco de tesão!!!
Gabriel continuava aquele vai e vem, com fortes estocadas, enlouquecíamos de prazer, com o barulho forte de suas bombadas dentro de mim. Eu sentia uma dor do caralho, mas nem ligava, sentir aquela rola dentro de mim era gostoso pra cacete!!! Gabs continuava estocando e massageando com suas mãos minhas pernas cabeludas. E gemia, e sorria para mim com aquela carinha de bebê, com aquele sorriso malicioso do caralho. Eu voltei a me masturbar enquanto sentia a vara dura dele bombar dentro do meu cu! Um jato de porra quente e muito grossa explodiu da minha rola, e voou até minha barriga, acumulando em meu umbigo. Gabriel na mesma hora, começou a chupar meu umbigo e lamber todo o meu corpo molhado pela porra e pela água que caía do chuveiro. A boca do meu irmãozinho estava cheia da minha porra, eu via o acumulo dela na língua e no aparelho de dentes dele, e sorrindo para mim, ele foi até minha boca e começou a me beijar com a porra! Nisto Gabs ainda aumentou as estocadas no meu cu, metendo muito mais forte ainda! Eu voltei a gritar de dor!!! Gabs ria e me perguntava se eu estava gostando, e eu mandava ele meter ainda mais! Queria sentir mais dor! Caralho, queria que meu irmãozinho ninfeto me fodesse mais!!! Mesmo gozando, eu queria mais!!! Gabriel foi a loucura, e se empenhou em bombar mais meu cu! Deu uma série de estocadas fortes, sentia meu cu se rasgando, uma quentura infinita nele!!! Meu irmãozinho caçula me dominando!!!
Gabs sentiu que ia gozar e retirou sua rola de dentro do meu cu de uma só vez, e quando ela saiu, senti meu cuzinho piscar, com uma dor infernal, mas que me deixava com muito mais tesão ainda! Gabriel deu uma leve roçada na sua rola com as mãos e gozou em cima do meu pau. Com seu pau ainda expelindo porra, Gabriel encaixou novamente sua pica no meu cu e deu algumas estocadas de novo, banhando meu cu com sua porra! Em seguida, Gabs retirou novamente e levou sua boca no meu cu, lambendo toda a porra que ficara ali. E também em meu pau, chupando meu cacete e lambendo toda sua própria porra. Me deixava louco de tesão, toda vez que ele sorria maliciosamente para mim, com seus dentes e aparelho cheios de porra! Voltamos a nos beijar com toda aquela porra na boca, que delicia era sentir aquele leitinho quente do meu irmãozinho! Chupei sua boca, mordi seus lábios finos com muita vontade!
- Tô precisando mijar, “véi”. – Gabs me disse.
- Mija em mim! – Ordenei ao meu irmãozinho caçula.
Gabriel sorriu para mim e se levantou. Me ajoelhei diante dele e comecei a sentir o jato quente de mijo em meu corpo. Logo, levei um pouco da mijada na minha boca e cuspia, mas era delicioso sentir o jato quente na minha boca! O safado do meu irmão gemia e sorria o tempo todo para mim, lambendo os beiços com muito tesão. Quando terminou, voltamos a nos abraçar e beijar debaixo do chuveiro, relando nossas rolas o tempo todo. Quando terminamos, nos secamos, e Gabriel virou-se para mim, dizendo:
- Hoje a noite vamo dormir junto e cê vai me fazer sua putinha, “véi”.
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