sexta-feira, 13 de janeiro de 2012

COMENDO A CUNHADA GOSTOSA

Comendo a cunhada gostosa na beira da piscina

Depois de muito tempo sem tirar férias, devido a muitos afazeres profissionais, eu e minha mulher resolvemos ir passar uns vinte dias em São Vicente, com a minha sogra que tinha uma casa lá. Minha mulher teria que vir para S.Paulo nas quartas feiras para dar aulas na Faculdade em que leciona, mas nos outros dias estaríamos juntos descansando e curtindo a praia ou a piscina da casa.

Minha mulher tinha uma irmã mais velha, na faixa de trinta e poucos anos, separada do marido, e que estava morando com a minha sogra, e as duas trabalhavam fora o dia todo, ficando então a casa à nossa disposição a maior parte do tempo.

O único problema é que a Júlia, minha cunhada, que ficou um tanto relaxada quando estava casada, estava se cuidando de novo, depois do divórcio, entrando numa academia, e estava não só emagrecendo, como ficando mais gostosa ainda.

Ela sempre foi muito simpática comigo, mas tinha um pouco de rivalidade com a irmã, que me contou que uma gostava de roubar o namorado da outra quando eram adolescentes. Às vezes eu achava que ela estava me dando bola, mas eu tentava controlar meu tesão por ela, e preferia achar que era só minha imaginação. Antes da Júlia se casar, a gente batia longos papos, inclusive com conversas picantes, regadas a caipirinhas, mas depois que ela se casou ocorreu um certo afastamento.

Bom, nos primeiros dias das férias eu fiquei na minha, as coisas foram correndo sem novidades, mas quando ela chegava em casa, vindo da academia, com aquele agasalho justo, que marcava seu corpo suado, meu pau ficava super duro, e eu tinha que disfarçar, e depois me acalmar comendo a minha esposa com tudo a que tinha direito, fazendo de conta que ela era a Júlia, que não me saía da cabeça.

Bom, chegou a quarta feira, e minha mulher saiu cedo para S.Paulo, e a sogra e a cunhadona foram para os seus trabalhos. Dormi até mais tarde, depois fui para a piscina dar um mergulho, ler o jornal e tomar uma cervejinha para passar o tempo até dar a hora de sair para almoçar.

Estava dando um cochilo no sol, quando de repente senti uma garoa em cima de mim. Abri os olhos, era a minha cunhada me espirrando água, levei um susto, mas me recuperei e começamos a rir. Ela disse que tinha esquecido o agasalho da ginástica e tinha ido buscar no intervalo do seu almoço, para poder ir à noite na academia.

Eu a convidei para tomar sol, e ela disse que achava que não ia dar tempo, mas que ia tomar um golinho de cerveja comigo, mas só um golinho, que ela estava de dieta. Eu aproveitei e elogiei o corpão que ela tinha recuperado, e falei que, com todo o respeito, ela estava muito gostosa.

Ela riu e agradeceu, mas disse que ainda precisava perder mais uns dois quilos para atingir sua meta, e eu falei que por mim ela já podia parar a dieta, mas que para dar um parecer final eu teria que dar uma examinada melhor, e insisti para ela colocar um biquini da minha mulher, que estava pendurado ali no varal, e vir tomar um pouco de sol. Ela pensou um pouco, gostou da idéia, foi no vestiário e voltou com o biquini da irmã, e se sentou perto de mim perguntando que tal estava.

Meu pau latejava dentro do calção. Eu respondi que, no exame visual, ela estava muito gostosa mesmo, mas que ia passar filtro solar nela, porque o sol estava forte, e aí aproveitaria para dar mais uma examinada. Tava rolando o maior clima, e ela topou, mas disse que era para eu não abusar, nem bancar o engraçadinho.

Coloquei a gostosona de costas, e comecei a passar lentamente o filtro, começando pelas pernas, e fui subindo devagar pelas coxas, até chegar perto das suas nádegas. Aí montei em cima dela, e com o pau encostando na sua bunda, comecei a massagear seu pescoço, descendo pelas costas, até chegar no seu bumbum, de novo, e voltar para as coxas, entrando um pouco por baixo da calcinha do biquini. Ela disse que eu tava abusando, me desculpei , saí de cima, e virei ela do outro lado.

Ela disse: pode deixar que na frente eu mesma passo; mas eu insisti e continuei a passar o creme, nas suas coxas, e ela disse: “tá gostando, heim?” ao que eu respondi: “muito mesmo, é um prazer te ajudar”. Continuei passando na sua barriga, umbigo, e fui chegando perto dos seios, que dava para notar que estavam com os bicos durinhos. Comecei a passar a mão no seu seio esquerdo por baixo do biquini, e ela disse para eu parar, porque ali não pegava sol. Eu falei: ”ah, esqueci, desculpe, mas já que passei neste vou passar um pouquinho no outro também, vai que você resolve tirar estas marquinhas, né?” . Ela disse que eu era muito sem vergonha, mas enquanto isso eu fui massageando seu outro peito, cujo bico estava duríssimo, e ela não me impediu., Avisei que ia passar filtro na marca da calcinha, e coloquei a outra mão por baixo do biquini, devagar, até chegar nos seus cabelinhos e na sua boceta, que já tava encharcada. Ela pediu, sem muita convicção para eu parar, que ela não era de ferro, e aquilo não estava certo. Eu respondi que eu não conseguia mais me conter, e que não tinha culpa dela ser tão sexy, e comecei a beijá-la na boca, no que fui correspondido com vigor. Enquanto a gente se beijava, eu enfiava o dedo e massageava a boceta dela, que se contorcia, e ela começou a apalpar meu cacete, primeiro por fora do calção, e depois por dentro.

Eu não aguentava mais de tesão por aquela boceta molhada, e pela situação em si de comer a minha própria cunhada, ambos traindo a minha mulher, coitada, mas...

Eu puxei a calcinha do biquini, e comecei a chupar a Júlia, que gemia de tesão, até que ela me chamou, dizendo: eu quero ser tua, me come seu tarado, põe um filho em mim, se você quiser, mas me faz tua mulher.

Eu coloquei a minha doce cunhada de quatro, ajoelhada na toalha, e enfiei o meu pau lá no fundão, enquanto segurava ela pelos seus seios grandes e duros, e falava um monte de bobagens no seu ouvido.

Ela estava precisando de um macho, e eu não me fiz de rogado, comendo ela com gosto e prazer, até que ela gozou, tremendo toda; quase em seguida eu gozei também, acho que a melhor gozada da minha vida, porque tudo o que é proibido é mais gostoso.

Ficamos depois deitados no sol, exaustos, abraçados por um bom tempo, e demos um mergulho para refrescar, quando ela me disse que esperava que eu tivesse aproveitado bem, porque tinha sido a primeira e última vez que a gente ia transar, e que ela tinha gostado muito, mas estava super arrependida. Eu disse que também estava com a consciência doendo um pouco, mas que depois de ter experimentado uma boceta tão gostosa quanto a dela, eu não tinha como parar mais este processo, até para o bem dela, que me respondeu: nossa, como você é bonzinho!!!

Eu concordo com ela, eh, eh, eh.

mistertexer@hotmail.com

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